domingo, 11 de março de 2012
Bons pensamentos geram boas energias!
Bons pensamentos geram boas energias!
A existência da aura ou do campo energético que envolve o nosso corpo físico, é uma confirmação científica realizada através da bioeletrografia que ajuda a detectar o surgimento de enfermidades no organismo humano.
Há muitos anos, religiões e filosofias orientais, associadas ao surgimento do espiritismo no ocidente, orientam a prática da meditação e do pensamento elevado como forma de higienizar a mente e depurar o espírito.
Quando temos uma aura saudável, temos uma proteção natural que atrai energias afins com o nosso estado de ser diante do universo. Mas quando este campo energético sofre uma interferência desarmonizadora, que pode ser de origem emocional, psíquica ou espiritual, a aura fica exposta à ação de energias deletérias.
Por isso, somos o resultado daquilo que sintonizamos. E os nossos pensamentos e atos no cotidiano da vida são responsáveis por esta sintonia que pode ser de alta ou de baixa frequência vibratória.
Quando direcionamos o foco da vida para o bem, aos poucos, internalizamos um modelo comportamental fundamentado na prática do amor. O exercício sistemático e desinteressado desta filosofia de vida, depura a nossa aura e elimina energias negativas que trazemos do passado.
O campo áurico é a nossa verdadeira identidade universal. É a forma como os desencarnados e alguns encarnados portadores de percepção suprasensorial nos vêem, sem os disfarces que encobrem a verdade de cada um.
Uma mente contaminada por pensamentos e atos negativos cometidos contra o outrem, reflete um psiquismo enfermo e uma aura desarmonizada pela relação com energias afins. É do pacificador Mahatma Gandhi a célere mensagem: "Comece por você mesmo a transformação que deseja ao mundo". Ou a frase do escritor Aldous Huxley ao registrar a importância do amor nas relações interpessoais: "Convenientemente aplicado a qualquer situação, o amor vence sempre. É um fato que se verifica empíricamente. O amor é a melhor política. A melhor não só para os que são amados, mas também para quem ama, pois o amor é um potencial de energia". Mensagens e gestos que parecem isolados e irracionais, mas quando associados a milhares de mensagens do gênero espahadas pelo planeta, ganham força à medida que o homem se conscientiza com as mudanças previstas para o terceiro milênio, a Era da Sensibilidade.
A fórmula para a mudança interior refletida na aura, é simples, objetiva e natural: "bons pensamentos geram boas energias..." E o instrumento de uso desta reforma é o livre-arbítrio, condição inerente aos seres dotados de inteligência e capacidade de discernimento.
O egocentrismo, o pessimismo e a agressividade, são polos geradores de energias negativas que interferem no campo áurico do indivíduo adulto. Desprotegida, a aura fica suscetível à invasão de energias deletérias que representam a origem de muitas doenças nas esferas psíquica e física do ser humano.
Neste sentido, a Psicoterapia Interdimensional tem atendido muitos casos em que a energia do passado continua atuando no presente, envolvendo o indivíduo em verdadeiras "síndromes" de culpa ou de vitimização, dissimuladas em crises depressivas, fóbicas ou de pânico.
O despreendimento de energias negativas do pretérito, ocorre quando o indivíduo, a partir da clareza de suas origens, processa, conscientemente, a mudança comportamental em relação ao seus efeitos, traduzidos como dor ou sofrimento psíquico.
Embora, processados ou emitidos num nivel inconsciente ou semi-consciente, os pensamentos negativos variam de intensidade ou intencionalidade. Porém, são todos de característica autodestrutiva, ou seja, prejudicam somente o agente emissor da energia. Nesta direção, a malediscência, observada em suas diversas formas e praticada sistemáticamente, reflete um vício comportamental -e de caráter-, que compromete a saúde do indivíduo no seu sentido mais amplo: o da transcendência do espírito.
Contudo, independentemente do grau de intensidade ou intencionalidade, a energia negativa pode ser substituída por energias restauradoras da saúde humana. Se você tiver dúvidas sobre esta afirmação, faça um teste de autocontrole que consiste em praticar durante sete dias seguidos, pensamentos elevados no bem e direcionados a si próprio, ao outrem e ao planeta Terra. Finalizado o teste, faça uma avaliação e verifique o saldo da experiência em si mesmo.
por Flávio Bastos - flaviolgb@terra.com.br
Ao Encontro de Si Mesmo
Ao Encontro de Si Mesmo
Através da voz da consciência, entramos em contato com a vontade divina com relação a cada um de nós. Mas, como ouvi-la, num mundo como o nosso onde vivemos cercados de ruídos todo o tempo, avassalados por informações que sequer buscamos, correndo para cumprir horários que nos impuseram e que aceitamos? Sempre cansados, estressados, com a terrível sensação de que não conseguimos cumprir o que precisávamos durante o espaço daquele dia...
