segunda-feira, 15 de julho de 2013

"As farmacêuticas bloqueiam medicamentos que curam, porque não são rentáveis"


Li e estou repassando:
O Prémio Nobel da Medicina Richard J. Roberts denuncia a forma como funcionam as grandes farmacêuticas dentro do sistema capitalista, preferindo os benefícios económicos à saúde, e detendo o progresso científico na cura de doenças, porque a cura não é tão rentável quanto a cronicidade.
Richard J. Roberts: "É habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores". Foto de Wally Hartshorn
Há poucos dias, foi revelado que as grandes empresas farmacêuticas dos EUA gastam centenas de milhões de dólares por ano em pagamentos a médicos que promovam os seus medicamentos. Para complementar, reproduzimos esta entrevista com o Prémio Nobel Richard J. Roberts, que diz que os medicamentos que curam não são rentáveis e, portanto, não são desenvolvidos por empresas farmacêuticas que, em troca, desenvolvem medicamentos cronificadores que sejam consumidos de forma serializada. Isto, diz Roberts, faz também com que alguns medicamentos que poderiam curar uma doença não sejam investigados. E pergunta-se até que ponto é válido e ético que a indústria da saúde se reja pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chega a assemelhar-se ao da máfia.

A investigação pode ser planeada?
Se eu fosse Ministro da Saúde ou o responsável pelas Ciência e Tecnologia, iria procurar pessoas entusiastas com projectos interessantes; dar-lhes-ia dinheiro para que não tivessem de fazer outra coisa que não fosse investigar e deixá-los-ia trabalhar dez anos para que nos pudessem surpreender.
Parece uma boa política.
Acredita-se que, para ir muito longe, temos de apoiar a pesquisa básica, mas se quisermos resultados mais imediatos e lucrativos, devemos apostar na aplicada ...
E não é assim?
Muitas vezes as descobertas mais rentáveis foram feitas a partir de perguntas muito básicas. Assim nasceu a gigantesca e bilionária indústria de biotecnologia dos EUA, para a qual eu trabalho.
Como nasceu?
A biotecnologia surgiu quando pessoas apaixonadas começaram a perguntar-se se poderiam clonar genes e começaram a estudá-los e a tentar purificá-los.
Uma aventura.
Sim, mas ninguém esperava ficar rico com essas questões. Foi difícil conseguir financiamento para investigar as respostas, até que Nixon lançou a guerra contra o cancro em 1971.
Foi cientificamente produtivo?
Permitiu, com uma enorme quantidade de fundos públicos, muita investigação, como a minha, que não trabalha directamente contra o cancro, mas que foi útil para compreender os mecanismos que permitem a vida.
O que descobriu?
Eu e o Phillip Allen Sharp fomos recompensados pela descoberta de introns no DNA eucariótico e o mecanismo de gen splicing (manipulação genética).
Para que serviu?
Essa descoberta ajudou a entender como funciona o DNA e, no entanto, tem apenas uma relação indirecta com o cancro.
Que modelo de investigação lhe parece mais eficaz, o norte-americano ou o europeu?
É óbvio que o dos EUA, em que o capital privado é activo, é muito mais eficiente. Tomemos por exemplo o progresso espectacular da indústria informática, em que o dinheiro privado financia a investigação básica e aplicada. Mas quanto à indústria de saúde... Eu tenho as minhas reservas.
Entendo.
A investigação sobre a saúde humana não pode depender apenas da sua rentabilidade. O que é bom para os dividendos das empresas nem sempre é bom para as pessoas.
Explique.
A indústria farmacêutica quer servir os mercados de capitais ...
Como qualquer outra indústria.
É que não é qualquer outra indústria: nós estamos a falar sobre a nossa saúde e as nossas vidas e as dos nossos filhos e as de milhões de seres humanos.
Mas se eles são rentáveis investigarão melhor.
Se só pensar em lucros, deixa de se preocupar com servir os seres humanos.
Por exemplo...
Eu verifiquei a forma como, em alguns casos, os investigadores dependentes de fundos privados descobriram medicamentos muito eficazes que teriam acabado completamente com uma doença ...
E por que pararam de investigar?
Porque as empresas farmacêuticas muitas vezes não estão tão interessadas em curar as pessoas como em sacar-lhes dinheiro e, por isso, a investigação, de repente, é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam totalmente, mas que tornam crónica a doença e fazem sentir uma melhoria que desaparece quando se deixa de tomar a medicação.
É uma acusação grave.
Mas é habitual que as farmacêuticas estejam interessadas em linhas de investigação não para curar, mas sim para tornar crónicas as doenças com medicamentos cronificadores muito mais rentáveis que os que curam de uma vez por todas. E não tem de fazer mais que seguir a análise financeira da indústria farmacêutica para comprovar o que eu digo.
Há dividendos que matam.
É por isso que lhe dizia que a saúde não pode ser um mercado nem pode ser vista apenas como um meio para ganhar dinheiro. E, por isso, acho que o modelo europeu misto de capitais públicos e privados dificulta esse tipo de abusos.
Um exemplo de tais abusos?
Deixou de se investigar antibióticos por serem demasiado eficazes e curarem completamente. Como não se têm desenvolvido novos antibióticos, os microorganismos infecciosos tornaram-se resistentes e hoje a tuberculose, que foi derrotada na minha infância, está a surgir novamente e, no ano passado, matou um milhão de pessoas.
Não fala sobre o Terceiro Mundo?
Esse é outro capítulo triste: quase não se investigam as doenças do Terceiro Mundo, porque os medicamentos que as combateriam não seriam rentáveis. Mas eu estou a falar sobre o nosso Primeiro Mundo: o medicamento que cura tudo não é rentável e, portanto, não é investigado.
Os políticos não intervêm?
Não tenho ilusões: no nosso sistema, os políticos são meros funcionários dos grandes capitais, que investem o que for preciso para que os seus boys sejam eleitos e, se não forem, compram os eleitos.
Há de tudo.
Ao capital só interessa multiplicar-se. Quase todos os políticos, e eu sei do que falo, dependem descaradamente dessas multinacionais farmacêuticas que financiam as campanhas deles. O resto são palavras…
18 de Junho, 2011
Publicado originalmente no La Vanguardia. Retirado de Outra Política
Tradução de Ana Bárbara Pedrosa para o Esquerda.net

sexta-feira, 12 de julho de 2013

O Novo Messias, Cristo, Buddha, Krishna…


 

O Novo Messias – Cristo – Buddha – Krishna (O Novo ILUMINADO)
Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino(elevar a Kundalini) em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo“. 
Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso de qualquer religião específica e nem para qualquer povo “eleito”, ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião, para todos que o aceitarem e à sua mensagem.

Quem é o Novo messias? Maitreya,  o Cristo Cósmico
Maitreya, o Mestre Ascenso cujo nome significa “bondade”, está cumprindo seu juramento de ser o tutor na Terra das almas que desejam trilhar o caminho do Bodhisattva. Ele, que vestiu o manto do Senhor Divino na Escola de Mistérios da Lemúria (Éden), veio em resposta ao chamado da Mãe Divina para salvar os Portadores de Luz.


