Estudos têm mostrado que o tempo gasto em atividades ao ar livre é
ótimo para a mente. Segundo pesquisadores da Universidade de Essex , no
Reino Unido, os seres humanos têm uma necessidade profunda de contato
com a natureza, que proporciona relaxamento para o cérebro ¿ sobretudo
para os sobrecarregados pelas pressões modernas. A pesquisa foi
publicada na revista American Chemical Society Environmental Science & Technology.
Estudaram dados sobre 1.252 pessoas que participaram de 10 diferentes
estudos sobre o tema realizados no Reino Unido. Os estudos analisaram
atividades como caminhar, jardinagem, ciclismo, pesca, canoagem,
equitação e da agricultura e chegaram a conclusão que os efeitos mais
positivos na saúde e auto-estima das pessoas vêm já nos primeiros 5
minutos.
“Pela primeira vez na literatura científica fomos capazes de
demonstrar a relação de ‘dose-resposta’ para os efeitos positivos da
natureza sobre a saúde mental humana”, disse Jules Pretty, pesquisador e
autor do estudo.
Outros cientistas sugeriram que, em geral, os seres humanos devem
jogar e brincar mais, reforçando a necessidade de leveza que remonta aos
nossos dias de homens das cavernas.
No novo estudo, realizado na Universidade de Essex, as maiores
alterações ocorreram na saúde dos jovens e das pessoas que sofrem de
distúrbios mentais, embora pessoas de todas as idades e grupos sociais
sejam beneficiadas. De acordo com pesquisadores, todos os ambientes
naturais foram benéficos, incluindo parques em áreas urbanas. As áreas
verdes com água foram ainda mais benéficas.
“Acreditamos que haveria um grande benefício potencial para os
indivíduos, a sociedade e para os custos do serviço de saúde se todos
fossem buscar uma ¿automedicação¿ no exercício mais verde”, disse o
pesquisador, e co-autor do estudo, Jo Barton.
Fonte: Terra Notícias
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Meditação para auto-aceitação
DISSOLVENDO OS VÉUS
Mensagem de Meus Guias - Canalização: Solara An-Ra
08 de fevereiro de 2011
Ensinamentos dos Conselhos Estelares de Luz sobre os Chakras Plexo Solar & Cardíaco
Muitos
de vocês são quase obcecados com os centros de energia que vocês chamam
de chakras. Chakra isto, chakra aquilo, óleos de chakra, cristais de
chakra, vasos de chakra – e eles somente são os centros de energia
dentro de seu corpo físico!
Vocês
não prestam a atenção suficiente aos centros dentro de sua aura e ao
seu corpo de energia externo em geral, e à conexão de sua sagrada
geometria de Luz dentro de seu corpo de energia.
Mas vamos dizer isto – o tempo em que Gaia está é um tempo de distorção do MANIPURA. Este é o chakra plexo solar.
A
era de Peixes, estes 2.000 anos, é um tempo de distorção do Manipura ou
do Plexo Solar, então vocês mudaram para uma posição em que vocês não
entendem o que significa poder. Nós não falamos especificamente sobre
vocês, queridos, mas sobre a raça humana – sobre como a civilização é em
seu planeta Terra.
A percepção de poder e 'estar no seu poder' está completamente distorcida.
Há
a consciência de separação - separação entre você mesmo e seu Eu
Superior; separação entre um país e outro; separação entre seu pequeno
espaço doméstico e o daqueles que os rodeiam – desejando que seu espaço
seja superior aos deles; desejando que sua cidade seja superior à outra;
desejando que seu país seja superior de algum modo – às vezes até mesmo
em seus eventos esportivos primitivos!
Isto é propagado conscientemente, vocês entendem?
Vocês
são colocados conscientemente em espaços de separação e tudo isto é
registrado no Manipura – comparando-se entre si; querendo ser como o
outro – isto é um assunto de Manipura. Ao mesmo tempo, este maravilhoso
chakra solar no seu plexo solar é seu ponto de maior poder!
Quando
vocês abandonarem a consciência de separação, de forma que vocês não
desejem ser melhor ou superior ou mais bonito ou mais inteligente que os
outros - quando vocês se aceitarem como perfeitos exatamente como você
são – então vocês começarão a entrar em um espaço de paz!
Quando
vocês entrarem em um espaço de paz, vocês poderão mais facilmente
acessar seu poder interior, que provem da sua autoaceitação e do
acompanhamento dos impulsos que ativam seus dons.
Estes
aspectos envolvem dissolvência da barreira entre Manipura (o chakra
plexo solar) e Anahata (o chakra cardíaco), e a barreira entre Anahata e
Manipura.
Pois
o centro cardíaco, com sua capacidade infinita para o amor
incondicional, os ajudará a entrar em um espaço de paz, no qual sua
força de vontade, coragem e determinação são ativadas. Assim que isto se
ativa dentro do Manipura, seu centro cardíaco é fortalecido para que
esteja forte e não tão vulnerável.
Muitos
de vocês sofrem com esta vulnerabilidade de coração porque seus
corações não estão conectados com o poder do seu plexo solar!
Não é assim?
Em sua sociedade esse poder não é associado automaticamente com paz?
E
nós ainda lhes dizemos, a cada um de vocês, que quando seu poder está
realmente com vocês, o que vocês experimentam é uma sensação de paz.
Então nós aconselharemos que vocês façam a meditação que lhes foi
passada, chamada ‘Dissolvendo os Véus ' (*).
(*) Nota Stela - esta meditação está ao final da mensagem em formato de video
Dissolver
os véus entre Manipura & Anahata – será de grande benefício e nós
estamos em grande alegria pressentindo as alterações de sua energia
através deste método.
Sobre o Chakra Cardíaco
Nós temos orgulho ao lembrá-los das palavras do Mestre Jesus ‘É dando que se recebe'.
Permitam-nos
agora acrescentar: ‘É dando que se tornam mais capazes e livres para
dar.' Pois muitos de vocês estão dando, dando, dando, sem uma capacidade
igual para receber.