Como compreender a sutil informação que nossa Fonte interior nos envia se estamos constantemente imersos em barulhos, preocupações com problemas do mundo material, buscando uma satisfação fora de nós, como desequilibrados que procuram um remédio milagroso que restaure a própria harmonia instantaneamente?
Somos bombardeados por notícias, frases, conceitos, teorias, vozes e muitas vezes nem percebemos como tudo isto é cultura inútil para nós. Não sabemos ouvir o silêncio. Fugimos dele, pois ele nos assusta mais do que o barulho em torno.
Como sabermos o que precisamos fazer e que caminho seguir, se não nos ouvimos e sempre buscamos respostas fora de nós?
Para sermos aceitos e amados pela maioria, achamos que precisamos ser de tal ou qual forma, vestindo tais roupas e agindo como esperam, e somos levados a nos distanciar de nós mesmos, nosso verdadeiro amigo, nosso grande Amor, nosso Guia, nosso ninho. Podemos conseguir todo o resto: sucesso profissional como espera a sociedade, uma família padrão e dentro dos moldes aceitos socialmente, uma conta bancária que nos permita ter o que pensamos precisar, e não termos nada de real valor que nos faça verdadeiramente felizes e serenos, seguros de que estamos fazendo o que precisamos e no lugar onde devíamos estar naquele momento.
O mundo hoje nos perturba sobremaneira. Não há dúvidas disto. Mas podemos viver nele sem nos anularmos desta forma criminosa e inconsequente. Buscando momentos de silêncio durante nossa jornada diária, para que possamos nos perceber, nos sentir, nos ouvir. Lembrando-nos de que estamos num corpo, mas que não somos ele. Que nossa energia é eterna e se conecta com tudo que existe neste Universo infinito! Que é vital cuidarmos dela e de nossa vivência da forma mais honesta possível, de acordo com os pedidos que vêm de dentro de nós. Ou nos tornaremos mortos vivos que já não sentem, já não amam de verdade, já não enxergam ou ouvem o que é real.
A moda e os costumes nos incentivam a copiar um padrão vigente, que sem sentirmos vai se tornando nosso. A mídia vai se infiltrando em nossa casa mental ditando pensamentos que acabamos por repetir como se fossem nossos. A falta de tempo nos empurra a andar sempre pra frente sem muita noção de para onde estamos indo e do por que disto...
É urgente que possamos dar uma pausa para reflexão, que peçamos à vida, se já não o fizemos, um tempo... Um momento de avaliação, de balanço dos nossos passos, para que possamos depois retomar a caminhada com mais segurança de que estamos em nosso caminho e não no atalho que nos foi imposto pela sociedade onde vivemos.
Mesmo Jesus, ser mais esclarecido e iluminado que já passou por este nosso planeta, precisava muito de momentos de solidão, quando podia entrar em contato consigo mesmo, com o Pai, como ele nos falou. Temos notícia de que chegou a passar 40 dias no deserto, em meditação.
Uma experiência de vida é algo muito valioso, para que a desperdicemos de forma irresponsável. Precisamos ter mais certeza de que estamos fazendo o que viemos fazer, ou não teremos paz! Não importa o quão simples nos pareça a nossa missão. Sendo a nossa, é importantíssima para o mundo todo.
Alguém pode nos dizer o que viemos fazer? Não. Cada um de nós precisa buscar em si mesmo a resposta - que virá, com certeza, se nosso desejo for sincero. O próprio Amor que nos criou, há de nos encaminhar de forma segura para encontrarmos a nossa tarefa de vida, que pode não nos render muito dinheiro, mas que certamente nos fará muito felizes!
Antes de buscar o outro, ou qualquer outra coisa, vamos nos encontrar! A partir daí, tudo vai acontecer, com nossa impressão digital e de forma muito natural. Boa sorte em nossa viagem!
por Maria Cristina Tanajura - tinatanajura@terra.com.br
A ESSÊNCIA DA MAGIA COM AS PLANTAS
A ESSÊNCIA DA MAGIA COM AS PLANTAS
Infelizmente, a humanidade nos dias atuais perdeu muito o seu contato com a força e a magia que está presente no reino vegetal. Por consequência dos novos tempos, novos hábitos e visões acerca do Todo, gradativamente o ser humano tornou-se mais materialista, portanto, iniciou um caminho no sentido oposto ao conhecimento dos grandes mistérios do universo.
Não é uma visão pessimista, porque para os planos do Grande Espírito Criador, sabemos que nada está errado e tudo tem o seu propósito. Em outras palavras, não existem caminhos errados, apenas existem caminhos mais curtos, mais simples, como também existem caminhos mais difíceis, mais longos e tortuosos, assim sendo, podemos considerar que é o livre-arbítrio de cada um que determinará o tipo de caminho.
