quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Nossos cardápios estão recheados de produtos alterados



Por IHU OnLine
A fome no Brasil é um “fenômeno socialmente produzido e reproduzido pela mão do homem, que iniciou com a usurpação de terras indígenas pelos colonizadores, que deram origem a nossa aristocracia rural”, alerta a economista Brizabel da Rocha (*), autora de ‘Política de segurança alimentar nutricional’.
Ao avaliar as políticas públicas brasileiras de combate à fome, ela enfatiza que “desde a República até o nosso século encontramos políticas públicas reprodutoras da pobreza, na tentativa de sua superação, com supremacia dos interesses econômicos sobre os direitos sociais”.

Leia a entrevista:

Historicamente, como os programas de combate à fome foram construídos no país? Que aspectos caracterizaram tais programas ao longo dos últimos 70 anos?

Na história recente de nosso país encontramos a origem da fome como um fenômeno socialmente produzido e reproduzido pela mão do homem, iniciado com a usurpação de terras indígenas pelos colonizadores, os quais deram origem a nossa aristocracia rural. Da República até o nosso século, encontramos políticas públicas reprodutoras da pobreza, na tentativa de sua superação, com supremacia dos interesses econômicos sobre os direitos sociais.
Ao abordarmos a questão da fome, num país como o Brasil, de dimensões continentais, rico em suas fontes naturais (minerais, hídricas, ecossistêmicas), sua biodiversidade, seu clima tropical, e também em suas fronteiras agrícolas, temos de abordar a questão da terra, da agricultura, das opções de desenvolvimento, e reconhecer que a fome (em suas diversas expressões), mesmo em diferentes períodos históricos e de desenvolvimento do país, é o resultado de um contexto político, econômico e social.

Dessa forma, os aspectos que caracterizaram os programas públicos de combate à fome sempre estiveram diretamente ligados à alternância dos ciclos administrativos, governamentais, ao longo dos anos. Foram avanços trazidos pelo médico, escritor e político pernambucano Josué de Castro, já em 1940, a partir de estudos científicos de e inquéritos alimentares, que caracterizaram cinco "áreas alimentares" no país, instituindo na época uma nova visão sobre os programas públicos.
Houve retrocessos e negação do fenômeno da fome e da pobreza, no período ditatorial (1964 a 1986). Também houve certa estagnação na década de 1990. Porém, os movimentos sociais e populares, em 1993, recolocaram o tema na agenda. Houve nova retomada somente a partir do ano de 2003, no primeiro mandato do presidente Lula.

Desde a criação do Serviço de Alimentação e Previdência Social – SAPS, em 1940, que buscava baratear o valor da alimentação para o trabalhador, até a instituição do programa governamental Fome Zero, que avaliação é possível fazer sobre as políticas públicas brasileiras nessa área?

Os programas desse período a partir do SAPS, embora morosos na sua implantação e implementação, procuraram abordar questões estruturais e imediatas que estavam presentes naquela década. Houve a criação do Serviço Técnico de Alimentação Nacional – STAN, ligado diretamente ao poder Executivo. Tinha por função estimular pesquisa de nutrição e aperfeiçoar os processos industriais de produção de alimentos bem como instalar a Comissão Nacional de Alimentação – CNA, que estabeleceu o Plano Nacional de Alimentação, o qual reconheceu, pela primeira vez, as questões estruturais, econômicas e políticas geradoras da fome.
Foi o último programa, quando então vivemos o período do governo militar, quando todos os programas foram fragmentados, com multiplicidade de ações, sem a visão de direitos vinculados a um forte cunho clientelista e paternalista (que de alguma forma ainda hoje se vê). Isso proporcionava a dependência da população pobre às benesses do governo. No final da década de 1990, as medidas foram de caráter administrativo, privatizações, reforma do estado, sem incidir nas questões sociais marcadas por profundas desigualdades.

A partir de que momento a fome passou a ser compreendida numa perspectiva de Segurança Alimentar Nutricional? Que mudanças ocorreram nos programas sociais a partir dessa interpretação?

No Brasil, as primeiras referências documentais de governo datam do final do ano de 1985, através do Ministério da Agricultura, quando foi elaborada a proposta de Política Nacional de Segurança Alimentar com objetivos centrais de atender às necessidades alimentares da população e atingir a autossuficiência nacional de produção de alimentos, com o que se critou o Conselho Nacional de Segurança Alimentar. A proposta, à época, teve pouca repercussão, mas sementes foram lançadas.
Passou-se a incorporar, no conceito de segurança alimentar, temas relevantes como a qualidade sanitária, biológica, nutricional e cultural dos alimentos, assim como a segurança alimentar domiciliar, agregando-se aí noções correlacionadas como a de assistência básica à saúde, o cuidado promovido no lar, o cuidado do preparo dos alimentos, a necessidade do aleitamento materno. Dessa forma foi dado ao conceito – para além do acesso aos alimentos – uma face mais humana.