Quando
vocês dão amor, sua energia não deveria deixá-los – a energia infinita
de Deus/Deusa deveria fortalecê-los enquanto ela flui por vocês – o dar
seu amor que enfraquece ou drena sua energia significa que o amor não é
incondicional – que há algum aspecto em que o que vocês dão envolve
muito esforço ou a perda de seu poder.
Assim como vocês aprendem a receber e aceitar elogios, presentes e reconhecimento de sua beleza – aprendam a receber e dizer:
"Obrigado, eu sei que isto é verdade.
Obrigado, eu sei que minha voz é bonita.
Obrigado, eu sei que meus olhos são divinos.
Obrigado, eu sei que eu sou verdadeiramente talentoso e que eu tenho muito para oferecer."
É
provável que esta ideia encha seus olhos de lágrimas, não é? - pois
isto é a cura da sua percepção equivocada de que vocês não são
merecedores!
Em grande amor, nós lhes desejamos namastê.
Amor, amor, amor
Solara Am-Ra,
Guerreira da Luz
Universal Copyright 2007 autorizado.
Por
favor distribua esta canalização gratuitamente, sem comercializá-la de
nenhuma forma, e inclua a fonte: http://www.solara.org.uk/
Tradução para De Coração a Coração:
Selene - sintesis@ajato.com.Veja os Videos abaixo legendado.
http://www.youtube.com/watch?v=rzqR6dii8lg#t=54
http://www.youtube.com/watch?v=kFbwpkf0fmU#t=336
ORAÇÃO CELTA
ORAÇÃO CELTA
Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente
ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua
criança interior.
Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas
como lições de vida.
Que a música seja tua companheira de momentos
secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia da
tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da
vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma
dance na luz.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de
tua passagem em cada coração.
Que em cada amigo o teu coração faça festa, que
celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.
Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja
sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma,
quando a alma é grande e generosa.
Que o teu coração voe contente nas asas da
espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o
centro do teu ser eterno.
Que um suave olhar te acompanhe, na terra ou no
espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.
Que o teu coração sinta a presença secreta do
inefável!
Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu
viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que
ama sem nome.
Aquele amor que não se explica, só se sente.
Que esse amor seja o teu acalento secreto, viajando
eternamente no centro do teu ser.
Que este amor transforme os teus dramas em luz, a
tua tristeza em celebração e os teus passos cansados em alegres passos de dança
renovadora.
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença
que está em ti e em todos os seres.
Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!
E até que nos encontremos novamente
que Deus te guarde bem na palma de suas mãos.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Mídia nos EUA: as 6 Corporações que controlam (manipulam) a Informação.
Em 1983, havia cerca de 50 corporações que
controlavam a grande maioria de todos os meios de comunicação nos
Estados Unidos. Hoje, a propriedade da mídia jornalística esta concentrada nas mãos de apenas seis-6 corporações de mídia incrivelmente poderosas.
Esses
gigantes corporativos controlam a maioria do que assistimos, ouvimos e
lemos todos os dias. Eles são donos de redes de televisão, canais de TV a
cabo, estúdios de cinema, jornais, revistas, produtoras de filmes,
editoras, gravadoras e até mesmo de muitos dos nossos sites favoritos …
{n.t.- Excerto do Post: “Anjos Caídos, The Watchers (os Vigilantes)”: Usaremos nossa mídia para controlar o fluxo de informações e o sentimento deles em nosso favor. Quando eles se insurgirem contra nós vamos esmagá-los como insetos, pois eles são menos do que isso. Eles serão impotentes para fazer qualquer coisa pois eles não terão armas. Suas mentes estarão limitadas por suas crenças e hábitos, as MESMAS crenças e hábitos que NÓS ESTABELECEMOS para suas vidas desde tempos imemoriais
(desde o surgimento da Babilônia). Usaremos todas as ferramentas que
temos para fazer isso. As ferramentas serão fornecidas pelo trabalho
deles. Vamos torná-los inimigos entre si e que odeiem seus vizinhos. Nós iremos sempre esconder a verdade divina deles, de que somos todos um… Fim de citação}.
—————————————————————————————
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
Infelizmente, a maioria dos americanos nem sequer para para pensar sobre quem os está alimentando com as horas intermináveis de notícias manipuladas e (um monte de baboseiras) entretenimento que eles engolem diariamente (enquanto consomem quilos e litros de porcarias à frente da TV).
Fonte: http://theeconomiccollapseblog.com
A maioria dos americanos (e da população mundial)
não parece realmente se preocupar com quem detém o controle dos seus
meios de comunicação. Mas deveriam. A verdade é que cada um de nós está profundamente influenciado pelas mensagens que estão constantemente sendo trituradas em nossas cabeças pela mídia. O americano médio assiste há 153 horas de televisão por mês (6,375 dias ou 21,25% do mês inteiro).
Na
verdade, a maioria dos americanos começam a se sentir fisicamente
desconfortável se ficar muito tempo sem ver ou ouvir alguma coisa na
TV. Infelizmente, a maioria dos americanos se tornou absolutamente
viciado em notícias (induzidas) e shows de entretenimento (pura
baboseira) e a propriedade de todas as notícias e a produção de
entretenimento que desejamos está ficando concentrada nas mãos de cada
vez menos pessoas a cada ano.
As seis empresas que coletivamente controlam a mídia dos EUA são hoje a Time Warner, Walt Disney, Viacom, Rupert Murdoch, CBS Corporation e NBC Universal. Juntas, as “Big Six” (Seis Grandes) redes de notícias absolutamente dominam o entretenimento nos Estados Unidos.
Mas até
mesmo as áreas de mídia que o “Big Six” não controlam completamente
estão se tornando cada vez mais concentradas. Por exemplo, a Clear Channel possui agora mais de 1.000 estações de rádio em todos os Estados Unidos. Empresas como Google, Yahoo, Facebook e Microsoft estão cada vez mais dominando a Internet.
Mas é o “Big Six“,
que são as maiores preocupações. Quando você controla o que os
americanos assistem, ouvem e leem você ganha um grande controle sobre o
que eles pensam e sobre as suas vidas. Eles não chamam isso de
“programação” para nada. Em 1983 já era ruim o suficiente para que cerca
de 50 empresas dominassem a mídia dos EUA. Mas desde aquela época, o
poder do controle sobre a mídia tornou-se rapidamente concentrado nas
mãos de cada vez menos pessoas….