Voltando ao tema central deste artigo -a magia do reino vegetal- é imprescindível afirmar que existe uma força sutil, portanto, extrafísica, que está presente em cada planta ou partícula vegetal, a qual possui incríveis potencialidades benéficas aos seres humanos.
Para entender melhor esses benefícios, primeiramente precisamos lembrar de que nossos corpos físicos são veículos de manifestação da nossa consciência divina, também chamada de alma ou até mesmo espírito, dependendo do contexto. Quero dizer que não somos o corpo físico que temos, mas estamos dentro dele, habitando-o e utilizando-o como um instrumento de condução da nossa vontade no plano físico.
Ampliando a visão sobre nós mesmos, podemos concluir que somos um sistema ou conjunto que une o corpo, a mente e o espírito. Isso tudo é uma grande concentração de energias, algumas condensadas na forma de material orgânico que constituem nossos corpos densos, já outras dispersas, portanto sutis, que interpenetram a massa física, bem como gravitam ao seu redor.
A força de vitalidade que alimenta os nossos corpos não vem unicamente por via oral, por conta do que ingerimos, mas também é absorvida pelo ar que respiramos e pela nossa aura, ou campo energético. Infelizmente, a comunidade científica tradicional está muito defasada em seus conceitos e desta forma não considera que nossos corpos físicos sejam alimentados também por uma força de vida. É aí que o intrigante poder do reino vegetal pode nos amparar.
No convívio com os diferentes ambientes e pessoas, interagimos mutuamente com diversos campos de energias sutis. Quando fazemos essa interação, recebemos energias externas, sejam de pessoas ou ambientes, e também doamos da mesma forma. Além disso, tudo o que pensamos e sentimos também tem o poder de manipular (positivamente quando são superiores e negativamente quando são inferiores) o nosso campo energético ou aura.
O padrão humano normal atual de pensamentos e sentimentos está muito perturbado e contaminado por aspectos ruins como medos, mágoas, tristezas, pessimismos e muito mais. O que precisamos entender é que isto tem nos custado caro, porque a manutenção deste padrão tem densificado muito a nossa porção extrafísica, que é justamente a parte responsável por absorver os fluídos vitais presentes na natureza, no sol, no universo.
O tempo vai passando, os comportamentos negativos continuam e nossa aura segue tornando-se mais densa. Por consequência, a absorção natural que a aura tem começa a ter sua potencialidade diminuída; em outras palavras, passamos a absorver menos energia vital, porque nosso poder de absorção está contaminando por nossos pensamentos e emoções. E se esta absorção diminui, então, naturalmente o estímulo de vitalidade e consciência, tanto para o corpo, quanto para a mente, diminuirá gradativamente, até que fiquemos doentes, infelizes e cada vez menos envolvidos de sentimentos nobres, porque estamos trancando a passagem das bênçãos superiores que o Grande Espírito Criador nos oferece constantemente.
Em uma análise preliminar, poderíamos concluir que o cenário seria desanimador, isso se não fosse a bondade de Deus a nos enviar Seus melhores mensageiros, exatamente com o objetivo de nos conduzir de volta ao caminho da plenitude, da cura e do equilíbrio.
Digo isso, porque assim como o passarinho adulto vai buscar alimento para seu filhote e o alimenta direto no bico, até que o recém-nascido tem sua autonomia, as plantas são intermediárias do processo de cura e regeneração da nossa aura. Isto acontece porque o reino vegetal nos oferece uma energia sutil contida em suas sementes, raízes, galhos, folhas, troncos, frutos, que é exatamente o tipo de energia a qual não temos facilidade de produzir por conta própria. É uma energia abençoada que carrega consigo a frequência do amor, da cura e do equilíbrio, que serve a humanidade assim como a mamãe passarinho serve aos seus filhotes.
É nesse ponto que podemos contextualizar a questão da magia com as plantas. Querendo ou não, consciente ou não, a energia das plantas atua na aura de qualquer ser humano, o estimulando a regenerar-se de pensamentos emoções em desequilíbrio.
A magia com as plantas começa quando temos consciência desse mecanismo e nos abrimos para perceber com mais intensidade, a força das bênçãos que vem do "verde". Munidos do conhecimento de que reino vegetal, entre tantas outras funções incrivelmente benéficas a humanidade, também nos oferece fluidos balsâmicos capazes de nos curar e nos elevar, aumentamos a receptividade e potencialidade dessas virtudes. Esse é o primeiro passo para proceder a magia com as plantas, expressar o quanto se está consciente de seus benefícios. Além disso, precisamos exaltar o sentimento de gratidão em qualquer contato com as plantas. Quando qualquer que seja a manipulação com o verde for feita sem essa consciência e gratidão, o seu poder não se expressa em sua totalidade. Podemos dizer que sem a consciência do poder das plantas, bem como sem a gratidão, captamos apenas uma pequena parte dessas virtudes e potencialidades. A magia divina do verde se revela em sua totalidade apenas para corações humildes, gratos e conscientes.