Como equacionar problemas estruturais no que se refere à questão da fome e da segurança alimentar, superando o assistencialismo que domina as políticas públicas na área? Por que é tão difícil ultrapassar essa barreira do assistencialismo?

Passa pelo processo de educação de um povo. É interessante que na minha pesquisa de mestrado, onde tento verificar como esse direito humano é garantido à população de três regiões distintas de Porto Alegre, a categoria “educação” foi a primeira evidenciada pelos sujeitos pesquisados. Ela surge como fio condutor para garantia de condições de qualidade de vida, saúde, possibilidade de participação efetiva do ser humano em seu núcleo familiar, em sua comunidade, permeando todo o processo de vida das pessoas para que a cidadania seja exercida. Essa cidadania só será exercida plenamente pela dignidade do trabalho, constitutivo da identidade humana. Faz-se necessário o acesso ao trabalho e aos meios de produção.

Diante dos programas sociais e das políticas públicas direcionadas à alimentação, é possível falar em insegurança alimentar no Brasil?
Costumo dizer que a população mandatária da política de assistência social é uma população em insegurança alimentar. A insegurança alimentar, em qualquer dos seus graus de gravidade, é mais frequente nos domicílios dos estratos sociais mais baixos. Via de regra, a população em insegurança alimentar associa uma combinação de fatores tais como baixa escolaridade, trabalho informal, precarização das condições de trabalho, ausência de renda, ou renda muito baixa, incidência da questão de gênero, mulheres chefes de família, e crianças.

Porém, todos nós nos encontramos, de uma forma ou de outra, em insegurança alimentar. Isso porque todos estamos rodeados de alimentos com agrotóxicos, alimentos com alto processo de industrialização que deixam de ser alimentos. Lembro o recente caso da alteração criminosa do leite no Rio Grande do Sul. Há também os alimentos geneticamente modificados, dos quais não sabemos os efeitos colaterais em nosso organismo, sem contar os efeitos com relação ao meio ambiente. As águas contaminadas. Enfim, todos nós estamos afetos. 
* Brizabel da Rocha é graduada em Economia Doméstica pela Universidade de Passo Fundo – UPF, especialista em Cooperativismo e Associativismo pela Universidade do Vale dos Sinos – Unisinos, e em Gestão da Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS (2007). Também é mestre em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS (2011). Atualmente é colaboradora técnica do Instituto Harpya Harpia/SP, uma OSCIP que atua na defesa e promoção do direito humano ao alimento e à nutrição.

O silêncio que machuca



Apesar de todas as facilidades tecnológicas, os humanos nunca ficaram tão fechados em seu pequeno e medíocre mundinho pessoal.

Por Evaldo D´Assumpção*

Durante o tempo em que exerci a medicina, fosse na minha prática diária, fosse nos ensinamentos que procurava passar aos meus alunos e residentes, a resposta a qualquer ligação, carta ou e-mail que recebesse, era considerada absolutamente indispensável.  Nunca deixei de dar retorno a um telefonema que não pudera atender, nunca deixei de responder a qualquer correspondência recebida, fosse convencional, fosse pela internet.

Esse meu comportamento sempre esteve ligado, visceralmente, à minha formação ética e familiar. Como uma pessoa poderia me procurar – mesmo que fosse alguém reconhecidamente impertinente ou aborrecida – e eu deixar de acolhê-la? Como eu poderia distinguir um pedido de acolhimento por razões fúteis, de outro por necessidade vital? Como eu poderia me olhar no espelho no final do dia, e sabendo-me um profissional que jurara acolher a quantos de mim necessitassem, por comodismo, preguiça ou até enfado, havia deixado de atendê-los?

McLuhan, filósofo falecido em 1980, criou a expressão “aldeia global” para definir o mundo do futuro, onde os meios de comunicação transformariam o planeta Terra numa enorme aldeia. Em outras palavras, onde todos se comunicariam facilmente, graças às tecnologias que se desenvolviam nessa área.  Contudo, apesar de ter acertado na potencialidade tecnológica, errou completamente no quesito “comunicação”.