“Em 1983, cinquenta corporações dominavam a maior parte de todos os meios de comunicação de massa e a maior concentração de mídia na história foi um negócio de US$ 340milhões. … Já em 1987, essas cinqüenta empresas ficaram reduzidas a 29. … Em 1990,
as 29 empresas se reduziram para 23. … Em 1997, as maiores empresas
eram apenas em número de dez e envolveu cifra de Us$ 19 bilhões de
dólares do acordo de fusão Disney-ABC, no momento em que havia a maior concentração de mídia até então. … Mas em 2000 a corporação AOL Time Warner envolveu US$ 350 bilhões de dólares resultante da fusão que foi de mais de 1.000 vezes maior do que o maior negócio do ramo feito em 1983″ - Extraído do livro de Ben H. Bagdikian, ’’O Monopólio da Mídia’’, Sexta Edição, (Beacon Press, 2000), páginas 20 e 21.
Hoje, apenas seis colossais torres gigantes de mídia detém todo o resto. Grande parte das informações no quadro abaixo vem via mediaowners.com. O gráfico abaixo revela apenas uma pequena fração dos meios de comunicação que estes seis gigantes realmente possuem ….
O número de empresas de comunicação que controlam a maioria das empresas de mídia dos EUA hoje é de apenas CINCO grupos.
Time Warner
Home Box
Office (HBO), Time Inc.,Turner Broadcasting System Inc., Warner Bros
Entertainment Inc., CW Network (propriedade parcial), New Line
Cinema, Time Warner Cable, Cinemax, Cartoon Network, TBS, TNT, America
Online, MapQuest, Moviefone, Marie Clare, Castle Rock, Sports
Illustrated, TMZ Fortune , a revista People
Walt Disney
ABC
Television Network, Disney Publishing, ESPN Inc., Disney
Channel, SOAPnet, A & E, LIFE, Buena Vista Home Entertainment, Buena
Vista Theatrical Productions, Buena Vista Records, Disney
Records, Hollywood Records, Miramax Films, Touchstone Pictures, Walt
Disney Pictures, Pixar Animation Studios, Buena Vista Games, Hyperion
Books.
Um antigo e estranho, mas nada sutil anúncio do refrigerante 7up, usando a fofura dos bebês para vender refrigerante !!!
Viacom
Paramount
Pictures, Paramount Home Entertainment, Black Entertainment Television
(BET), Comedy Central, Television Country Music (CMT), Logo, MTV, MTV
Canadá, MTV2, Nick Revista, Nick at Nite, Nick Jr.,
Nickelodeon, Noggin, Spike TV, The Movie Channel, TV Land e VH1.
News Corporation
Dow Jones
& Company, Inc., FOX REDE de televisão, The New York Post, FOX
Searchlight Pictures, Beliefnet, FOX Business Network, FOX Kids
Europe, FOX News Channel, FOX Sports Net, FOX Television Network, FX, My
Network TV, MySpace, News Limited Notícias, Phoenix InfoNews
Canal, Phoenix Filmes Canal, Sky PerfecTV, Velocidade Canal, STAR TV Índia, STAR TV Taiwan, Star World, Times Higher Education Supplement Revista, Tempos revista literária do Suplemento, Times de Londres, 20th
Century Fox Home Entertainment, 20th Century Fox International, 20th
Century Fox Studios, 20th Century Fox Television, BSkyB, DIRECTV, The
Wall Street Journal, FOX Broadcasting Company, FOX, Interactive Media,
FOXTEL, HarperCollins Publishers, O National Geographic
Channel, National Rugby League, Notícias Interativo, Notícias
exterior, Radio Veronica, ReganBooks, Sky Italia, Sky Radio Dinamarca, Sky Radio Alemanha, Sky Radio Holanda, ESTRELA Zondervan
CBS Corporation
CBS News
CBS Sports
CBS Television Network
CNET
Showtime
TV.com
CBS Radio Inc. (130 estações)
CBS Consumer Products
CBS Outdoor
CW Network (50% de participação)
Infinity Broadcasting
Simon & Schuster (Pocket Books, Scribner)
Westwood Rede Radio One
CBS Sports
CBS Television Network
CNET
Showtime
TV.com
CBS Radio Inc. (130 estações)
CBS Consumer Products
CBS Outdoor
CW Network (50% de participação)
Infinity Broadcasting
Simon & Schuster (Pocket Books, Scribner)
Westwood Rede Radio One
NBC Universal
Bravo, CNBC, NBC
News, MSNBC, NBC Sports, Rede televisão NBC, Oxigénio, SciFi
Revista, SyFy (Sci Fi Channel), Telemundo, EUA Network, Weather
Channel, Focus Features, NBC Universal Television Distribution, NBC
Universal Television Studio, Paxson Communications (apropriação
parcial), Trio, Universal Parks & Resorts, Universal Pictures, Universal Home Studio vídeo.
Estas
gigantescas corporações de mídia não existem objetivamente para dizer a
verdade ao povo americano (ou para qualquer outro povo). Pelo
contrário, o objetivo principal de sua existência é para ganhar dinheiro
e controlar e manipular a mente das massas.
Estas
corporações gigantescas de mídia não vão fazer nada para ameaçar os seus
relacionamentos com os seus maiores anunciantes (também grande
corporações como as maiores empresas farmacêuticas que literalmente
gastam bilhões em publicidade, para vender veneno) e de uma forma ou
outra dessas corporações gigantes de mídia estão sempre indo expressar
os pontos de vista ideológicos dos seus proprietários (ou de quem os controla).
Felizmente,
um número crescente de norte americanos está começando a acordar e
estão percebendo que a grande mídia não deve ser nada confiável.
De acordo com uma nova pesquisa que acaba de ser lançado pelo Instituto Gallup,
o número de americanos que têm ainda alguma confiança na mídia impressa
(57 %) está em uma acentuada queda nunca vista antes em todos os
tempos.