Acima o local do Retiro do Templo do Royal Teton. A realização espiritual de uma alma determina onde ela vai acabar em vida após a morte do seu corpo. O templo do Retiro do Royal Teton, que esta situado dentro das Montanhas Rochosas, no Grand Tetons é um dos refúgios mais importantes da Hierarquia Espiritual e da Fraternidade Branca-Mestres Ascencionados do planeta. Uma Alma realizada teria a sorte de ser transportada para lá, porque então ela só poderia estar interagindo com os Mestres Ascensos, com os seres cósmicos e a Hierarquia Espiritual que regem os destinos do planeta e da humanidade nesse final de ciclo, ou seja, essa Alma estaria interagindo com os Senhores do Carma, Saint Germain, Confúcio, Sidharta (Buddha) Gautama, Hilarion, e todos os demais. Aqui esta o primeiro parágrafo do livro Os Mestres e seus Retiros descrevendo este retiro: 


“O Templo do Royal Teton, congruente com a Faixa das Montanhas Rochosas, no local conhecido como o Grand Tetons, perto de Jackson Hole, no estado do Wyoming, EUA, é o retiro principal da Grande Fraternidade Branca no continente norte-americano. Confúcio é o hierarca deste retiro físico / Eterico inserido dentro da montanha Grand Teton. Este retiro é um foco antigo de grande concentração de luz, onde os sete raios dos Elohim e dos arcanjos estão consagrados”.
(n.T. – Ele é anterior ao Dilúvio. Junto a esse local esta o portão sul de entrada do Parque de Yellowstone – Pedra Amarela – um nome que deriva de um antigo Templo Sagrado de Atlântida e cujos restos ainda podem ser encontrados no topo de um cume próximo às montanhas do Grand Teton. )
Maitreya foi o segundo discípulo (após Gautama) a responder à chamada de Sanat Kumara na Terra. Em 1º de janeiro de 1956, numa cerimônia realizada no Retiro de Royal Teton, (Wyoming-USA) Gautama sucedeu a Sanat Kumara no cargo de Senhor do Mundo e Maitreya sucedeu a Gautama nos cargos de Cristo Cósmico e Buda Planetário, passando o manto de Instrutor do Mundo aos candidatos a este cargo, Jesus Cristo e Kuthumi.
A Mestra Ascensionada Pórtia (complemento feminino de Saint Germain) definiu o cargo de Cristo Cósmico como sendo a incorporação do momentum conjunto da consciência crística de cada alma individual em evolução na Matéria, e o próprio Senhor Maitreya deu ao mundo uma explicação a esse respeito em seu ditado de 14 de novembro de 1973:







Eu represento para vós o Pai quando vós estais no caminho rumo ao Cristo. Quando vós vos tornais o Cristo, eu represento para vós o Irmão em Cristo. Quando vós procurais elevar o raio feminino em vós, eu vos dou então o complemento a esse raio como o Espírito Santo.
E quando vós manifestais o Espírito Santo, eu então apareço como a Noiva Vestida de Branco. E vedes assim que a mestria da consciência do Cristo Cósmico é a realização da mestria dos quatro pontos da Cidade Quadrangular e os quatro lados dos quatro corpos inferiores. Portanto, a marca da consciência do Cristo Cósmico e daquele que atinge esse patamar é tornar-se o próprio”.

Seu nome significa Compaixão, e como Instrutor do Mundo completou as grandes religiões. Ele encarnou na Índia como Krishna para promover a religião Hindu e mais tarde Ele foi o Pai que instruía e agia através de Jesus. (Jesus/Sananda) Maitreya, nesta Nova Era, vestiu o Manto de Cristo Cósmico, que pertenceu a Jesus na Era de Peixes, Jesus, que padeceu e morreu na cruz, completando assim a religião Cristã. 
Ele tem sido esperado há gerações por todas as principais religiões. Os cristãos conhecem-no como o Cristo e estão na expectativa de Seu iminente retorno. Os judeus esperam-no como o Messias; os hindus aguardam a chegada de Krishna; os budistas esperam Buddha Maitreya e os muçulmanos esperam-no como Iman Mahdi ou o Messias. Os nomes podem diferir, mas existe a crença de que todos esses nomes se referem a mesma pessoa – O Professor do Mundo- cujo nome é Maitreya.




Preferindo simplesmente ser conhecido como o Instrutor, Maitreya não vem como um líder religioso ou fundador de uma nova religião, mas sim como professor e guia para as pessoas de todas as religiões e para aqueles sem religião. Nestes tempos de grandes crises políticas, econômicas e sociais, Maitreya inspirará a humanidade para que esta se sinta como uma família e criará uma civilização baseada no compartilhar, na justiça econômica e social e na cooperação entre todos os homens.
Ele lançará um apelo para salvar milhões de pessoas que morrem de fome a cada ano num mundo de fartura e abundância. Entre as recomendações de Maitreya está uma mudança nas prioridades sociais de modo que a alimentação, a moradia, a educação e a saúde pública adequada se convertam em direitos universais. Sob a inspiração de Maitreya a humanidade fará as mudanças necessárias e criará um mundo mais razoável e justo para todos.

“As esperanças agora são grandes para o MEU Reaparecimento. Com alegria ME apresentarei às pessoas. Busquem por MIM em seu próprio coração e ME encontrarão esperando. Procurem por MIM e peguem Minha mão. EU necessito sua ajuda para estar diante de vocês, para abençoar este mundo e ensinar, para mostrar aos homens que o caminho é simples, requer somente aceitar a justiça e a liberdade, Compartilhar e Amar”
“Não vim para fundar uma nova religião”, diz Maitreya, o Professor do Mundo. “Vim para ensinar a arte da realização do ser, algo que não é nem ideologia nem uma religião, mas que beneficia as pessoas de todas religiões e aquelas que não pertencem a nenhuma religião. “Eu busco expressar o que Sou através de vocês, por isto venho”


Segundo Maitreya, ”Só o Ser importa”. “Vocês são este ser, um ser imortal”. O sofrimento é causado pela identificação com tudo o que não é o Ser. Perguntem a si mesmos: Quem Eu Sou? E verão que estão identificados com a matéria (corpo), ou com o pensamento (mente/intelecto). Porém, vocês não são nenhum “destes”. Mente, corpo e espírito são os templos do Senhor. O Ser experimenta nestes templos “o supremo Ser é a manifestação do Senhor”.
Uma das formas mais fáceis de conhecer-me, diz Maitreya, é serem honestos em sua mente, sinceros em seu espírito, praticando o desapego. Qualquer ação realizada com desonestidade da mente, insinceridade espiritual e apego, são destrutivos. Por exemplo, se pensam numa coisa, dizem outra, e fazem ainda outra diferente, estão perdidos. A honestidade da mente conduz à palavra honesta e à ação correta. Esta harmonia conduz à paz e a felicidade.

A Arte da Realização do Ser, 

Lord Krishna e Radharani.