Hoje, apesar de termos os mais diferentes e sofisticados telefones com secretárias eletrônicas, celulares, computadores, notebooks, i-pods e outros artefatos, nunca os humanos ficaram tão trancados em seu pequeno e medíocre mundinho pessoal. Nunca as pessoas ficaram tão carentes de comunicação rápida e eficiente, especialmente em situações aflitivas, emergenciais ou até mesmo sociais.

Incomoda-me particularmente, a ausência de resposta para os e-mails que envio.  Sempre que o faço utilizo a solicitação de confirmação de recebimento, que é um recurso automático muito simples e que exige apenas um clique de quem o recebe. Mesmo assim, a maioria das pessoas deixa de acusar o recebimento dos e-mails, o que me deixa sem saber se foram recebidos ou não.  Principalmente levando-se em conta de que não me agrada receber, e consequentemente enviar aquelas numerosas mensagens de piadas ou de autoajuda, que vão sendo retransmitidas indefinida e repetidamente, cheias de fotos maravilhosas e textos poéticos, mas pesadíssimos para o meu pobre computador. A confirmação que peço e espero é para os e-mails que se referem a questões importantes e que necessitam certeza do seu recebimento.

Uma das queixas mais freqüentes na mídia, e que também escuto de pessoas falando do atendimento médico, é a falta de retorno desses profissionais às suas solicitações de informações ou esclarecimentos sobre sua doença ou de parentes seus.  Essas pessoas dizem que ligam para o médico assistente e esse quase sempre está impossibilitado de atendê-las – o que é bastante compreensivo, pois não se deve interromper uma consulta médica, que exige total atenção do profissional, para atender telefonemas. Contudo, no intervalo entre consultas, ou mesmo no final do dia de trabalho, sempre é possível retornar as ligações. Mas isso, quase nunca acontece. As necessidades do cliente distante tornam-se insignificantes diante de outros compromissos, às vezes, esses sim, totalmente desimportantes, porém mais atrativos para os profissionais descomprometidos.

Entretanto, não são somente os médicos – que abriram minhas colocações, porque sou um médico com várias décadas de experiência – que agem dessa forma. Os advogados estão na mesma posição, nesse ranking tão indesejável. Já vivi uma situação onde fui obrigado a abrir um processo ético na OAB, contra certo advogado, simplesmente porque, depois de contratado e pago pelos seus serviços conforme ele determinara, só conseguia falar com a sua secretária,nunca diretamente com ele. A informação que sempre recebia era de que ele estava ocupado e retornaria posteriormente, sem nunca fazê-lo. Perdendo a causa pela sua constante ausência e falta de comunicação, só me restou a opção do processo ético. Essa causa eu ganhei.

Se isso acontece com profissionais de alto nível, sabemos que o mesmo ocorre em todas as profissões, em todas as relações entre pessoas, nesses dias tão difíceis para se viver.  Quase ninguém tem compromisso com a palavra empenhada, e nem documentos rigorosamente registrados são capazes de motivar essas pessoas a cumprir o que prometeram fazer, ou pelo menos motivá-los a explicar o que está realmente acontecendo.

Tenho saudades dos tempos em que a palavra dada era sagrada, o compromisso com os clientes era seriamente respeitado, a hora marcada rigorosamente cumprida e o fio de barba, documento mais que suficiente para que nada fosse descumprido.

Talvez por tudo isso, ou também por isso, observamos tanto estresse, tanta insatisfação, tanta agressividade entre as pessoas. Será que podemos ter esperança de que um dia isso irá mudar e acabará esse silêncio que incomoda tanto?


*Evaldo D´Assumpção é médico e escritor

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Ou você é próspero ou você assiste TV



Olá, eu sou o Bruno J. Gimenes, escritor autor de vários livros, entre eles, "Decisões - Encontrando a Missão da sua Alma" e também sou coautor (junto com a minha amiga e sócia Patrícia Cândido) do livro "O Criador da Realidade - A vida dos seus sonhos é possível". Eu também sou cofundador do portal Luz da Serra (www.luzdaserra.com.br) e de mais outros diversos sites na área do autoconhecimento e da evolução da consciência. Agora eu criei um site só para falar de prosperidade; se você quiser se aprofundar, pode acessá-lo no www.ocriadordarealidade.com.br.

Eu quero lhe explicar nesse texto um dos principais venenos da vida de qualquer pessoa que busca prosperidade. Muitas pessoas sofrem nesse caminho, não encontram o que buscam e também não encontram o motivo dessa falta de prosperidade. E o motivo sobre o qual vou falar é tão sutil que chega a ser ardiloso e por ser tão sutil acaba como que se infiltrando na vida de qualquer pessoa, tornando-se um hábito completamente destrutivo.