Veja mais nos links:
- http://thoth3126.com.br/a-humanidade-esta-em-transe-induzido-pela-midia-controlada/
- http://thoth3126.com.br/numero-de-leitores-de-jornais-esta-em-colapso-nos-eua/
Essa é uma razão pela qual vemos as mídias alternativas apresentarem um crescimento tão rápido ao
longo dos últimos anos. Os principais e tradicionais meios de
comunicação tem vindo a perder credibilidade a um ritmo vertiginoso, e
os americanos estão começando a procurar outro lugar para ver a verdade
sobre o que realmente está acontecendo.
Você acha que alguém no fluxo de notícias normal vai realmente lhe dizer que a Reserva Federal dos EUA é ruim para a América , ou que estamos diante de uma terrível bolha de derivativos (criada artificialmente em 2008) no
mercado financeiro que poderia destruir o sistema financeiro do mundo
inteiro? Você acha que alguém na grande mídia iria realmente lhe dizer a
verdade sobre a desindustrialização da América ou a verdade sobre a cobiça voraz do grupo Goldman Sachs e de suas manipulações no mercado financeiro, ou que o mercado financeiro se transformou em um Casino?
Claro que
há alguns repórteres corajosos na grande mídia que conseguem escapar e
trazer à luz algumas histórias do passado de seus patrões corporativos
de vez em quando, mas em geral há um entendimento muito claro de que há
certas coisas que simplesmente não será dito ou permitido que você tome
conhecimento, na principal corrente de notícias. Mas os americanos estão
se tornando cada vez mais esfomeados pela verdade, e eles estão se
tornando cada vez mais insatisfeitos com a idiotização e robotização dos meios de comunicação e que eles estão publicando como “notícia difícil de aceitar” nos dias de hoje. Então
o que você pensa sobre o estado dos principais meios de
comunicação? Sinta-se livre para deixar um comentário com sua opinião
em http://theeconomiccollapseblog.com/
A
Marcha da Tirania: O sistema político nos EUA é o mais bem controlado e
muito bem conduzido no sentido de implantar uma NWO-Nova Ordem Mundial.
ABAIXO ALGUMAS DAS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS PELOS “FORMADORES, MANIPULADORES E CONTROLADORES DE OPINIÕES”,
HÁBITOS, PENSAMENTOS E O COMPORTAMENTO COLETIVO, PERPETRADO POR AQUELES
QUE CONTROLAM TODO O SISTEMA ATRAVÉS DO CONTROLE DA PROGRAMAÇÃO E
CONTEÚDO DAQUILO QUE É PRODUZIDO E PUBLICADO PELOS GRANDES CONGLOMERADOS
DE MÍDIA DO PLANETA:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração
que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e
das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a
técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de
informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente
indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos
conhecimentos essenciais, na área da ciência, da história humana, da
economia, da psicologia, da política, da neurobiologia e da cibernética.
“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas
sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público
ocupado, ocupado (com baboseiras), ocupado, sem nenhum tempo para
pensar; de volta à granja/fazenda como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um
problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a
fim de que este seja o (aparente) mandante das medidas que se deseja
fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a
violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o
público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da
sua própria liberdade. Ou também criar uma crise econômica para fazer
aceitar como um mal necessário para combater a pseudo crise (criada
artificialmente), com o retrocesso dos direitos sociais e o
desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la
gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira
que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram
impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo,
privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa,
salários que já não asseguram ganhos decentes, tantas mudanças que
haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só
vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de
apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação
pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um
sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o
esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a
massa (bovina), tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo
irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto
dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de
aceitá-la com resignação quando chegar o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO SE FOSSEM CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso,
argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas
vezes próximos à debilidade mental, como se o espectador fosse um menino
de baixa idade ou um deficiente mental (o que é a realidade quando analisada do ponto de vista da CONSCIÊNCIA do indivíduo, a maioria da população é infantil).
Quanto mais se intenciona buscar enganar ao espectador, mais se busca a
adoção de um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma
pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão
da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou
reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de
12 anos ou menos de idade.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO MENTAL.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um
curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos
indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite
abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar
ideias manipuladas e preconcebidas, desejos, medos e temores,
compulsões, ou para induzir comportamentos …
7- MANTER O PÚBLICO EM GERAL NA IGNORÂNCIA, MEDIOCRIDADE E IMBECILIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os
métodos utilizados para seu controle e sua própria escravidão. “A
qualidade da educação dada às classes sociais deve ser a mais pobre e
medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira
entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e
permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE COM A MEDIOCRIDADE.
Promover ao consciente de massa público para achar que é moda o fato
de ser estúpido, vulgar, imbecil e inculto…(movimento punk, drogas …)
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua
própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de
suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se
contra o sistema econômico, o individuo se autodesvalida e se culpa, o
que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição
da sua ação. E, sem ação, não há revolução e MUDANÇA NO STATOS QUO
CONTROLADO o que beneficia os manipuladores e controladores do sistema!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência
têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes.
Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema”
tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de
forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer
melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo.
Isto
significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle
maior, tenaz e um grande poder sobre a VONTADE dos indivíduos do que os
indivíduos sabem sobre si mesmos. A massa imbecilizada e ignorante é
controlada sem saber que isso acontece, devido às muitas sutilezas
empregadas nos métodos de controle do consciente coletivo.
Nossos cardápios estão recheados de produtos alterados
Por IHU OnLine
A
fome no Brasil é um “fenômeno socialmente produzido e reproduzido pela
mão do homem, que iniciou com a usurpação de terras indígenas pelos
colonizadores, que deram origem a nossa aristocracia rural”, alerta a
economista Brizabel da Rocha (*), autora de ‘Política de segurança
alimentar nutricional’.
Ao avaliar as políticas públicas brasileiras de combate à fome, ela enfatiza que “desde a República até o nosso século encontramos políticas públicas reprodutoras da pobreza, na tentativa de sua superação, com supremacia dos interesses econômicos sobre os direitos sociais”.
Leia a entrevista:
Historicamente, como os programas de combate à fome foram construídos no país? Que aspectos caracterizaram tais programas ao longo dos últimos 70 anos?