Esse é o segredo: humildade, gratidão e consciência! Somente assim receberemos a totalidade da bênção do verde.
Mude ou amplie a sua visão quando o assunto for o reino vegetal, pois está no verde um dos caminhos para a nossa plenitude!
Por: Bruno J. Gimenes - bruno@luzdaserra.com.br
Nas vibrações serenas de uma Presença Espiritual Especial
Nas vibrações serenas de uma Presença Espiritual Especial
(Algumas Luzes Que Voam Secretamente Pela Noite - Direto aos Corações)
Olá.
Esse e-mail está indo apenas para algumas pessoas de minha lista de e-mailsparticular. E não tem qualquer outro motivo, além do fato que, enquanto eu realizava um trabalho de irradiação energética silenciosa, aqui de casa, bem no meio dessa madrugada, lembrei-me de várias pessoas, desde entes queridos e pessoas próximas - até vocês que estão recebendo esse e-mail.
Então, por motivos espirituais que só o Alto conhece, eu quis que vocês também soubessem disso. E, assim, quem sabe, alguma coisa boa chegue em seus corações, em Espírito e Verdade?...
Aqui em casa estão algumas presenças espirituais elevadas e amigas e, se vibrações legais chegarem por aí, por intermédio dessas linhas, com certeza é deles.
Nessa semana que passou, eu trabalhei muito e, nesse domingo, acordei gripadão e quase sem voz. Mesmo assim, consegui fazer o meu programa de rádio, que foi ao vivo.
Depois, voltei para casa e fiquei de molho, com aquelas sensações de quebradeira pelo corpo, causadas pela forte gripe.
Mais tarde, por volta, das 18h, dormi um pouco e tive uma projeção num lugar pesado, onde havia um grupo de entidades sendo hipnotizadas por outras, num processo horrível de vampirismo coletivo. Eu fui levado espiritualmente até lá para ajudar a desmontar o esquema trevoso - coisa que aconteceu a contento, com várias entidades recebendo ajuda e despertando a consciência para outros planos da vida extrafísica.
Eu estou acostumado com lances assim, a vida toda; como diria o Cazuza, "faz parte do meu show!"
Ocorre que, na volta ao corpo, percebi uma presença pesada dentro do quarto. Ou seja, os amparadores trouxeram um dos chefes trevosos do lugar e o deixaram no meu ambiente. Então, tive que sair do quarto e deixá-lo lá, para que suas energias densas fossem purgadas e transformadas dentro de um campo energético de contenção (semelhante aqueles dos trabalhos de desobsessão em sessões espirituais especializadas).
Fui para a sala e fiquei vendo TV (para ver os gols da rodada). E depois, fiquei vendoalgumas séries que gosto. Como estava desconfortável fisicamente, por causa da gripe, fiquei jogado no sofá, mas prestando atenção no cara lá dentro do quarto.
Eu sabia que ele ficaria ali por algumas horas, para, só depois, ser levado para algum lugar extrafísico apropriado.
Nisso, eu acabei percebendo algumas coisas dele (e eu não o descrevo aqui para não assustá-los). E vi que ele pertence a um grupo trevoso especializado em atacar trabalhores espirituais. Inclusive, pela clarividência, vi alguns lances anteriores dele, assediando pessoas conhecidas nessa área. Mas, não é esse o caso e nem o motivo desse e-mail.
O lance é que, agora, no meio da madrugada, com o cara já encaminhado para o plano extrafísico, eu fui fazer um trabalho de energia antes de deitar-me. E, aí,dentro do outro quarto, onde eu tenho os CDs e faço minhas práticas espirituais, desceu uma Luz serena sobre mim. O ambiente ficou todo azulado e enfumaçado e algumas presenças extrafíscas amigas se manifestaram na minha frente.
E eu também não vou descrevê-las aqui, porque isso não importa. E elas me passaram alguns toques conscienciais relativos ao meu trabalho (que fizeram questão de me dizer, não é meu, é do Alto, e eu sou só veículo disso).
Daí, aproveitando esse clima espiritual tão sereno, eu comecei a irradiar energias para a humanidade (pelos meus chacras frontal e cardíaco). E as presenças espirituais ali, junto, como se o meu quarto fosse um pedacinho dos planos celestes.
Foi quando se abriu uma Luz maior sobre mim e eu vi, em outro plano, uma outra presença, mais elevada (a qual também não vou informar nada sobre Ela), que se comunicou comigo sutilmente. E aí eu entendi o lance todo, desde a assistência fora do corpo - até aquela presença pesada no quarto -, e todo resto...
E percebi que tudo já estava planejado há dias, com a culminação do trabalho nesse domingo. E agradeci a Ela, pela oportunidade de ter participado disso.