Sem o desapego não há salvação. O desapego é a “droga” mais poderosa. Aprender o desapego é uma arte. Um cientista desapegado, aprenderá as leis da física e química (que são leis da criação) e as aplicará, criando coisas que constituem a obra de Deus. O artista, com desapego, será capaz de descobrir Deus através de suas próprias experiências.
Que semelhante trabalho não é fácil, nem sequer para o Filho do Homem, é evidente. Os antigos costumes de divisão e separação têm fortes raízes, enquanto o medo e a superstição e a falta de fé e coragem enfeitiçam o homem/mulher há milhões de anos. Mas nunca antes, na história do mundo, veio um Professor melhor equipado para seu trabalho. Maitreya veio para lutar contra a ignorância e o medo, a divisão e a necessidade, pois ele trás consigo a energia da abundância (o Raio Verde).
Suas armas são a compreensão espiritual, a compaixão, o conhecimento e o amor. Sua brilhante armadura é a própria verdade em si mesma (que desta vez VAI PREVALECER).



O Significado do nome Jesus Cristo em grego:
X e P letras gregas X=chi e P=rho (com Alpha (α, o princípio) e Ômega (ω o fim) incluídos no símbolo), iniciais em grego do nome Cristo.  In Hoc Signo Vinces  em latim significa: Sob este sinal Vencerás.  Em Grego, Jesus Cristo (Cristo significa Ungido, Messias) escreve-se como Ιησος Χριστος, ou de um modo mais completo, o nome que as primeiras comunidades cristãs Lhe atribuíam em Grego: Ιησος Χριστος Θεου Υιος ΣωτηρIesus Christus Theos Uios Soter=Jesus Cristo Salvador Filho de Deus. As Iniciais desta frase ΙΧΘΥΣ (ICHTIUS) significam Peixe em grego.


Por isso os primeiros cristãos usavam o símbolo do peixe  (o símbolo da era astronômica iniciada em torno de 148 a.C., a era de Peixes que termina em 21 de dezembro de 2.012 a.D., quando então começa a Era Astronômica de Aquário) para se identificarem mantendo a discrição, buscando evitar sua delação para as tropas romanas durante a perseguição do império romano aos cristãos dos primeiros séculos.

A Magica da Paz Interior


  


A MÁGICA DA PAZ INTERIOR 
Cada um de vocês que está lendo isto é uma semente do Novo Tempo. Cada um de vocês contém a mágica da paz interior. Enquanto trazem o seu foco e atenção para cuidar desta semente em seu interior, vocês a vêem crescer e se expandir.
Quando a paz se desenvolver dentro de vocês, perceberão mais e mais a sua atenção se afastando da violência e dos conflitos do desamor. Enquanto cada ser cultiva a semente da paz interior, a paz e o amor se tornam a principal vibração no mundo.
Enquanto um Novo Tempo começa a se manifestar no Planeta Terra, muitos estão recebendo agora visões de um tempo tranqüilo e aparentemente mágico, quando cada ser se sente amado e íntegro em si mesmo. O panorama deste novo mundo pode parecer muito diferente do mundo que vocês vêem a sua volta hoje. Neste novo mundo, as guerras e a fome se tornarão extintas.
Cada pessoa existe nas freqüências do amor e da paz, e alegremente serve como um zelador sábio e amoroso da Terra e de todos os seus habitantes. Neste mundo, cada pessoa é abundante na riqueza do seu espírito e a partir deste espaço de infinita riqueza, cada um tem muito a dar. 
Imaginem uma sociedade onde cada ser desde o nascimento é amado e valorizado pelo dom único que ele é. Este é um mundo onde todos os reinos da vida – humano, planta, animal e mineral – são valorizados e respeitados pela centelha do espírito que eles são. Imaginem todo o Planeta Terra enviando uma vibração 
radiante de amor ao universo.



Vocês Vieram Aqui Para Ancorar A Paz e o Amor
Isto pode parecer em total contraste com o mundo que vocês vêem ao seu redor hoje, onde o sofrimento e a falta de amor rodopiam a sua volta. Vocês podem se encontrar questionando por que escolheram nascer em um plano energético tão denso. A resposta é simples. Vocês vieram aqui para ancorar as energias do Novo Tempo, onde a paz e o amor são as freqüências fundamentais. Isto pode parecer uma tarefa monumental dado o atual panorama do seu mundo, entretanto, a sua própria experiência deste Novo Tempo, já é uma semente que cresce dentro de vocês.
Cada um de vocês que está lendo isto, é uma semente do Novo Tempo. Cada um de vocês contém a mágica da paz interior. Enquanto trazem o seu foco e atenção para cuidar desta semente em seu interior, vocês a vêem crescer e se expandir. Quando a paz se desenvolver dentro de vocês, perceberão mais e mais a sua atenção se afastando da violência e dos conflitos do desamor. Enquanto cada ser cultiva a semente da paz interior, a paz e o amor se tornam a principal vibração no mundo. A paz mundial é um reflexo da paz interior individual. Concentrar-se no conflito nunca os levará a um espaço de paz interior.

TRANSFORMANDO AS ENERGIAS DO DESAMOR
Enquanto a semente da paz cresce dentro de vocês, assim também se desenvolve a consciência das suas habilidades que vocês possuem para transformar quaisquer densidades que encontrarem. Vocês podem escolher transformar o que percebem a sua volta com a luz da sua compreensão espiritual. Quando observarem aqueles que estão presos na guerra e na desarmonia, vejam a alma que está aprendendo a valorizar a paz, experienciando o seu oposto.
 
Cada um de vocês, no curso de sua evolução pessoal, passou pelo mesmo corredor. Ao invés de condenarem aqueles que lutam na guerra interior, os vejam através dos olhos do espírito, com amor e compaixão. Isto lhes permite permanecer em um espaço de paz interior. A partir deste espaço de paz interior, vocês são capazes de manter um espaço tranqüilo para todos os outros entrarem. É assim que vocês ancoram a paz no Planeta Terra.
 
A PAZ INTERIOR E O CULTIVO DOS DONS INTERNOS
 Existir na freqüência do amor e da paz é o alicerce para o desenvolvimento das tecnologias avançadas internas. Quando o seu coração e mente estão abertos, os seus pensamentos e emoções estão serenos e calmos. O nível emocional existe entre as suas mentes conscientes e subconscientes, servindo como um zelador. Isto é por projeto.



Uma Merkabah
Até que uma pessoa entre em um espaço de paz e de amor dentro dela mesma, ela não ganhará o acesso à vasta gama de habilidades avançadas que residem em seu Eu Superior. Quando vocês existem em um espaço interior tranqüilo, são capazes de viajar à vontade entre as suas mentes conscientes e subconscientes.
 Deste modo, vocês fortalecem diariamente a ponte (Antakarana) para a consciência mais elevada, até que alcancem o nível onde os dois aspectos do seu ser (suas verdadeiras almas-gêmeas interiores) são plenamente unidos. Este é o ponto onde o Céu e a Terra se tornam um. Quando vocês se unem a sua consciência mais elevada, experienciam uma consciência intensificada que ativa dons internos avançadas de telepatia, clarividência e clariaudiência. 
Vocês encontrarão pessoas que se apresentam em sua vida, que aprenderão com vocês e compartilharão com vocês as dádivas de seu próprio conhecimento interior. Com o decorrer do tempo, vocês se unirão para criar um campo energético radiante (Merkabah Coletivo) para ancorar e ampliar as freqüências do amor e da paz no planeta. 
Este processo já começou, enquanto muitos de vocês estão aprendendo agora a existir nas freqüências do amor e da paz, unindo as suas almas gêmeas interiores, e conquistando o acesso aos dons internos que lhes permitem ativar e se envolver na plena gama do seu ser, tornando-se efetivamente o Espírito encarnado na Terra.