Na história recente de nosso país encontramos a origem da fome como um fenômeno socialmente produzido e reproduzido pela mão do homem, iniciado com a usurpação de terras indígenas pelos colonizadores, os quais deram origem a nossa aristocracia rural. Da República até o nosso século, encontramos políticas públicas reprodutoras da pobreza, na tentativa de sua superação, com supremacia dos interesses econômicos sobre os direitos sociais.
Ao abordarmos a questão da fome, num país como o Brasil, de dimensões continentais, rico em suas fontes naturais (minerais, hídricas, ecossistêmicas), sua biodiversidade, seu clima tropical, e também em suas fronteiras agrícolas, temos de abordar a questão da terra, da agricultura, das opções de desenvolvimento, e reconhecer que a fome (em suas diversas expressões), mesmo em diferentes períodos históricos e de desenvolvimento do país, é o resultado de um contexto político, econômico e social.
Dessa forma, os aspectos que caracterizaram os programas públicos de combate à fome sempre estiveram diretamente ligados à alternância dos ciclos administrativos, governamentais, ao longo dos anos. Foram avanços trazidos pelo médico, escritor e político pernambucano Josué de Castro, já em 1940, a partir de estudos científicos de e inquéritos alimentares, que caracterizaram cinco "áreas alimentares" no país, instituindo na época uma nova visão sobre os programas públicos.
Houve retrocessos e negação do fenômeno da fome e da pobreza, no período ditatorial (1964 a 1986). Também houve certa estagnação na década de 1990. Porém, os movimentos sociais e populares, em 1993, recolocaram o tema na agenda. Houve nova retomada somente a partir do ano de 2003, no primeiro mandato do presidente Lula.
Desde a criação do Serviço de Alimentação e Previdência Social – SAPS, em 1940, que buscava baratear o valor da alimentação para o trabalhador, até a instituição do programa governamental Fome Zero, que avaliação é possível fazer sobre as políticas públicas brasileiras nessa área?
Os programas desse período a partir do SAPS, embora morosos na sua implantação e implementação, procuraram abordar questões estruturais e imediatas que estavam presentes naquela década. Houve a criação do Serviço Técnico de Alimentação Nacional – STAN, ligado diretamente ao poder Executivo. Tinha por função estimular pesquisa de nutrição e aperfeiçoar os processos industriais de produção de alimentos bem como instalar a Comissão Nacional de Alimentação – CNA, que estabeleceu o Plano Nacional de Alimentação, o qual reconheceu, pela primeira vez, as questões estruturais, econômicas e políticas geradoras da fome.
Foi o último programa, quando então vivemos o período do governo militar, quando todos os programas foram fragmentados, com multiplicidade de ações, sem a visão de direitos vinculados a um forte cunho clientelista e paternalista (que de alguma forma ainda hoje se vê). Isso proporcionava a dependência da população pobre às benesses do governo. No final da década de 1990, as medidas foram de caráter administrativo, privatizações, reforma do estado, sem incidir nas questões sociais marcadas por profundas desigualdades.
A partir de que momento a fome passou a ser compreendida numa perspectiva de Segurança Alimentar Nutricional? Que mudanças ocorreram nos programas sociais a partir dessa interpretação?
No Brasil, as primeiras referências documentais de governo datam do final do ano de 1985, através do Ministério da Agricultura, quando foi elaborada a proposta de Política Nacional de Segurança Alimentar com objetivos centrais de atender às necessidades alimentares da população e atingir a autossuficiência nacional de produção de alimentos, com o que se critou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar. A proposta, à época, teve pouca repercussão, mas sementes foram lançadas.
Passou-se a incorporar, no conceito de segurança alimentar, temas relevantes como a qualidade sanitária, biológica, nutricional e cultural dos alimentos, assim como a segurança alimentar domiciliar, agregando-se aí noções correlacionadas como a de assistência básica à saúde, o cuidado promovido no lar, o cuidado do preparo dos alimentos, a necessidade do aleitamento materno. Dessa forma foi dado ao conceito – para além do acesso aos alimentos – uma face mais humana.
Como equacionar problemas estruturais no que se refere à questão da fome e da segurança alimentar, superando o assistencialismo que domina as políticas públicas na área? Por que é tão difícil ultrapassar essa barreira do assistencialismo?
Passa pelo processo de educação de um povo. É interessante que na minha pesquisa de mestrado, onde tento verificar como esse direito humano é garantido à população de três regiões distintas de Porto Alegre, a categoria “educação” foi a primeira evidenciada pelos sujeitos pesquisados. Ela surge como fio condutor para garantia de condições de qualidade de vida, saúde, possibilidade de participação efetiva do ser humano em seu núcleo familiar, em sua comunidade, permeando todo o processo de vida das pessoas para que a cidadania seja exercida. Essa cidadania só será exercida plenamente pela dignidade do trabalho, constitutivo da identidade humana. Faz-se necessário o acesso ao trabalho e aos meios de produção.
Diante dos programas sociais e das políticas públicas direcionadas à alimentação, é possível falar em insegurança alimentar no Brasil?
Costumo dizer que a população mandatária da política de assistência social é uma população em insegurança alimentar. A insegurança alimentar, em qualquer dos seus graus de gravidade, é mais frequente nos domicílios dos estratos sociais mais baixos. Via de regra, a população em insegurança alimentar associa uma combinação de fatores tais como baixa escolaridade, trabalho informal, precarização das condições de trabalho, ausência de renda, ou renda muito baixa, incidência da questão de gênero, mulheres chefes de família, e crianças.
Porém, todos nós nos encontramos, de uma forma ou de outra, em insegurança alimentar. Isso porque todos estamos rodeados de alimentos com agrotóxicos, alimentos com alto processo de industrialização que deixam de ser alimentos. Lembro o recente caso da alteração criminosa do leite no Rio Grande do Sul. Há também os alimentos geneticamente modificados, dos quais não sabemos os efeitos colaterais em nosso organismo, sem contar os efeitos com relação ao meio ambiente. As águas contaminadas. Enfim, todos nós estamos afetos.