E se você não sabe tecnicamente o que é um hábito, para resumir eu lhe digo: é uma rotina!

O seu cérebro, na tentativa de preservar o máximo de energia possível, faz de tudo para criar padrões de comportamento, ou seja, caminhos conhecidos que serão repetidos sempre que determinadas atitudes forem disparadas. Quando você se acostuma a agir sempre do mesmo jeito, seja em uma rotina saudável ou em algo ruim, você constrói um hábito. Quando o hábito surge, a maioria das suas atitudes acontece "no automático", ou seja, você não fica presente para viver a realidade de forma plena. Isso quer dizer que você acaba construindo rotinas que fazem com que você seja levado pelos hábitos que você mesmo construiu.

Precisei falar dos hábitos para que você entenda a importância de saber escolher bem tudo o que você faz de forma repetitiva, porque essas ações se tornarão hábitos e uma vez que se tornarem hábitos, você passará a agir em grande parte por impulsos ou de forma automática.

E como quase tudo que você faz em sua vida acontece por força dos hábitos, nada é mais importante do que garantir que eles sejam saudáveis e positivos, não é mesmo?
Então, deixe-me falar sobre o poder da autossugestão...
Tudo o que você vê, inala (percebe o aroma), ouve ou sente na pele, de uma forma ou de outra, consciente ou inconsciente, afeta a sua consciência. Por isso, por mais que você ache que o mundo ao seu redor, as pessoas ao seu redor, as notícias ao seu redor, os acontecimentos ao seu redor não sejam tão relevantes na influenciação da sua personalidade, eu posso garantir, com base em pesquisas feitas pelos grandes gurus da área, que "tudo influencia tudo". Ninguém sai ileso da "noticiosfera", que é a atmosfera psíquica criada com tantas informações, notícias, mensagens, preocupações, pessimismo, euforia e lamentações coletivas.

"O que acontece ao seu redor tende a impregnar a sua consciência e determinar a pessoa que você será em breve".

E é por isso que assistir TV vai conduzi-lo para a mediocridade e fará de tudo para mantê-lo lá. Desde um filme de sucesso, uma novela, até um telejornal, tudo, efetivamente tudo que é produzido pelas grandes redes é perfeitamente projetado para gerar um engajamento com você. Obviamente, você deve saber que cada emissora de TV faz de tudo para conseguir manter você conectado com a programação dela, acho que isso você já sabe, certo?

Acontece que você pode não saber que para que essa conexão aconteça (a chave da audiência) é necessário gerar um relacionamento com você. Esse relacionamento se dá por meio de gatilhos específicos (conhecidos como gatilhos mentais ou emocionais) que despertam o seu lado inconsciente para a conversa existente no processo. Essa conversa informal se estabelece no momento em que o conteúdo da programação envolve você em pensamentos e sentimentos que prendam a sua atenção.

Eu acho que até aqui você está entendendo bem... mas acontece que nada, absolutamente nada, gera mais gatilhos emocionais e respostas diretas do seu inconsciente do que emoções negativas. Liderando essas emoções temos situações que geram em você: medo, culpa, tristeza, abandono, raiva, sentimento de injustiça, isolamento, baixa autoestima, preocupação, revolta e depressão.

Acredite: 99% de toda a programação televisiva é criada com esses gatilhos mentais, pois são as emoções as responsáveis por prender a pessoa na programação.

Imagine então que você assista "apenas" a duas horas por dia de televisão, seja um filme, uma novela, ou mesmo um simples noticiário. E se diariamente você mergulha em uma dieta de informações que envolve você energeticamente em emoções negativas, (mesmo que você não perceba, são emoções negativas), automaticamente, por ação da autossugestão e da natureza humana de construção de hábitos que geram rotinas, você será completamente programado para a escassez e para a falta de prosperidade.

Nesse momento, é provável que você diga: "como eu posso parar de assistir TV??? Isso é um absurdo!!! Você deve estar louco!!!" Ou ainda: "televisão é a única diversão que eu tenho, não posso parar!!!".

Eu realmente respeito você, realmente entendo o seu comentário, até porque antes de encontrar a condição de prosperidade na qual me encontro atualmente, com a saúde dos meus sonhos, com o carro dos meus sonhos e com a renda muito acima dos meus sonhos, eu também agia assim, também achava que não podia viver sem uma televisão. E hoje, mesmo tendo uma TV de última geração na minha sala, quase sempre prefiro mantê-la desligada para que eu possa curtir o silêncio da minha sala lendo um livro.