A “mágica” desta transição é ativada no momento em que vocês desviam o seu foco do conflito e do tumulto  e começam a cultivar e cuidar da semente da paz interior dentro de vocês. 


http://thoth3126.com.br/a-magica-da-paz-interior/#more-5542

quinta-feira, 11 de julho de 2013

A Terapia Gerson - Cura do cancer

Introdução

A Terapia Gerson é um poderoso tratamento natural que permite que os mecanismos de cura do nosso próprio corpo actuem.

Quando foi apresentada ao mundo por Max Gerson, M.D., esta terapia alimentar estava tão à frente do seu tempo que não havia praticamente nenhum estudo disponível na literatura científica que explicasse como ela podia conduzir a espantosas curas, quer em doenças crónicas quer infecciosas. Apesar disso, e pelo facto de, através dela, tantas pessoas se terem curado dos seus casos avançados de tuberculose, doenças de coração, cancro e muitas outras doenças, a Terapia Gerson estabeleceu-se como um enorme contributo para o campo da medicina, através da publicação de artigos na “literatura médica revista por pares” (peer-reviewed medical literature). Max Gerson publicou pela primeira vez sobre o tema do cancro em 1945, quase 40 anos antes da adopção do actual programa sobre dieta, nutrição e cancro pelo Instituto Nacional do Cancro dos EUA.

Desde que começou a aplicar o seu tratamento, nos anos 20, Gerson tratou muitas centenas de pacientes e continuou a desenvolver e refinar a sua terapia até ao dia da sua morte, em 1959, com 78 anos.
O seu paciente mais famoso foi o Dr. Albert Schweitzer, filósofo, teólogo e médico missionário, que aos 75 anos sofria de diabetes avançado. Gerson tratou-o com a sua terapia e Schweitzer curou-se por completo, voltou ao seu hospital africano, ganhou o prémio Nobel da Paz aos 77 anos e trabalhou até aos 90.
Schweitzer escreveu: “Vejo no Dr. Gerson um dos mais eminentes génios da história da medicina”.

A 14 de Maio de 2005, em Ottawa, Canada, o Dr. Gerson e 7 outros gigantes da medicina foram reconhecidos como pioneiros nos seus campos ao serem incluídos no “Hall of Fame” da Medicina Ortomolecular (Orthomolecular Medicine Hall of Fame). Desse “Hall of Fame” já faziam parte os 10 primeiros laureados da Sociedade Internacional para a Medicina Ortomolecular (International Society for Orthomolecular Medicine), começando, obviamente, por Linus Pauling, PhD, duas vezes Prémio Nobel e criador do termo “ortomolecular”, no seu artigo “Psiquiatria Ortomolecular” publicado na revista “Science” em 1968.

Mais de 200 artigos de respeitável literatura médica e milhares de pessoas curadas das suas doenças “incuráveis” documentam a eficácia da Terapia Gerson. A Terapia Gerson é um dos poucos tratamentos que tem mais de 60 anos de história de sucesso.
Nota: Estas páginas sobre a Terapia Gerson não são páginas oficiais do Gerson Institute (pode consultar aqui o site oficial www.gerson.org). São da exclusiva responsabilidade do autor, Pedro Martins Simões, possuidor do diploma de frequência do Curso Gerson Caregiver concedido pelo Gerson Institute-California, e estudioso da Terapia Gerson.

Por onde começar
A melhor forma de ter uma ideia geral sobre o que é a Terapia Gerson é primeiro ler a página Princípios Alimentares e depois a página A terapia em si

Princípios alimentares

TOTALIDADE
A Terapia Gerson abarca o corpo na sua totalidade. Não visa nenhum orgão ou sistema em particular. Todos os sistemas interagem entre si e são importantes, mesmo se alguns órgãos, como o fígado, têm actividade metabólica mais vasta, e nomeadamente a função de desintoxicação por excelência, pelo que é aquele que primeiro se pretende regenerar. Nutrição e desintoxicação dirigem-se a todo o corpo. O que importa é restabelecer o metabolismo de todo o corpo.

METABOLISMO
Todos os mal-estar físicos são expressão de um metabolismo anormal ou perturbado, quer por excesso quer por deficiência. O metabolismo deverá ser re-equilibrado na sua totalidade. A terapia não visa qualquer metabolismo específico. Uma vez o metabolismo globalmente restabelecido, todos os males terão desaparecido.

NATURAL
Sempre que viável, os nutrientes devem ser fornecidos em alimentos naturais.

SUPLEMENTOS
São usados somente e apenas quando não é conhecida uma forma natural plausível para fornecer a quantidade necessária de certo nutriente.

ABUNDÂNCIA DE NUTRIENTES
Abundância de vitaminas, minerais, enzimas e oxigénio, todos eles nutrientes imprescindíveis ao metabolismo. (repito: todos estes nutrientes devem ser fornecidos através dos alimentos, excepto se não é conhecida uma forma natural plausível para fornecer a quantidade necessária de certo nutriente)

VEGETARIANO
Do mundo animal, apenas Cottage Cheese (um queijo suave que não tem tradução para portugiês)

BIOLOGICO
Alimentos não sujeitos a qualquer tipo de pesticida, insecticida ou outra droga, bem como não adubados com substâncias contendo qualquer químico industrial adicionado. A adubação é exclusivamente feita com matéria orgânica natural, ela própria também biológica

FRESCO
Vegetais recém-colhidos, com o máximo de energia vital e de nutrientes ainda inalterados

CRUS
Alimentos ingeridos crus são a forma de obter o máximo de energia vital e de nutrientes ainda inalterados. Os alimentos, quando cozinhados, sofrem alterações ao nível da maior parte dos seus constituintes, nomeadamente das suas vitaminas, proteínas (enzimas e outras) e quantidade de oxigénio.

COZINHADOS
Alimentos cozinhados têm como função proporcionar um bom funcionamento intestinal (papa de aveia matinal) e nutrir-nos e aquecer-nos fisica e emocionalmente. É também a forma mais plausível para comer alguns alimentos importantes, como por exemplo a batata, tão rica em potássio.

ZERO TÓXICOS, ZERO QUIMICOS ADICIONADOS
Este cuidado não é apenas com os alimentos. Mas convenhamos que não vamos parar de respirar para nos curarmos, pelo que será de todo em todo impossível suprimir por completo todos os tóxicos atmosféricos. No entanto, poderemos escolher a melhor atmosfera possível, a melhor àgua possível, os melhores produtos de limpeza possíveis.

ZERO SAL ADICIONADO
O sal é composto quase exclusivamente por cloreto de sódio ( Na Cl ). O sal é altamente nefasto porque, em quase todos os casos de doenças degenerativas, há excesso de sódio (Na) e deficiência de potássio (K) nas células. O que se pretende é que o potássio volte a penetrar nas células e o sódio delas seja expulso.
Nota: O sódio (Na) e o cloro (Cl) necessários ao nosso bom funcionamento encontram-se em quantidades mais do que suficientes nos próprios alimentos. É absolutamente desnecessário adicionar sal.
Zero sal, zero produtos salgados.
POTÁSSIO
Batata, tomate e banana são muito ricos em potássio.