Ao avaliar as políticas públicas brasileiras de combate à fome, ela enfatiza que “desde a República até o nosso século encontramos políticas públicas reprodutoras da pobreza, na tentativa de sua superação, com supremacia dos interesses econômicos sobre os direitos sociais”.
Leia a entrevista:
Historicamente, como os programas de combate à fome foram construídos no país? Que aspectos caracterizaram tais programas ao longo dos últimos 70 anos?
Na história recente de nosso país encontramos a origem da fome como um fenômeno socialmente produzido e reproduzido pela mão do homem, iniciado com a usurpação de terras indígenas pelos colonizadores, os quais deram origem a nossa aristocracia rural. Da República até o nosso século, encontramos políticas públicas reprodutoras da pobreza, na tentativa de sua superação, com supremacia dos interesses econômicos sobre os direitos sociais.
Ao abordarmos a questão da fome, num país como o Brasil, de dimensões continentais, rico em suas fontes naturais (minerais, hídricas, ecossistêmicas), sua biodiversidade, seu clima tropical, e também em suas fronteiras agrícolas, temos de abordar a questão da terra, da agricultura, das opções de desenvolvimento, e reconhecer que a fome (em suas diversas expressões), mesmo em diferentes períodos históricos e de desenvolvimento do país, é o resultado de um contexto político, econômico e social.
Dessa forma, os aspectos que caracterizaram os programas públicos de combate à fome sempre estiveram diretamente ligados à alternância dos ciclos administrativos, governamentais, ao longo dos anos. Foram avanços trazidos pelo médico, escritor e político pernambucano Josué de Castro, já em 1940, a partir de estudos científicos de e inquéritos alimentares, que caracterizaram cinco "áreas alimentares" no país, instituindo na época uma nova visão sobre os programas públicos.
Houve retrocessos e negação do fenômeno da fome e da pobreza, no período ditatorial (1964 a 1986). Também houve certa estagnação na década de 1990. Porém, os movimentos sociais e populares, em 1993, recolocaram o tema na agenda. Houve nova retomada somente a partir do ano de 2003, no primeiro mandato do presidente Lula.
Desde a criação do Serviço de Alimentação e Previdência Social – SAPS, em 1940, que buscava baratear o valor da alimentação para o trabalhador, até a instituição do programa governamental Fome Zero, que avaliação é possível fazer sobre as políticas públicas brasileiras nessa área?
Os programas desse período a partir do SAPS, embora morosos na sua implantação e implementação, procuraram abordar questões estruturais e imediatas que estavam presentes naquela década. Houve a criação do Serviço Técnico de Alimentação Nacional – STAN, ligado diretamente ao poder Executivo. Tinha por função estimular pesquisa de nutrição e aperfeiçoar os processos industriais de produção de alimentos bem como instalar a Comissão Nacional de Alimentação – CNA, que estabeleceu o Plano Nacional de Alimentação, o qual reconheceu, pela primeira vez, as questões estruturais, econômicas e políticas geradoras da fome.
Foi o último programa, quando então vivemos o período do governo militar, quando todos os programas foram fragmentados, com multiplicidade de ações, sem a visão de direitos vinculados a um forte cunho clientelista e paternalista (que de alguma forma ainda hoje se vê). Isso proporcionava a dependência da população pobre às benesses do governo. No final da década de 1990, as medidas foram de caráter administrativo, privatizações, reforma do estado, sem incidir nas questões sociais marcadas por profundas desigualdades.
A partir de que momento a fome passou a ser compreendida numa perspectiva de Segurança Alimentar Nutricional? Que mudanças ocorreram nos programas sociais a partir dessa interpretação?
No Brasil, as primeiras referências documentais de governo datam do final do ano de 1985, através do Ministério da Agricultura, quando foi elaborada a proposta de Política Nacional de Segurança Alimentar com objetivos centrais de atender às necessidades alimentares da população e atingir a autossuficiência nacional de produção de alimentos, com o que se critou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar. A proposta, à época, teve pouca repercussão, mas sementes foram lançadas.
Passou-se a incorporar, no conceito de segurança alimentar, temas relevantes como a qualidade sanitária, biológica, nutricional e cultural dos alimentos, assim como a segurança alimentar domiciliar, agregando-se aí noções correlacionadas como a de assistência básica à saúde, o cuidado promovido no lar, o cuidado do preparo dos alimentos, a necessidade do aleitamento materno. Dessa forma foi dado ao conceito – para além do acesso aos alimentos – uma face mais humana.
Como equacionar problemas estruturais no que se refere à questão da fome e da segurança alimentar, superando o assistencialismo que domina as políticas públicas na área? Por que é tão difícil ultrapassar essa barreira do assistencialismo?
Passa pelo processo de educação de um povo. É interessante que na minha pesquisa de mestrado, onde tento verificar como esse direito humano é garantido à população de três regiões distintas de Porto Alegre, a categoria “educação” foi a primeira evidenciada pelos sujeitos pesquisados. Ela surge como fio condutor para garantia de condições de qualidade de vida, saúde, possibilidade de participação efetiva do ser humano em seu núcleo familiar, em sua comunidade, permeando todo o processo de vida das pessoas para que a cidadania seja exercida. Essa cidadania só será exercida plenamente pela dignidade do trabalho, constitutivo da identidade humana. Faz-se necessário o acesso ao trabalho e aos meios de produção.
Diante dos programas sociais e das políticas públicas direcionadas à alimentação, é possível falar em insegurança alimentar no Brasil?
Costumo dizer que a população mandatária da política de assistência social é uma população em insegurança alimentar. A insegurança alimentar, em qualquer dos seus graus de gravidade, é mais frequente nos domicílios dos estratos sociais mais baixos. Via de regra, a população em insegurança alimentar associa uma combinação de fatores tais como baixa escolaridade, trabalho informal, precarização das condições de trabalho, ausência de renda, ou renda muito baixa, incidência da questão de gênero, mulheres chefes de família, e crianças.
Porém, todos nós nos encontramos, de uma forma ou de outra, em insegurança alimentar. Isso porque todos estamos rodeados de alimentos com agrotóxicos, alimentos com alto processo de industrialização que deixam de ser alimentos. Lembro o recente caso da alteração criminosa do leite no Rio Grande do Sul. Há também os alimentos geneticamente modificados, dos quais não sabemos os efeitos colaterais em nosso organismo, sem contar os efeitos com relação ao meio ambiente. As águas contaminadas. Enfim, todos nós estamos afetos.