Eu aprendi a desligar a TV e hoje, somente 2 horas de uma consultoria minha representam um mês inteiro do salário que eu recebia na época em que eu não vivia sem a TV. E isso tudo porque eu aprendi a focar no meu crescimento, na minha evolução e na minha felicidade real, para que o resultado me proporcionasse agregar tanto valor ao que eu faço atualmente, que simplesmente não precise mais me preocupar com dinheiro para viver, sendo o foco principal do meu trabalho a missão embutida nele. Em outras palavras: trabalho por paixão e amor ao que faço!

Eu desejo isso para você e hoje sei também que existe uma fórmula para a prosperidade, composta de várias etapas e seguramente uma delas é abandonar definitivamente o mergulho diário na "noticiosfera" televisiva. É provável também que você me crucifique por conta de tudo que eu estou falando, e eu afirmo, realmente, que vou lhe entender, porque para ter prosperidade é preciso pensar e agir muito diferente da maioria e, sinceramente, é tarefa possível para pessoas realmente focadas e comprometidas.

Eu desejo do fundo do meu coração que você se torne uma dessas pessoas!

E agora é a hora que eu peço a sua contribuição. Se você gostou, então, compartilhe. E depois clique no link abaixo e compartilhe!
Muita Luz.

Bruno J. Gimenes


http://somostodosum.ig.com.br/clube/c.asp?id=37204

Ilusão da Matéria - A nossa Realidade Física não é Física Realmente.



09 de dezembro de 2013
Niels Bohr, um físico dinamarquês que fez contribuições significativas para a compreensão da estrutura atômica e a teoria quântica, uma vez disse:
Citar:Se a mecânica quântica não o deixou profundamente chocado, então você não a entendeu completamente.
A física quântica tem deixado os cientistas de todo o mundo perplexos, especialmente com a descoberta de que a nossa realidade física material, não é realmente física. Tudo o que chamamos de real é feito de coisas que não podem ser consideradas como reais. Parece que os filósofos do nosso antigo passado estavam certos, os nossos sentidos realmente nos enganam.

Mais uma vez, a nossa realidade física material na realidade não é física. O sentido, o significado e as implicações destes resultados dentro do nosso mundo quântico levaram a uma infinidade de idéias e teorias, algumas das quais colocadas dentro do rótulo de pseudo-ciência. Este artigo irá apresentar evidências científicas que mostram claramente as ligações entre a consciência e o que chamamos de realidade e como estas já não podem ser negadas. Ele também irá refletir sobre as implicações deste conhecimento, e como essa percepção desempenha um papel importante no potencial de transformação do nosso planeta, em um momento em que mais precisamos dela.

A noção de que o átomo era a menor partícula no universo caiu com a descoberta de que o próprio átomo é composto de elementos subatômicos ainda menores. O que foi ainda mais chocante foi a revelação de que essas partículas subatômicas emitem várias tipos de energias estranhas. Alguns argumentam que os resultados dentro da física quântica só se aplicam e são significativos no nível subatômico, mas para esses eu digo, não somos todos feitos de partículas existentes no nível subatômico?
Quando observamos a nós mesmos e nosso ambiente físico no menor nível, não somos compostos de átomos? Não somos feitos de partículas subatômicas? Não é isso que nós observamos?

Na virada do século dezenove, os físicos começaram a explorar a relação entre a energia e as estruturas da matéria. Ao fazer isso, a crença de que a física newtoniana da matéria era coração do saber científico sobre o universo foi abandonada, e a percepção não é senão uma ilusão a substituiu. Os cientistas começaram a reconhecer que tudo no Universo é feito de energia.

Os físicos quânticos descobriram que os átomos físicos são feitos de vórtices de energia que estão constantemente girando e vibrando, cada um irradiando a sua própria assinatura energética única. Portanto, se nós realmente queremos nos observar para descobrir o que nós somos, nós veremos que somos realmente seres de energia e vibração, irradiando a nossa própria energia com uma assinatura única. Esse é o fato que a física quântica tem nos mostrado várias vezes. Somos muito mais do que aquilo que nós mesmos percebemos ser, e é hora de começarmos a nos ver como nessa luz que somos. Se você observasse a composição de um átomo com um microscópio, você veria um vórtice maior cercado de pequenos tornados, inúmeros vórtices de energia infinitamente pequenas chamadas quarks e fótons. Esses são os componentes da estrutura do átomo. Conforme você fosse focando cada vez mais perto da estrutura do átomo, você não iria ver nada, você iria observar um vazio físico. O átomo não tem estrutura física, não temos estrutura física, as coisas físicas realmente não tem nenhuma estrutura física! Os átomos são feitos de energia invisível, não importa o quão tangível pareçam.