Eu estava ali, gripadaço, sozinho na noite, após um trabalho pesado no astral e tendo suportado uma presença trevosa em casa (que nem tinha a ver comigo, mas comoutras pessoas que trabalham nos temas consciencias e que precisavam de proteção - e que sequer vão saber disso). E, no entanto, o clima extrafisico estava uma maravilha - e com aquelas presenças sutis enriquecendo o ambiente e tratando-me como um igual, e deixando tudo lindo e sereno em meu lar. E, mais além, aquela outra presença, especial demais, tocando a minha consciência, por entre os planos...
Então, comecei a pensar nas pessoas próximas a mim nessa vida (familiares e amigos caros ao meu coração), e em outras, que estão longe no momento. E irradiei energias na intenção de cada uma delas, à medida em que ia me lembrando de seus rostos e vibrações. Fui visualizando-as, de uma a uma, com Amor e Luz, e pedindo aquela presença especial que compartilhasse espiritualmente tudo de bom com elas também.
E fui pensando em tanta gente... Sempre de uma a uma, com atenção e paz.
E vocês, que estão recebendo esse e-mail, também foram lembrados e visualizados, em Espírito e Verdade. E, como eu disse antes, os motivos disso, só o Alto é que sabe.
É isso: foi uma Luz serena para vocês... E o resto é com aquela presença especial e suaequipe extrafísica. Porque, algumas coisas não se explicam, só se sentem...
Aqui estou eu, escrevendo para vocês sobre isso, gripadaço, com o Rama dormindo aos meus pés. E com um pedacinho do Céu no meu lar.
Ah, se eu desencarnasse hoje, iria embora rindo muito, satisfeito com a jornada de minha vida... Eu iria embora nos braços daquela presença espiritual especial, que é um grande amigo da humanidade.
É isso: qualquer coisa boa que chegar por aí, é por causa dele.
Eu só queria que vocês soubessem disso.
Tudo de bom para vocês!
Paz e Luz.
- Wagner Borges - seu colega de evolução, mais espiritualista do que nunca.
São Paulo, 05 de março de 2012.
:: Wagner Borges ::
Três pílulas de gentileza por semana!
Três pílulas de gentileza por semana!
Selecionei, com muito carinho, três pílulas de gentileza do meu livro PÍLULAS DE GENTILEZA para você tentar praticar durante esta semana e verificar quais as consequências. Estou certa de que ser gentil só nos traz benefícios, ainda que não imediatamente, ainda que não pela via que esperamos. Mas basta praticar e ter paciência que o resultado -sempre muito bom- virá!
1. DÊ UM CRÉDITO
Sabe aquele dia em que você acorda, sai para o trabalho ou para seus compromissos e tem a nítida sensação de que deveria ter ficado em casa, dormindo? Definitivamente, você pensa, este não é o seu dia! Tudo o que gostaria é de não ter que resolver problemas nem manter as aparências com ninguém. Pois é... saiba que você não é o único "privilegiado". Todos nós experimentamos dias assim. E é justamente nesses dias, que tudo o que gostaríamos é que nos dessem um desconto ou, melhor ainda, um crédito. Que esperassem nosso mau-humor passar e pegassem leve, não é? Então, faça o mesmo quando se deparar com uma situação em que uma pessoa é grosseira com você do nada, sem motivos. Dê um crédito a ela. Pense: bem, hoje não deve ser o melhor dos dias para ela, então, vou deixar passar, vou relevar! E assim, certamente estará praticando a gentileza e evitando aborrecimentos desnecessários!
2. ESCUTE MELHOR
Durante algum tempo de minha carreira, tratando dos temas "relacionamento e comunicação", insisti que não existe melhor maneira de resolver um conflito do que conversando. Mas terminei descobrindo, com meus próprios clientes, que pela palavra "diálogo" entendia-se, sobretudo, falar. Acontece que só falar, embora já seja um ótimo começo, resolve bem pouco. Mais eficiente é realmente escutar o que o outro tem a dizer. Ouvir com o coração aberto e a intenção real de solucionar o problema. Afinal, só quando compreendemos o que o outro está pensando e sentindo é que podemos tomar uma atitude mais certeira. Note que estou sugerindo que você escute 'melhor' e não escute 'mais'. O que conta é a qualidade da escuta! Escutar ignorando, fazendo outra coisa, sem olhar nos olhos, é péssimo. Só faz com que o outro se sinta totalmente desconsiderado e a situação piore. Escutar fingindo, sem realmente dar atenção, também é lastimável, porque a pessoa termina percebendo que você não se envolveu e que ela foi tratada como se não tivesse a menor importância. Escutar seletivamente é típico dos casais em crise ou de colaboradores que só fazem o que querem. Já escutar com atenção é muito bom, mas existe uma qualidade de escuta ainda melhor. É a empática. Aquela em que você consegue se colocar no lugar do outro enquanto ele vai falando sobre o que pensa, sente e quer. Esta sim, faz com que a pessoa se sinta acolhida e compreendida. E possibilita a você uma mudança de atitude que faz toda a diferença!