* Brizabel da Rocha é graduada em
Economia Doméstica pela Universidade de Passo Fundo – UPF, especialista
em Cooperativismo e Associativismo pela Universidade do Vale dos Sinos –
Unisinos, e em Gestão da Educação pela Universidade Federal do Rio
Grande do Sul – UFRGS (2007). Também é mestre em Serviço Social pela
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS (2011).
Atualmente é colaboradora técnica do Instituto Harpya Harpia/SP, uma
OSCIP que atua na defesa e promoção do direito humano ao alimento e à
nutrição.
O silêncio que machuca
Apesar de todas as facilidades tecnológicas, os humanos nunca ficaram tão fechados em seu pequeno e medíocre mundinho pessoal.
Por Evaldo D´Assumpção*
Durante o tempo em que exerci a medicina, fosse na minha prática diária, fosse nos ensinamentos que procurava passar aos meus alunos e residentes, a resposta a qualquer ligação, carta ou e-mail que recebesse, era considerada absolutamente indispensável. Nunca deixei de dar retorno a um telefonema que não pudera atender, nunca deixei de responder a qualquer correspondência recebida, fosse convencional, fosse pela internet.
Esse meu comportamento sempre esteve ligado, visceralmente, à minha formação ética e familiar. Como uma pessoa poderia me procurar – mesmo que fosse alguém reconhecidamente impertinente ou aborrecida – e eu deixar de acolhê-la? Como eu poderia distinguir um pedido de acolhimento por razões fúteis, de outro por necessidade vital? Como eu poderia me olhar no espelho no final do dia, e sabendo-me um profissional que jurara acolher a quantos de mim necessitassem, por comodismo, preguiça ou até enfado, havia deixado de atendê-los?
McLuhan, filósofo falecido em 1980, criou a expressão “aldeia global” para definir o mundo do futuro, onde os meios de comunicação transformariam o planeta Terra numa enorme aldeia. Em outras palavras, onde todos se comunicariam facilmente, graças às tecnologias que se desenvolviam nessa área. Contudo, apesar de ter acertado na potencialidade tecnológica, errou completamente no quesito “comunicação”.
Hoje, apesar de termos os mais diferentes e sofisticados telefones com secretárias eletrônicas, celulares, computadores, notebooks, i-pods e outros artefatos, nunca os humanos ficaram tão trancados em seu pequeno e medíocre mundinho pessoal. Nunca as pessoas ficaram tão carentes de comunicação rápida e eficiente, especialmente em situações aflitivas, emergenciais ou até mesmo sociais.
Incomoda-me particularmente, a ausência de resposta para os e-mails que envio. Sempre que o faço utilizo a solicitação de confirmação de recebimento, que é um recurso automático muito simples e que exige apenas um clique de quem o recebe. Mesmo assim, a maioria das pessoas deixa de acusar o recebimento dos e-mails, o que me deixa sem saber se foram recebidos ou não. Principalmente levando-se em conta de que não me agrada receber, e consequentemente enviar aquelas numerosas mensagens de piadas ou de autoajuda, que vão sendo retransmitidas indefinida e repetidamente, cheias de fotos maravilhosas e textos poéticos, mas pesadíssimos para o meu pobre computador. A confirmação que peço e espero é para os e-mails que se referem a questões importantes e que necessitam certeza do seu recebimento.
Uma das queixas mais freqüentes na mídia, e que também escuto de pessoas falando do atendimento médico, é a falta de retorno desses profissionais às suas solicitações de informações ou esclarecimentos sobre sua doença ou de parentes seus. Essas pessoas dizem que ligam para o médico assistente e esse quase sempre está impossibilitado de atendê-las – o que é bastante compreensivo, pois não se deve interromper uma consulta médica, que exige total atenção do profissional, para atender telefonemas. Contudo, no intervalo entre consultas, ou mesmo no final do dia de trabalho, sempre é possível retornar as ligações. Mas isso, quase nunca acontece. As necessidades do cliente distante tornam-se insignificantes diante de outros compromissos, às vezes, esses sim, totalmente desimportantes, porém mais atrativos para os profissionais descomprometidos.
Entretanto, não são somente os médicos – que abriram minhas colocações, porque sou um médico com várias décadas de experiência – que agem dessa forma. Os advogados estão na mesma posição, nesse ranking tão indesejável. Já vivi uma situação onde fui obrigado a abrir um processo ético na OAB, contra certo advogado, simplesmente porque, depois de contratado e pago pelos seus serviços conforme ele determinara, só conseguia falar com a sua secretária,nunca diretamente com ele. A informação que sempre recebia era de que ele estava ocupado e retornaria posteriormente, sem nunca fazê-lo. Perdendo a causa pela sua constante ausência e falta de comunicação, só me restou a opção do processo ético. Essa causa eu ganhei.
Se isso acontece com profissionais de alto nível, sabemos que o mesmo ocorre em todas as profissões, em todas as relações entre pessoas, nesses dias tão difíceis para se viver. Quase ninguém tem compromisso com a palavra empenhada, e nem documentos rigorosamente registrados são capazes de motivar essas pessoas a cumprir o que prometeram fazer, ou pelo menos motivá-los a explicar o que está realmente acontecendo.
Tenho saudades dos tempos em que a palavra dada era sagrada, o compromisso com os clientes era seriamente respeitado, a hora marcada rigorosamente cumprida e o fio de barba, documento mais que suficiente para que nada fosse descumprido.
Talvez por tudo isso, ou também por isso, observamos tanto estresse, tanta insatisfação, tanta agressividade entre as pessoas. Será que podemos ter esperança de que um dia isso irá mudar e acabará esse silêncio que incomoda tanto?