SUMOS
Forma natural de fornecer o máximo de vitaminas, minerais, enzimas e oxigénio com o mínimo de esforço digestivo para o organismo (seria impossível ingerir toda a quantidade de alimentos que é convertida em sumos durante o dia, assim como seria uma sobrecarga em termos de digestão). A Terapia compreende 13 sumos (1 a cada hora) mas não limita a esse número. Quem quiser pode beber mais.

ZERO ÁGUA
A água é essencial, mas, bebida pura, dilui os sucos gástricos (o que não é grave para uma pessoa saudável, mas não se pretende que aconteça numa pessoa doente em processo de desintoxicação e regeneração). Ora 13 sumos de vegetais e frutas fornecem água mais do que suficiente ao organismo e não diluem os sucos gástricos, ao contrário. Toda a sede deve, portanto, ser saciada com sumos (13 ou mais). Para além dos sumos, nomeadamente durante a noite ou quando o paciente tem náuseas, é aconselhável beber tisanas de hortelã pimenta, que diminuem as náuseas e também não diluem os sucos gástricos.

PROTEINAS
De origem vegetal e Cottage Cheese (um queijo suave que não tem tradução para portugiês)
com moderação

LIPIDOS
No inicio, utilizar somente e apenas Óleo de Sementes de Linhaça (Flaxseed Oil), obviamente de primeira pressão a frio.
Depois de ultrapassada a fase crítica inicial da desintoxicação (3 ou 4s semanas), além do Óleo de Linhaça, a Terapia Gerson inclui ainda Cottage Cheese (um queijo suave que não tem tradução para portugiês).

ALCALINIDADE
Em quase todos os casos de doenças degenerativas há excesso de acidez no corpo: no sangue, nos órgãos, nas células. Isso altera grandemente o metabolismo. O metabolismo saudável do corpo requer um meio mais alcalino. Os alimentos usados na Terapia Gerson tendem a criar a alcalinidade necessária ao bom metabolismo.

A Terapia em si

A dieta 
 A dieta Gerson é naturalmente rica em vitaminas, minerais, enzimas e líquidos. É extremamente baixa em sódio e gorduras.
Tipicamente, um paciente Gerson tem a seguinte dieta diária:
- 13 copos de sumo, — de cenoura, cenoura/maçã e de vegetais de folhas verdes –, preparados, de hora a hora, a partir de produtos biológicos e frescos
- 3 refeições totalmente vegetarianas, igualmente a partir de produtos biológicos e frescos, preparadas com vegetais, cereais integrais e frutas…
Uma refeição típica inclui: uma salada variada, vegetais cozinhados, batata assada, sopa e sumo

Tudo sem sal.
- fruta fresca e biológica sempre disponível, como complemento à dieta
A Terapia Gerson procura regenerar o corpo para a saúde, estimulando o metabolismo inundando o corpo diariamente com nutrientes de cerca de 8 quilos de vegetais e frutas cultivados biologicamente. A maior parte é utilizada para fazer sumos frescos, um copo de hora a hora, 13 vezes por dia. Comida sólida, crua e cozinhada, é consumida nas quantidades que se desejar.
Lista de alimentos PERMITIDOS da dieta Gerson
Lista de alimentos PROÍBIDOS da dieta Gerson
Receitas da dieta Gerson

Suplementos

Somente e apenas são usados suplementos quando não é conhecida uma forma natural plausível para fornecer a quantidade necessária de um certo nutriente.
É assim com os seguintes suplementos:
- Sais de potássio – O potássio é um elemento chave na terapia. Seria impossível comer toda a quantidade de alimentos que seria necessária para fornecer a quantidade de potássio que se pretende.
- Enzimas pancreáticos – Os sumos são a forma mais eficaz de fornecer ao corpo o máximo de enzimas contidos nos alimentos. No entanto, o Dr. Gerson entendeu dever fornecer mais enzimas ainda.
- Extracto de fígado – Ajuda a regenerar o fígado e a fortalecê-lo. Devido aos riscos de utilizar produtos derivados de fígados de animais, tem de ser utilizado na forma de suplemento.

- Vitamina B-12 – Compensa a deficiente quantidade de vitamina B12 da maior parte dos alimentos vegetarianos da Dieta Gerson (NB: Há alimentos vegetarianos com quantidade mais do que suficiente de B12, mas não são utilizados na Terapia Gerson)
- Solução de Lugol (solução de iodo e de iodeto de potássio) (metade da concentração) – O iodo estimula a tiroíde, logo o metabolismo. A maior parte dos alimentos tem pouco iodo. As algas contêm muito iodo, mas não são utilizadas na Terapia Gerson. Nem todos os pacientes deverão tomá-lo.
- Extracto de tiróide – Para estimular mais ainda o metabolismo. Nem todos os pacientes deverão tomá-lo.
- Enemas(1) de café e de camomila – para ajudar o fígado a desintoxicar (café) e suavizar o cólon (camomila)
ATENÇÃO:
TODOS OS SUPLEMENTOS REQUEREM GRANDE CUIDADO.
HÁ VÁRIAS CONTRAINDICAÇÕES (ver em Cuidados com Suplementos).
As quantidades são definidas em função do estado do paciente, do seu tipo de doença, do seu grau de toxicidade e de como reage à Terapia.
(1) Enema: Clister, enteroclisma

Desintoxicação 
 Parte crucial da Terapia Gerson é a desintoxicação dos tecidos e do sangue. Ela é realizada por vários meios, mas em primeiro lugar e sobretudo através do uso de enemas(1) de café.
A base científica para o uso de enemas de café está bem documentada.
Os enemas fazem diminuir as dores e aceleram a cura. Todos os pacientes o confirmam.
Biologicamente, os sistemas enzimáticos do fígado são estimulados e o fluxo de bilis aumenta, levando consigo maior quantidade de toxinas. Está comprovado que estes enemas aumentam a capacidade do corpo de eliminar resíduos tóxicos do ambiente, dos tratamentos à base de quimioterapia e de outras fontes.
Os tumores e outros tecidos doentes são também mais rapidamente eliminados à medida que vão sendo degradados.

Outro método de desintoxicação é à base de óleo de rícino, usado como um estimulante adicional do fluxo de bílis e como mais uma forma de aumentar a capacidade do fígado de filtrar o sangue.
Para além disso, enzimas digestivos servem para aumentar a absorção de nutrientes e facilitar a degradação e eliminação de tecido danificado.
(1) Enema: Clister, enteroclisma

Duração 
 A duração é muito variável. Depende do estado do paciente, do seu tipo de doença, do seu grau de toxicidade e de como reage à Terapia.
Na maior parte dos casos, os primeiros resultados concretos e visíveis de melhorias da doença acontecem logo no primeiro mês, mesmo em casos de doenças graves.
No entanto, a cura total ainda não aconteceu nessa altura e, se o paciente abandona a Terapia muito cedo, pensando já estar curado, regride na maior parte das vezes.