3. PESSOAS GENTIS TAMBÉM DIZEM "NÃO"
Muita gente pensa que ser gentil é estar sempre disponível e levar aquela bendita fama de "bonzinho". Não, não e não! Ser gentil não é isso e também não é ser feito de bobo. Pessoas gentis sabem reconhecer seus próprios limites e respeitar o outro tanto quanto a si mesmo. E isso significa que, muitas vezes, terá de negar um pedido do outro, para que esteja sendo coerente consigo mesmo, com seus compromissos e até com seus valores. Pessoas que não sabem dizer "não" certamente apresentam uma questão mal resolvida com sua autoestima. Usam o "sim" para, talvez inconscientemente, conseguir a aprovação ou o amor do outro. Não funciona! Resultado? Sentem-se frustradas, vítimas das relações e muito insatisfeitas com suas vidas. Saber dizer "não" quando necessário é sinal de maturidade e equilíbrio. E nem é preciso alterar o tom de voz ou ser grosseiro. Um "não" dito com firmeza e coerência é muito eficiente e, quase sempre, mais produtivo do que supomos.
:: Rosana Braga ::
quarta-feira, 7 de março de 2012
Autismo e Vacinação Infantil
As famílias que sofrem buscam soluções, porém encontram pouca simpatia genuína dos meios científicos e governamentais para sua situação de desespero. As empresas farmacêuticas juram que suas vacinas não condenaram crianças ao autismo.
A questão da ligação entre autismo e as muitas vacinas infantis envolve embates entre posições diferentes - onde de fato existe liberdade de expressão. Esse é o caso dos Estados Unidos. Lá, pais brigam na justiça por seus filhos prejudicados pelas vacinas que receberam quando bebês. Há entre os americanos a consciência de que um cidadão livre pode questionar o que é imposto às pessoas, principalmente a bebês vulneráveis.
No Brasil, há uma “liberdade de expressão” controlada, onde a mídia esquerdista decide e filtra todo tipo de notícia e informação. Não existem embates, porque o que impera é a “verdade” que vem por imposição. Enquanto nos EUA há praticamente dois ou mais lados para uma mesma questão, no Brasil rotineiramente há só o lado que recebe o selo de aprovação da mídia. Com a ajuda da mídia brasileira, chega-se à conclusão obviamente calculada de que as vacinas infantis são maravilhas que salvam, curam, libertam, etc. Só isso.
Nos EUA, não é só isso. Embora a vacinação seja obrigatória na sociedade americana, há opções legais que permitem que uma família escolha isenção por motivos filosóficos, religiosos e médicos. No Brasil, nem isso há.
Entre os países avançados, os EUA estão entre os mais restritivos na questão das vacinas. Inglaterra, Suécia, Austrália e outras nações ricas não obrigam a vacinação das crianças e, mesmo tendo um número significativo de crianças não vacinadas, não experimentam explosões de doenças infantis.
Diferente do Brasil, nos EUA e outros países há uma variedade de livros e DVDs expondo as vantagens e desvantagens das vacinas. Portanto, ao pesquisar sobre o assunto, precisei recorrer a especialistas no exterior. Foi assim que em 2006 fiz contato com David Kirby, que há mais de oito anos escreve artigos sobre ciência e saúde para o famoso jornal The New York Times. Ninguém pode acusá-lo de conservador, pois o The New York Times é tudo, menos conservador. Ele teve a gentileza de me enviar um exemplar de seu excelente livro Evidence of Harm (Evidência de Danos), onde quase 500 páginas trazem um relato emocionante, num estilo jornalístico cativante, do real quadro por trás das vacinações e do autismo.
O livro, que se tornou campeão de vendagem nos EUA, mostra um conflito onde de um lado estão as poderosas empresas farmacêuticas, que lucram de forma fabulosa com as vacinas infantis, e do outro lado está um grupo significativo de pais e mães que viu a transformação negativa de seus filhos após várias vacinações. As famílias que sofrem buscam soluções, porém encontram pouca simpatia genuína dos meios científicos e governamentais para sua situação de desespero. As empresas farmacêuticas juram que suas vacinas não condenaram crianças ao autismo, mas cada vez que surgem pesquisas relatando uma possível ligação entre autismo e vacinação, aparecem estudos refutadores direta ou indiretamente patrocinados pela indústria da vacina.