*Evaldo D´Assumpção é médico e escritor
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Ou você é próspero ou você assiste TV
Olá, eu sou o Bruno J. Gimenes, escritor autor de vários livros, entre eles, "Decisões - Encontrando a Missão da sua Alma" e também sou coautor (junto com a minha amiga e sócia Patrícia Cândido) do livro "O Criador da Realidade - A vida dos seus sonhos é possível". Eu também sou cofundador do portal Luz da Serra (www.luzdaserra.com.br) e de mais outros diversos sites na área do autoconhecimento e da evolução da consciência. Agora eu criei um site só para falar de prosperidade; se você quiser se aprofundar, pode acessá-lo no www.ocriadordarealidade.com.br.
Eu quero lhe explicar nesse texto um dos principais venenos da vida de qualquer pessoa que busca prosperidade. Muitas pessoas sofrem nesse caminho, não encontram o que buscam e também não encontram o motivo dessa falta de prosperidade. E o motivo sobre o qual vou falar é tão sutil que chega a ser ardiloso e por ser tão sutil acaba como que se infiltrando na vida de qualquer pessoa, tornando-se um hábito completamente destrutivo.
E se você não sabe tecnicamente o que é um hábito, para resumir eu lhe digo: é uma rotina!
O seu cérebro, na tentativa de preservar o máximo de energia possível, faz de tudo para criar padrões de comportamento, ou seja, caminhos conhecidos que serão repetidos sempre que determinadas atitudes forem disparadas. Quando você se acostuma a agir sempre do mesmo jeito, seja em uma rotina saudável
Precisei falar dos hábitos para que você entenda a importância de saber escolher bem tudo o que você faz de forma repetitiva, porque essas ações se tornarão hábitos e uma vez que se tornarem hábitos, você passará a agir em grande parte por impulsos ou de forma automática.
E como quase tudo que você faz em sua vida acontece por força dos hábitos, nada é mais importante do que garantir que eles sejam saudáveis e positivos, não é mesmo?
Então, deixe-me falar sobre o poder da autossugestão...
Tudo o que você vê, inala (percebe o aroma), ouve ou sente na pele, de uma forma ou de outra, consciente ou inconsciente, afeta a sua consciência. Por isso, por mais que você ache que o mundo ao seu redor, as pessoas ao seu redor, as notícias ao seu redor, os acontecimentos ao seu redor não sejam tão relevantes na influenciação da sua personalidade, eu posso garantir, com base em pesquisas feitas pelos grandes gurus da área, que "tudo influencia tudo". Ninguém sai ileso da "noticiosfera", que é a atmosfera psíquica criada com tantas informações, notícias, mensagens, preocupações, pessimismo, euforia e lamentações coletivas.
"O que acontece ao seu redor tende a impregnar a sua consciência e determinar a pessoa que você será em breve".
E é por isso que assistir TV vai conduzi-lo para a mediocridade e fará de tudo para mantê-lo lá. Desde um filme de sucesso, uma novela, até um telejornal, tudo, efetivamente tudo que é produzido pelas grandes redes é perfeitamente projetado para gerar um engajamento com você. Obviamente, você deve saber que cada emissora de TV faz de tudo para conseguir manter você conectado com a programação dela, acho que isso você já sabe, certo?
Acontece que você pode não saber que para que essa conexão aconteça (a chave da audiência) é necessário gerar um relacionamento com você. Esse relacionamento se dá por meio de gatilhos específicos (conhecidos como gatilhos mentais ou emocionais) que despertam o seu lado inconsciente para a conversa existente no processo. Essa conversa informal se estabelece no momento em que o conteúdo da programação envolve você em pensamentos e sentimentos que prendam a sua atenção.
Eu acho que até aqui você está entendendo bem... mas acontece que nada, absolutamente nada, gera mais gatilhos emocionais e respostas diretas do seu inconsciente do que emoções negativas. Liderando essas emoções temos situações que geram em você: medo, culpa, tristeza, abandono, raiva, sentimento de injustiça, isolamento, baixa autoestima, preocupação, revolta e depressão.
Acredite: 99% de toda a programação televisiva é criada com esses gatilhos mentais, pois são as emoções as responsáveis por prender a pessoa na programação.
Imagine então que você assista "apenas" a duas horas por dia de televisão, seja um filme, uma novela, ou mesmo um simples noticiário. E se diariamente você mergulha em uma dieta
Nesse momento, é provável que você diga: "como eu posso parar de assistir TV??? Isso é um absurdo!!! Você deve estar louco!!!" Ou ainda: "televisão é a única diversão que eu tenho, não posso parar!!!".
Eu realmente respeito você, realmente entendo o seu comentário, até porque antes de encontrar a condição de prosperidade na qual me encontro atualmente, com a saúde dos meus sonhos, com o carro dos meus sonhos e com a renda muito acima dos meus sonhos, eu também agia assim, também achava que não podia viver sem uma televisão. E hoje, mesmo tendo uma TV de última geração na minha sala, quase sempre prefiro mantê-la desligada para que eu possa curtir o silêncio da minha sala lendo um livro.
Eu aprendi a desligar a TV e hoje, somente 2 horas de uma consultoria minha representam um mês inteiro do salário que eu recebia na época em que eu não vivia sem a TV. E isso tudo porque eu aprendi a focar no meu crescimento, na minha evolução e na minha felicidade real, para que o resultado me proporcionasse agregar tanto valor ao que eu faço atualmente, que simplesmente não precise mais me preocupar com dinheiro para viver, sendo o foco principal do meu trabalho a missão embutida nele. Em outras palavras: trabalho por paixão e amor ao que faço!
Eu desejo isso para você e hoje sei também que existe uma fórmula para a prosperidade, composta de várias etapas e seguramente uma delas é abandonar definitivamente o mergulho diário na "noticiosfera" televisiva. É provável também que você me crucifique por conta de tudo que eu estou falando, e eu afirmo, realmente, que vou lhe entender, porque para ter prosperidade é preciso pensar e agir muito diferente da maioria e, sinceramente, é tarefa possível para pessoas realmente focadas e comprometidas.
Eu desejo do fundo do meu coração que você se torne uma dessas pessoas!
E agora é a hora que eu peço a sua contribuição. Se você gostou, então, compartilhe. E depois clique no link abaixo e compartilhe!
Muita Luz.
Bruno J. Gimenes
http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=37204
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