Enigmático, não é? A nossa experiência nos diz que a nossa realidade é feita de coisas materiais físicas, e que o nosso mundo é um único objeto que existe independentemente. Novamente, o que mecânica quântica revela é que não existe verdadeira fisicalidade do universo e que os
átomos são feitos de vórtices, parecidos com tornados de energia em miniatura que estão constantemente aparecendo dentro e fora da existência. A revelação de que o universo não é um conjunto de partes físicas, sugeridas pela física newtoniana, e em vez disso vem de um emaranhamento holístico de ondas de energia imaterial deriva do trabalho de Albert Einstein, Max Planck e Werner Heisenberg, entre outros.

Apesar das descobertas da física quântica, muitos cientistas hoje ainda se apegam a visão de mundo orientada para o assunto predominante, sem uma boa razão. Como mencionado anteriormente, estes cientistas restringem a validade das Teorias quânticas para o mundo subatômico. Se sabemos que a matéria não é física, como podemos promover nossas descobertas científicas tratando-a como algo físico?

Apesar do sucesso empírico incomparável da teoria quântica, a própria sugestão de que seja literalmente a verdade como uma descrição da natureza, ainda é saudado com cinismo, incompreensão e até mesmo raiva. (T. Folger, Quantum Shmantum; Descubra 22:37-43, 2001)

O que isso significa?

Significa que a nossa realidade material física não é realmente físico em tudo? Isso pode significar uma série de coisas, e conceitos como este não podem ser explorados se os cientistas permanecerem dentro dos limites do mundo perceptível existente, o mundo que vemos. Felizmente, muitos
cientistas já deram o salto, e já estão questionando o significado e as implicações das descobertas da física quântica. Uma dessas potenciais revelações é a de que o observador cria a realidade.

A conclusão fundamental da nova física também reconhece que o observador cria a realidade. Como observadores, estamos pessoalmente envolvidos com a criação de nossa própria realidade. Os físicos estão sendo forçados a admitir que o universo é uma construção mental. O físico pioneiro Sir James Jeans escreveu: O fluxo de conhecimento está indo em direção a uma realidade não-mecânica, o universo começa a se
parecer mais como um grande pensamento do que como uma grande
máquina. A mente já não parece ser um intruso acidental no reino da matéria, devemos sim ser vistos como os criadores e governadores do reino da matéria. (RC Henry, O Universo Mental; Nature 436:29, 2005)

Não podemos mais ignorar o fato de que as nossas crenças, percepções e atitudes (consciência) criam o mundo.

Supere isso e aceite a conclusão indiscutível. O universo é imaterial- mental e espiritual.

Um grande exemplo que ilustra o papel da consciência no mundo material físico (que sabemos não ser tão físico) é a experiência da dupla fenda. Este experimento foi usado várias vezes para explorar o papel da consciência na formação da natureza da realidade física.

Um sistema óptico de dupla fenda foi utilizado para testar um possível papel da consciência no colapso da função de uma onda quântica. A proporção dos padrões de interferência da dupla fenda no poder espectral da sua potência espectral de única fenda, foi previsto para diminuir quando a atenção estava voltada para a dupla fenda em relação ao longo do experimento. O estudo constatou que os fatores associados com a
consciência, como a meditação, experiência, marcadores eletro corticais de atenção focalizada e fatores psicológicos, tais como abertura e absorção, significativamente se correlacionam as formas previstas com
perturbações no padrão de interferência da dupla fenda.

Abaixo está um vídeo que demonstra o experimento da dupla fenda do filme 'Quem somos nós'.












O problema apresentado neste experimento é chamado o problema da medição quântica (QMP). Refere-se (como visto no vídeo) ao efeito intrigante em que objetos quânticos parecem se comportar de forma diferente quando observados em relação a quando não observados. Os cientistas vêem esse experimento como um problema porque consideram apenas o que os nossos sentidos nos dizem, que o mundo é completamente independente da observação. Este problema levou ao estudo do papel da observação na medição, que muitos acreditam ser um aspecto da consciência devido à nossa capacidade mental através da atenção e intenção.