Assim, para produzirem uma cura total, os pacientes devem manter-se fielmente na Terapia bastante para além dos sinais exteriores de recuperação. Só assim todo o organismo e todo o seu metabolismo podem regenerar completamente. No caso de doenças graves em estadios avançados, esse prazo pode ir até cerca de 2 anos.
Em estados menos graves, verificam-se curas totais ao fim de prazos que vão de poucas semanas até vários meses.

A duração poderá prever-se antecipadamente, mas o ideal é iniciar a Terapia com flexibilidade e aguardar que os resultados apareçam, aceitando o seu próprio ritmo pessoal.

“Morrendo por não saber”: documentário resgata Terapia de Gerson na cura do câncer

 

Morrendo por Não Saber - Dying to Have Know (2006) Legendado PT


Depois de filmar o documentário "O Milagre de Gerson", o Diretor Steve Kroschel, se deparou com evidências que apontavam que realmente a cura do câncer já havia sido descoberta e que interesses da indústria farmacêutica estavam por trás de esconder os resultados da Terapia de Gerson, que utiliza-se basicamente da nutrição altamente rica e da desintoxicação. Ele vai então conversar com médicos, pacientes, nutricionistas viajando pelos EUA, Espanha, Holanda e México. No Japão conversa com um médico que aplicou em si o tratamento e curou-se, depois de ter sido diagnosticado de câncer terminal 50 anos atrás. Esse médico hoje faz a Terapia de Gerson no Japão para inúmeros pacientes. "Por que essa terapia ainda está renegada depois de 75 anos de claramente provar curar doenças degenerativas?" - É o que o diretor tenta responder.

Veja o video:


 

quarta-feira, 26 de junho de 2013

O Amor, por Krishnamurti

Image and video hosting by TinyPic 



“O ser humano vivência a si mesmo, seus pensamentos como algo separado do resto do universo numa espécie de ilusão de ótica de sua própria consciência. E essa ilusão é uma espécie de prisão que nos restringe a nossos desejos pessoais, conceitos e ao afeto por pessoas mais próximas. Nossa principal tarefa é a de nos livrarmos dessa prisão, ampliando o nosso círculo de compaixão, para que ele abranja todos os seres vivos e toda a natureza (e o universo) em sua beleza. Ninguém conseguirá alcançar completamente esse objetivo, mas lutar pela sua realização já é por si só parte de nossa liberação e o alicerce de nossa segurança interior.”  Albert Einstein
O AMOR   

Fonte: O livro de Krishnamurti:Liberte-se do Passado” Editora Cultrix – Páginas 71 a 78:



Jiddu Krishnamurti (Madanapalle, Índiaem 11 de maio de 1895 - Ojai, 17 de fevereiro de 1986) foi um filósofo, escritor, e educador indiano. Entre seus temas estão incluídos revolução psicológica, meditação, conhecimento, liberdade, relações humanas, a natureza da mente, a origem do pensamento e a realização de mudanças positivas na sociedade global.
Constantemente ressaltou a necessidade de uma revolução na psique de cada ser humano e enfatizou que tal revolução não poderia ser levada a cabo por nenhuma entidade externa seja religiosa, política ou social. Uma revolução que só poderia ocorrer através do autoconhecimento e da prática correta da meditação para o homem/mulher libertos de toda e qualquer forma de autoridade.)
J. KrishnamurtiA necessidade de segurança nas relações gera inevitavelmente o sofrimento e o medo. 

Essa busca de segurança atrai a insegurança. Já encontrastes alguma vez segurança em alguma de vossas relações? Já? A maioria de nós quer a segurança no amar e no ser amado, mas existirá amor quando cada um está a buscar a própria segurança, seu caminho próprio? Nós não somos amados porque não sabemos amar.  O que é o amor? Esta palavra está tão carregada e corrompida, que quase não tenho vontade de empregá-la. Todo o mundo fala de amor – toda revista e jornal e todo missionário religioso discorre interminavelmente sobre o amor.

Amo a minha pátria, amo o meu rei, amo um certo livro, amo aquela montanha, amo o prazer, amo minha esposa, amo a Deus. O amor é uma idéia? Se é, pode então ser cultivado, nutrido, conservado com carinho, moldado, torcido de todas as maneiras possíveis. Quando dizeis que amais a Deus, que significa isso? Significa que amais uma projeção de vossa própria imaginação, uma projeção de vós mesmos, revestida de certas formas de respeitabilidade, conforme o que pensais ser nobre e sagrado; o dizer “Amo a Deus” é puro contra-senso. Quando adorais a Deus, estais adorando a vós mesmos; e isso não é amor.
Incapazes, que somos, de compreender essa coisa humana chamada amor, fugimos para abstrações. O amor pode ser a solução final de todas as dificuldades, problemas e aflições humanas. Assim, como iremos descobrir o que é o amor? Pela simples definição? A Igreja o tem definido de uma maneira, a sociedade de outra, e há também desvios e perversões de toda espécie. A adoração de uma certa pessoa, o amor carnal, a troca de emoções, o companheirismo – será isso o que se entende por amor? Essa foi sempre a norma, o padrão, que se tornou tão pessoal, sensual, limitado, que as religiões declararam que o amor é muito mais do que isso. Naquilo que denominam “amor humano”, vêem elas que existe prazer, competição, ciúme, desejo de possuir, de conservar, de controlar, de influir no pensar de outrem e, sabendo da complexidade dessas coisas, dizem as religiões que deve haver outra espécie de amor – divino, belo, imaculado, incorruptível.

Em todo o mundo, certos homens chamados “santos” sempre sustentaram que olhar para uma mulher é pecaminoso; dizem que não podemos aproximar-nos de Deus se nos entregamos ao sexo e, por conseguinte, o negam, embora eles próprios se vejam devorados por ele. Mas, negando o sexo, esses homens arrancam os próprios olhos, decepam a própria língua, uma vez que estão negando toda a beleza da Terra. Deixaram famintos os seus corações e a sua mente; são entes humanos “desidratados”; baniram a beleza, porque a beleza está ligada à mulher.  Pode o amor ser dividido em sagrado e profano, humano e divino, ou só há amor? O amor é para um só e não para muitos? Se digo “Amo-te”, isso exclui o amor a outro? O amor é pessoal ou impessoal? Moral ou imoral? Familial ou não familial? Se amais a humanidade, podeis amar o indivíduo? O amor é sentimento? Emoção? 


O amor é prazer e desejo? Todas essas perguntas indicam – não é verdade? – que temos idéias a respeito do amor, ideias sobre o que ele deve ou não deve ser, um padrão, um código criado pela cultura em que vivemos. Assim, para examinarmos a questão do amor – o que é o amor – devemos primeiramente libertar-nos das incrustações dos séculos, lançar fora todos os ideais e ideologias sobre o que ele deve ou não deve ser. Dividir qualquer coisa em o que deveria ser e o que é, é a maneira mais ilusória de enfrentar a vida.
 