David Kirby também revela que por trás da defesa da vacinação compulsória não estão pais e mães preocupados com o bem-estar de seus filhos. Estão, na verdade, as próprias empresas farmacêuticas, que mantêm equipes de lobistas para pressionar o Congresso americano e políticos, despejando milhões para convencer a todos de que a vacinação é fundamental para a sobrevivência humana. Milhões de dólares também são investidos em campanhas eleitorais, até mesmo para a presidência dos EUA, a fim de que sejam eleitos políticos que vão beneficiar os interesses dos fabricantes de vacinas. Assim, políticos e governos inteiros são comprados não só para manter as vacinas existentes, mas também para ampliar o número de vacinações. Tal ampliação alarga o sorriso e o bolso dos empresários das vacinas.
Nessa guerra envolvendo bilhões de dólares, torna-se perfeitamente natural então que a cada descoberta científica de um problema importante com as vacinas, logo em seguida sejam publicados estudos contrários. É automático. Basta que um cientista questione as vacinas infantis para que repentinamente uma pesquisa entre na manchete dos principais meios de comunicação atacando esse questionamento.
É um ciclo interminável de descobertas científicas prós e contras com uma longa sucessão de enigmas turbulentos, onde ora o autismo está ligado às vacinas, ora não. É uma guerra sem fim, onde um pequeno número de cientistas e médicos bem-intencionados sente-se impotente diante do poderio midiático e financeiro de seus opositores das grandes multinacionais das vacinas.
Aliás, Evidence of Harm chega a documentar como indivíduos ligados à Vigilância Sanitária dos EUA, autoridades ligadas ao governo e a própria indústria farmacêutica destruíram registros oficiais que provavam a ligação entre autismo e vacinas.
Um cientista genuíno é motivado pelo interesse de buscar a verdade. Ele não é controlado e dirigido pelo dinheiro dos poderosos. Mas, na questão das vacinas, a maioria dos cientistas é paga para defender uma “verdade” comercial. No duelo entre a verdade genuína e a verdade comprada, vence no mercado quem tem mais dinheiro - e é inegável o fato de que as vacinas são um negócio multimilionário.
O factor financeiro impede que haja um debate científico honesto. Cada vez que um cientista (sem nenhum financiamento estatal ou das gigantes multinacionais farmacêuticas) ousa apresentar um estudo que coloca em mínima dúvida a eficácia das vacinas, os fabricantes mobilizam imediatamente batalhões inteiros de cientistas com estudos promovendo a verdade comprada de que as vacinas só fazem bem.
Além disso, basta que surjam apenas dois ou três casos de paralisia infantil para que os empresários das vacinas iniciem campanhas de pressão sobre os políticos e legisladores com o propósito de garantir mais vacinações compulsórias. Enquanto isso, de cada 150 crianças, uma sofre de autismo. É uma estatística impressionante. Só no ano de 2003-2004, a Vigilância Sanitária dos EUA registrou 300.000 crianças em idade escolar sofrendo de autismo, e o número não pára de crescer a cada ano. Assim, 3 ou 4 casos de paralisia é pretexto suficiente para os fabricantes de vacinas, junto com seus cientistas e políticos comprados, exigirem vacinações em massa e compulsórias, mas 300.000 casos de autismo não servem absolutamente para nada para famílias prejudicadas que não têm vastos recursos para despejar nos políticos e na mídia e provocar mobilizações.
Esse exemplo mostra como a ciência é muitas vezes arrastada por motivações muito maiores do que o bom-senso e a saúde da população. Esse desequilíbrio de forças garante que os mais fortes consigam sempre manter protegidos seus negócios lucrativos.
Provavelmente, só uma ideologia muito radical poderia ter condições de enfrentar o poder do dinheiro. Se os pais e mães que defendem a proteção de seus filhos contra as vacinas fossem fanáticos ambientalistas ou esquerdistas, suas idéias e posições filosóficas seriam respeitadas por mais absurdas que fossem.
No atual clima em que os fatores financeiros e políticos pesam muito mais do que o bem-estar e as liberdades pessoais, é quase impossível uma conclusão verdadeiramente científica ter vez e destaque na mídia e nas leis. É por causa desses impasses que vários países preferem deixar nas mãos dos pais o direito de decidir a saúde - inclusive a vacinação - de seus filhos. O Brasil, porém, escolheu o pior caminho, removendo das famílias todo direito de se informar e decidir antes de vacinar seus filhos e obrigando a vacinação sem nenhum direito de isenção religiosa, filosófica ou médica.
Entretanto, enquanto os cientistas travam intensas batalhas que envolvem milhões de vidas e dólares, e certezas compradas dominam o debate científico, impondo dúvidas nas posições éticas de uma minoria de médicos e cientistas que se preocupa muito mais com a saúde das crianças do que com os lucros das vacinas infantis, a verdade aparece com a ajuda da própria realidade.
Em matéria intitulada “The Age of Autism: ‘A pretty big secret’” (A Era do Austimo: ‘Um segredo bem grande’), Dan Olmsted, editor principal da United Press International (UPI), escreve que crianças não vacinadas não sofrem de autismo.