A observação não apenas perturba o que será medido, ela produz. Nós obrigamos o elétron a assumir uma posição definitiva. Nós mesmos produzimos os resultados da medição pela observação.

Esses tipos de experiências não são as únicas disponíveis e que demonstram que a consciência, tem um papel interligado com a nossa realidade física material de alguma forma. A possível influência da consciência humana sobre o comportamento de sistemas físicos ou biológicos tem sido objeto de pesquisa e documentação rigorosa para um número de anos por diversas pesquisas. Muitos dos experimentos que usam o papel da consciência humana e como isso afeta o nosso mundo físico material, tem sido feitos no âmbito do Departamento de Defesa e agências militares, assim permanecendo ciência classificadas (secretas), escondidas e guardadas dos olhos do mundo público oficial.

Um exemplo disso é o programa de 24 anos patrocinado pelo governo para investigar ESP e seu uso potencial na Comunidade de Inteligência. Esta operação foi chamada STAR GATE, e a maioria das suas pesquisas e descobertas permanecem classificadas (secretas) até hoje. Outro exemplo é a pesquisa conduzida pela CIA e NSA, em conjunto com a Universidade de Stanford.

Pessoalmente, eu sou obrigado a acreditar que grande parte da ciência que lida com a estranheza do mundo quântico, e muitas de suas aplicações tecnológicas permanecem dentro do reino do mundo classificado (secreto). Um mundo tão secreto que poderia estar milhares, se não milhões de anos à frente do mundo das pesquisas oficialmente divulgadas.

De qual nível de Consciência Você opera?

Agora que foi estabelecido que a nossa constituição física é aquela que não é física em tudo, para onde vamos a partir daqui? Somos átomos, constituídos de partículas subatômicas, que são, na verdade, um monte de energia que vibra em uma determinada frequência. Somos esses seres vibracionais de consciência e energia vibratória, como foi demonstrado, que se manifesta, cria e correlaciona com o nosso mundo material físico. A próxima questão a se perguntar é: qual o nível de consciência / estado de ser que nós, individualmente e, mais importante ainda, em conjunto operamos e a partir de onde?

Estudos têm demonstrado que emoções positivas e operando a partirl de um lugar de paz, pode levar a uma experiência muito diferente, tanto para a pessoa que emite as emoções como para aqueles ao seu redor. No nosso nível subatômico, tem a freqüência vibracional mudado a manifestação da realidade física? Se sim, de que maneira?
Sabemos que quando um átomo muda seu estado, ela absorve ou emite frequências eletromagnéticas, que são responsáveis ​​por mudar o seu estado. Diversos estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas? Sim! Isto foi provado.

O mundo não-físico é estranho, não é? O fato de que substâncias materiais (matéria) aparecem do nada, com muita evidência apontando para a consciência como responsável pela criação é bastante intrigante. Em um minuto estamos a realizar um objeto físico em nossas mãos, como uma moeda, em seguida, no minuto seguinte, percebemos que, se fôssemos focar na substância material moeda com um microscópio atômico, veríamos que estamos realmente segurando nada.

O melhor que podemos fazer agora é entender que a raça humana deve operar a partir de um lugar de paz, um lugar de cooperação e compreensão. Temos de perceber que estamos todos interligados, que podemos resolver os nossos problemas aqui facilmente, dado o fato de que temos uma série de soluções. A única maneira no qual seremos capaz de implementar e utilizar estas soluções, é através de uma mudança na
consciência. O mundo está realmente acordando. Minha alma conhece o significado destes resultados e é difícil para a mente explicar. Espero que eu que eu tenha feito um trabalho decente.

Lipton, H Bruce. A Biologia da Crença. Estados Unidos: Hay House Inc. 2008

http://pre.aps.org/abstract/PRE/v48/i2/p1562_1
http://media.noetic.org/uploads/files/Ph...t-2012.pdf
http://www.fas.org/sgp/eprint/teleport.pdf
http://www.lfr.org/lfr/csl/media/air_mayresponse.html
http://www.scientificexploration.org/jou...uthoff.pdf
http://www.princeton.edu/ ~ pear/pdfs/1979-precognitive-remote-viewing-stanford.pdf
http://www.lfr.org/lfr/csl/library/AirReport.pdf
http://www.nature.com/nature/journal/v45...08-01.html
http://www.scientificamerican.com/articl...t-research
http://link.springer.com/article/10.1023/A% 3A1012369318404
http://www.disclosureproject.org/docs/pd...rPaper.pdf
http://pra.aps.org/abstract/PRA/v39/i5/p2333_1
http://henry.pha.jhu.edu/The.mental.Universe.pdf
http://www.files.chem.vt.edu/RVGS/ACT/no...cture.html

Fonte Original: http://www.disclose.tv/news/The_Illusion..._All/96949


P.S.: Alguns comentários

Citar:Não podemos formular as leis da mecânica quântica sem recorrer ao conceito de consciência - Ou seja, não existe mecânica quântica sem consciência - Nobel de física Eugene Wibigger

Como o seu telefone celular funciona e graças as fórmulas matemáticas descobertas pela física da mecânica quântica, a frase acima é um fato e não uma confabulação.