Ora, como iremos saber o que é essa chama que denominamos amor – não a maneira de expressá-lo a outrem, porém o que ele próprio significa? Em primeiro lugar, rejeitarei tudo o que a Igreja, a sociedade, meus pais e amigos, todas as pessoas e todos os livros disseram a seu respeito, porque desejo descobrir por mim mesmo o que ele é. Eis um problema imenso, que interessa a toda a humanidade; há milhares de maneiras de defini-lo e eu próprio me vejo todo enredado neste ou naquele padrão, conforme a coisa que, no momento, me dá gosto ou prazer. Por conseguinte, para compreender o amor, não devo em primeiro lugar libertar-me de minhas inclinações e preconceitos? Vejo-me confuso, dilacerado pelos meus próprios desejos e, assim, digo entre mim: “Primeiro, dissipa a tua confusão. Talvez tenhas possibilidade de descobrir o que é o amor através do que ele não é”.
O governo ordena: “Vai e mata, por amor à pátria!” Isso é amor? A religião preceitua: “Abandona o sexo, pelo amor de Deus”. Isso é amor? O amor é desejo? Não digais que não. Para a maioria de nós, é; desejo acompanhado de prazer, prazer derivado dos sentidos, pelo apego e o preenchimento sexual. Não sou contrário ao sexo, mas vedes no que ele implica. O que o sexo vos dá momentaneamente é o total abandono de vós mesmo, mas, depois, voltais à vossa agitação; por conseguinte, desejais a constante repetição desse estado livre de preocupação, de problema, do “eu”. Dizeis que amais vossa esposa. Nesse amor está implicado o prazer sexual, o prazer de terdes uma pessoa em casa para cuidar dos filhos e cozinhar. 

Dependeis dela; ela vos deu o seu corpo, suas emoções, seus incentivos, um certo sentimento de segurança e bem–estar. Um dia, ela vos abandona; aborrece-se ou foge com outro homem, e eis destruído todo o vosso equilíbrio emocional; essa perturbação, de que não gostais, chama-se ciúme.  
Nele existe sofrimento, ansiedade, ódio e violência. Por conseguinte, o que realmente estais dizendo é: “Enquanto me pertences, eu te amo; mas, tão logo deixes de pertencer-me, começo a odiar-te. Enquanto posso contar contigo para satisfação de minhas necessidades sociais e outras, amo-te, mas, tão logo deixes de atender a minhas necessidades, não gosto mais de ti”. Há, pois, antagonismo entre ambos, há separação, e quando vos sentis separados um do outro, não há amor. Mas, se puderdes viver com vossa esposa sem que o pensamento crie todos esses estados contraditórios, essas intermináveis contendas dentro de vós mesmo, talvez então – talvez – sabereis o que é o amor. Sereis então completamente livre, e ela também; ao passo que, se dela dependeis para os vossos prazeres, sois seu escravo. Portanto, quando uma pessoa ama, deve haver liberdade – a pessoa deve estar livre, não só da outra, mas também de si própria.

No estado de pertencer a outro, de ser psicologicamente nutrido por outro, de outro depender – em tudo isso existe sempre, necessariamente, a ansiedade, o medo, o ciúme, a culpa, e enquanto existe medo, não existe amor. A mente que se acha nas garras do sofrimento jamais conhecerá o amor; o sentimentalismo e a emotividade nada, absolutamente nada, têm que ver com o amor. Por conseguinte, o amor nada tem em comum com o prazer e o desejo.

O amor não é produto do pensamento, que é o passado. O pensamento não pode de modo nenhum cultivar o amor. O amor não se deixa cercar e enredar pelo ciúme; porque o ciúme vem do passado. O amor é sempre o presente ativo. Não é “amarei” ou “amei”. Se conheceis o amor, não seguireis ninguém. O amor não obedece. Quando se ama, não há respeito nem desrespeito. Não sabeis o que significa amar realmente alguém – amar sem ódio, sem ciúme, sem raiva, sem procurar interferir no que o outro faz ou pensa, sem condenar, sem comparar – não sabeis o que isso significa? Quando há amor, há comparação? Quando amais alguém de todo o coração, com toda a vossa mente, todo o vosso corpo, todo o vosso ser, existe comparação? Quando vos abandonais completamente a esse amor, não existe “o outro”.
O amor tem responsabilidades e deveres, e emprega tais palavras? Quando fazeis alguma coisa por dever, há nisso amor? No dever não há amor. A estrutura do dever, na qual o ente humano se vê aprisionado, o está destruindo. Enquanto sois obrigado a fazer uma coisa, porque é vosso dever fazê-la, não amais a coisa que estais fazendo. Quando há amor, não há dever nem responsabilidade. A maioria dos pais, infelizmente, pensa que são responsáveis por seus filhos, e seu senso de responsabilidade toma a forma de preceituar-lhes o que devem fazer e o que não devem fazer, o que devem ser e o que não devem ser.

Querem que os filhos conquistem uma posição segura na sociedade. Aquilo a que chamam responsabilidade faz parte daquela respeitabilidade que eles cultivam; e a mim me parece que, onde há respeitabilidade, não existe ordem; só lhes interessa o tornar-se um perfeito burguês. Preparando os filhos para se adaptarem à sociedade, estão perpetuando a guerra, o conflito e a brutalidade. Pode-se chamar a isso zelo e amor?
Zelar, com efeito, é cuidar como se cuida de uma árvore ou de uma planta, regando-a, estudando as suas necessidades, escolhendo o solo mais adequado, tratá-la com carinho e ternura; mas, quando preparais os vossos filhos para se adaptarem à sociedade, os estais preparando para serem mortos. Se amásseis vossos filhos, não haveria guerras. 

Quando perdeis alguém que amais, verteis lágrimas; essas lágrimas são por vós mesmo ou pelo morto? Estais pranteando a vós mesmo ou ao outro? Já chorastes por outrem? Já chorastes o vosso filho, morto no campo de batalha? Chorastes, decerto, mas essas lágrimas foram produto da autocompaixão ou chorastes porque um ente humano foi morto? Se chorais por autocompaixão, vossas lágrimas nada significam, porque estais interessado em vós mesmo. Se chorais porque vos foi arrebatada uma pessoa em quem “depositastes” muita afeição, não se trata de uma afeição real. Se chorais a morte de vosso irmão, chorai por ele! É muito fácil chorardes por vós mesmo porque ele partiu. Aparentemente, chorais porque vosso coração foi atingido, mas não foi atingido por causa dele; foi atingido pela autocompaixão, e a autocompaixão vos endurece, vos fecha, vos torna embotado e estúpido.
Quando chorais por vós mesmo, será isso amor? – chorar porque ficastes sozinhos, porque perdestes o vosso poder ; queixar-vos de vossa triste sina, de vosso ambiente – sempre vós a verter lágrimas. Se compreenderdes esse fato, e isso significa pôr-vos em contato com ele tão diretamente como quando tocais uma árvore ou uma coluna ou uma mão, vereis então que o sofrimento é produto do “eu”, o sofrimento é criado pelo pensamento, o sofrimento é produto do tempo. Há três anos eu tinha meu irmão; hoje ele é morto e estou sozinho, desolado, não tenho mais a quem recorrer para ter conforto ou companhia, e isso me traz lágrimas aos olhos.



Podeis ver tudo isso acontecer dentro de vós mesmo, se o observardes. Podeis vê-lo de maneira plena, completa, num relance, sem precisardes do tempo analítico. Podeis ver num momento toda a estrutura e natureza dessa coisa desvaliosa e insignificante, chamada “eu” – minhas lágrimas, minha família, minha nação, minha crença, minha religião – toda essa fealdade está em vós. Quando a virdes com vosso coração, e não com vossa mente, quando a virdes do fundo de vosso coração, tereis então a chave que acabará com o sofrimento.