Nos EUA, os menonitas Amish geralmente não vacinam os filhos. Eles são protestantes bem conservadores que vivem de forma natural, sem dependência da tecnologia moderna. Eles vivem como no passado. O fenômeno do autismo é inexistente entre eles.
A inexistência de autismo também foi observada entre famílias que optam por meios naturais de lidar com decisões de saúde. A organização Homefirst, que presta assistência médica natural, realiza partos nos próprios lares, onde o nascimento do bebê é acompanhado em casa como um evento natural, longe do hospital, mas junto com a família. Durante os anos, médicos naturalistas de Homefirst fizeram o parto de mais de 15 mil bebês em casa, e milhares deles jamais foram vacinados. Em inglês, Homefirst significa “o lar em primeiro lugar”.
Os principais clientes de Homefirst são cristãos conservadores que dão a seus filhos educação escolar em casa. Eles tendem a ter elevada formação acadêmica, seguem dietas mais saudáveis e amamentam seus filhos muito mais do que a norma - metade das mães de Homefirst amamenta até dois anos. Além disso, Homefirst se apóia menos em drogas de receitas, inclusive antibióticos, e como princípio vital de tratamento, as crianças atendidas pelos médicos de Homefirst são menos expostas a outros medicamentos, não somente vacinas.
O índice de asma entre as crianças pacientes de Homefirst é tão baixo que ganhou a atenção de Blue Cross, um grupo médico ao qual Homefirst é afiliado.
“O índice de asma entre as crianças atendidas por Blue Cross é aproximadamente 10 por cento”, disse o Dr. Mayer Eisenstein, diretor de Homefirst. “No começo, pensei que era porque as crianças de Homefirst eram amamentadas no peito, mas até mesmo entre bebês assim amamentados havia asma. Contudo, não víamos nenhum caso de asma entre bebês que mamavam no peito e que jamais haviam sido vacinados”. Em seus 33 anos de serviços médicos, o Dr. Eisenstein já atendeu mais de 75 mil pais, avós e filhos. Ele é autor dos livros “Dê a luz em casa com a vantagem do nascimento doméstico”, “Medicina segura” e “Não vacine antes de se informar”.
Vários estudos apontam que as vacinações trazem um risco de asma. Estudos que incluem crianças que nunca foram vacinadas geralmente constatam pouca ou nenhuma asma.
Entretanto, a preocupação maior não é a asma. Há problemas e conseqüências muito mais graves, inclusive autismo. No começo de 2008, o Dr. Jeff Bradstreet, pediatra da Flórida, disse que não havia virtualmente nenhum autismo entre famílias que educam em casa e não vacinam os filhos por motivos religiosos. “Praticamente não existe”, disse Bradstreet, que trata crianças com autismo nos EUA. “É um acontecimento extremamente raro”.
As autoridades federais de saúde nos EUA e as principais organizações médicas enfaticamente negam qualquer ligação entre autismo e vacinas, mas os questionamentos estão aumentando, apesar do poderio dos fabricantes de vacinas. John McCain, o candidato republicano à presidência dos EUA, comentou em fevereiro de 2008: “É inquestionável que o autismo está aumentando entre as crianças. A pergunta é: o que está causando isso? Há forte evidência indicando que tem a ver com um conservante nas vacinas”.
Enquanto os embates prosseguem, as famílias menonitas Amish e as famílias evangélicas que educam em casa e não vacinam não precisam se preocupar. Seus filhos não têm praticamente chance alguma de sofrer de autismo e outras complicações e conseqüências que ocorrem às crianças vacinadas.
Julio Severo
http://escolaemcasa.blogspot.com/2005/09/informaes-sobre-vacinas-infantis.html
VERMES NA CARNE DE PORCO
Veja este vídeo e comprove por você mesmo o quanto esta carne faz mal ao nosso corpo físico e ao nosso espírito.
Além de abaixar a nossa vibração na mesma hora que a ingerimos, provoca uma série de doenças, e todas as formas de parasitas, vermes e lombrigas em nosso intestino.
A carne de porco é uma das carnes mais pesadas energeticamente falando, ela demora mais de três dias para se decompor em nosso organismo... Quando você consome a costelinha de porco, bacon, etc. está alimentando seu ser com o que há de pior em vibração, e quanto menor a vibração mais estará exposto a todo tipo de energia negativa como obsessores, doenças, baixa vitalidade e desconexão com a verdadeira espiritualidade.
As imagens falam mais que mil palavras...
Pense 1000 vezes antes de ingerir este tipo de alimento, pois está infectando seu corpo físico, mental, espiritual, astral, emocional, etérico e muitos outros além desses...
http://www.youtube.com/watch?v=EGXBlJohhPE&feature=player_embedded
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