O sofrimento e o amor não podem coexistir, mas no mundo cristão idealizaram o sofrimento, crucificaram-no para o adorar, dando a entender que ninguém pode escapar ao sofrimento a não ser por aquela única porta; tal é a estrutura de uma sociedade religiosa, exploradora. Assim, ao perguntardes o que é o amor, podeis ter muito medo de ver a resposta. Ela pode significar uma completa reviravolta; poderá dissolver a família; podeis descobrir que não amais vossa esposa ou marido ou filhos (vós os amais?); podeis ter de demolir a casa que construístes; podeis nunca mais voltar ao templo. 

Mas, se desejais continuar a descobrir, vereis que o medo, não é amor, a dependência não é amor, o ciúme não é amor, a posse e o domínio não são amor, responsabilidade e dever não são amor, autocompaixão não é amor, a agonia de não ser amado não é amor, que o amor não é o oposto do ódio, como também a humildade não é o oposto da vaidade. Destarte, se fordes capaz de eliminar tudo isso, não à força, porém lavando-o assim como a chuva fina lava a poeira de muitos dias depositada numa folha, então, talvez, encontrareis aquela flor peregrina que o homem sempre buscou sequiosamente.

Se não tendes amor – não em pequenas gotas, mas em abundância; se não estais transbordando de amor, o mundo irá ao desastre. Intelectualmente, sabeis que a unidade humana é a coisa essencial e que o amor constitui o único caminho para ela, mas quem pode ensinar-vos a amar? Poderá uma autoridade, um método, um sistema ensinar-vos a amar? Se alguém vo-lo ensina, isso não é amor. Podeis dizer: “Eu me exercitarei para o amor. Sentar-me-ei todos os dias para refletir sobre ele. Exercitar-me-ei para ser bondoso, delicado e me forçarei a ser atencioso com os outros”? – Achais que podeis disciplinar-vos para amar, que podeis exercer a vontade para amar? Quando exerceis a vontade e a disciplina para amar, o amor vos foge pela janela.

Pela prática de um certo método ou sistema de amar, podeis tornar-vos muito hábil, ou mais bondoso, ou entrar num estado de não violência, mas nada disso tem algo em comum com o amor.
Neste mundo tão dividido e árido não há amor, porque o prazer e o desejo têm a máxima importância, e, todavia, sem amor, vossa vida diária é sem significação. Também, não podeis ter o amor se não tendes a beleza. A beleza não é uma certa coisa que vedes – não é uma bela árvore, um belo quadro, um belo edifício ou uma bela mulher; só há beleza quando o vosso coração e a vossa mente sabem o que é o amor.
Sem o amor e aquele percebimento da beleza, não há virtude, e sabeis muito bem que tudo o que fizerdes – melhorar a sociedade, alimentar os pobres – só criará mais malefício, porque, quando não há amor, só há fealdade e pobreza em vosso coração e vossa mente. Mas, quando há amor e beleza, tudo o que se faz é correto, tudo o que se faz é ordem. Se sabeis amar, podeis fazer o que desejardes, porque o amor resolverá todos os outros problemas.

Alcançamos, assim, este ponto: Poderá a mente encontrar o amor sem precisar de disciplina, de pensamento, de coerção, de nenhum livro, instrutor ou guia – encontrá-lo assim como se encontra um belo pôr-de-sol?  Uma coisa me parece absolutamente necessária: a paixão sem motivo, a paixão não resultante de compromisso ou ajustamento, a paixão que não é lascívia. O homem que não sabe o que é paixão, jamais conhecerá o amor, porque o amor só pode existir quando a pessoa se desprende totalmente de si própria.


Anahata, o quarto chakra, o centro do coração e do AMOR.
A mente que busca não é uma mente apaixonada, e não buscar o amor é a única maneira de encontrá-lo; encontrá-lo inesperadamente e não como resultado de qualquer esforço ou experiência. Esse amor, como vereis, não é do tempo; ele é tanto pessoal como impessoal, tanto um só como multidão. Como uma flor perfumosa, podeis aspirar-lhe o perfume, ou passar por ele sem o notardes. Aquela flor é para todos e para aquele que se curva para aspirá-la profundamente e olhá-la com deleite. Quer estejamos muito perto, no jardim, quer muito longe, isso é indiferente à flor, porque ela está cheia de seu perfume e pronta a reparti-lo com todos.

O amor é uma coisa nova, fresca, viva. Não tem ontem nem amanhã. Está além da confusão do pensamento. Só a mente inocente sabe o que é o amor, e a mente inocente pode viver no mundo não inocente. Só é possível encontrá-la, essa coisa  maravilhosa que o homem sempre buscou sequiosamente por meio de sacrifícios, de adoração, das relações, do sexo, de toda espécie de prazer e de dor, só é possível encontrá-la quando o pensamento, alcançando a compreensão de si próprio, term ina naturalmente. O amor não conhece oposto, não conhece conflito. 
Podeis perguntar: “Se encontro esse amor, que será de minha mulher, de minha família? Eles precisam de segurança”. Fazendo essa pergunta, mostrais que nunca  estivestes fora do campo do pensamento, fora do campo da consciência. Quando tiverdes alguma vez estado fora desse campo, nunca fareis uma tal pergunta, porque sabereis o que é o amor em que não há pensamento e, por conseguinte, não há o tempo. Podeis ler tudo isto hipnotizado e encantado, mas ultrapassar realmente o pensamento e o tempo – o que significa transcender o sofrimento – é estar cônscio de uma dimensão diferente, chamada “amor”. 
Mas, não sabeis como chegar-vos a essa fonte maravilhosa e, assim, que fazeis? Quando não sabeis o que fazer, nada fazeis, não é verdade? Nada, absolutamente. Então, interiormente, estareis completamente em silêncio.  Compreendereis o que isso significa? Significa que não estais buscando, nem desejando, nem perseguindo; não existe centro nenhum. Há, então, o amor.

Fonte: Krishnamurti; “Liberte-se do Passado” - Ed.Cultrix – Páginas 71 a 78
Permitida a reprodução desde que mencione as fontes e respeite a formatação.

segunda-feira, 24 de junho de 2013


 
O verdadeiro perdão é libertador
02/06/2013

O perdão é uma resposta de amor
Sobre um ato de maldade
Serve para aliviar a dor
E restaurar a tranqüilidade

Para pedir perdão de verdade
Precisa ter arrependimento
Devemos ter humildade
Para expressar este sentimento

Nossos erros devemos reconhecer
Ver o quanto ferimos o irmão
Tudo isto devemos entender
Na hora de pedir perdão

Se você tiver perdoado
E a paz não tiver restaurado
É sinal de algo errado
E o perdão deverá ser repensado

O perdão verdadeiro é libertador
Para quem perdoa e para quem pede
Quem perdoa não sente mais dor
Com amor seu perdão concede

Autor: Reginaldo F. Luiz

Mais mensagens em
www.mensagens.vai.la

http://mensagensdeamorsupremo.blogspot.com.br/2013/06/n-045-o-verdadeiro-perdao-e-libertador.html