Já tem algum tempo, que volta e meia eu tenho postado informações pertinentes e selecionadas pela qualidade, sobre a relação e importância fundamental que a física quântica tem a nos oferecer como um todo.
Trata-se de explicação por meio de comprovação em experimentos científicos, efetuados por profissionais qualificados, em busca de desvendar a natureza da nossa existência.

Importante salientar que é, e sempre será impossível, conseguir separar a ciência da religião, caso o verdadeiro objetivo seja conhecimento honesto.

Será um grande problema para os controladores das instituições religiosas mundiais, quando e se as pessoas receberem conhecimento sobre tudo o que significa a física quântica.

Abraço.

Naste.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Bendita Crise



bendita crise que sacudiu o mundo e a minha vida
bendita crise que está reciclando tudo
bendita crise que veio tirar a minha ilusão de permanência
bendita crise que vai trazer evolução
bendita crise que vai fazer o mundo se reestruturar
bendita crise que traz a transformação
bendita crise que vai me ensinar o que é verdadeiramente importante
bendita crise que é um desafio
bendita crise que vai me revelar a minha própria sabedoria
bendita crise que dissolve meus apegos
bendita crise que vai ampliar minha visão
bendita crise que me faz humilde
bendita crise que vai abrir meu coração
bendita crise que me traz de volta a confiança
bendita crise que vai me mostrar outras oportunidades
bendita crise que me faz dar mais importância à vida
bendita crise que me tirou do marasmo
bendita crise que leva a um novo paradigma
bendita crise que está me mostrando a Luz
bendita crise que me fez voltar a ter fé
bendita crise que me traz de volta a aventura de viver
bendita crise que é o ponto de mutação
bendita crise que me traz de volta o amor pela humanidade


Bendita Crise - Mirna Grzich




quarta-feira, 16 de outubro de 2013

VIDA NOVA COM HO'OPONOPONO



Apresento a seguir 2 resumos que fiz de dois livros escritos sobre Ho'oponopono.
Após os resumos, você encontra alguns vídeos também referentes a Ho'oponopono que selecionei a partir do Youtube. Fiz a edição de um desses vídeos, traduzindo e adicionando as legendas em Português - (Tom R.):

Ho’oponopono

Neste e-book você encontra informação que venho recolhendo já há algum tempo sobre o Processo Ho’oponopono. Algumas coisas escrevi a partir da minha experiência pessoal praticando o sistema, outras ouvi em entrevistas que existem na Internet, também o que li e guardei. Outras informações peguei em grupos de discussão sobre o Ho’oponopono no qual eu participo, também
na Rede.

O Ho’oponopono não é o único caminho, de forma alguma, existem outros processos semelhantes, mas é o que melhor me atende aqui e agora. Então, o que temos nestas páginas é um pouco do que o Dr. Ihaleakala Hew Len, mestre e professor de Ho’oponopono, explica e mostra como fazer.

Muitos chegaram ao Ho’oponopono através deste texto do Dr. Joe Vitale divulgado na internet. Para aqueles que não o conhecem aqui está na sua íntegra:
HO´OPONOPONO - por Joe Vitale
Há dois anos, ouvi falar de um terapeuta, no Havaí, que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles.
O psicólogo estudava a ficha do preso e, em seguida, olhava para dentro de si mesmo a fim de ver como ele havia criado a enfermidade dessa pessoa. À medida que ele melhorava, o paciente também melhorava. A primeira vez que ouvi essa história, pensei tratar-se de alguma lenda urbana.
Como podia alguém curar a outro, somente através de curar-se a si mesmo?
Como podia, ainda que fosse o mestre de maior poder de autocura, curar a alguém criminalmente insano?
Não tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei essa história.
Entretanto, a escutei novamente, um ano depois. Soube que o terapeuta havia usado um processo de cura havaiano chamado “Ho’oponopono”.

Se a história era realmente verdadeira, eu tinha que saber mais. Sempre soubera que total responsabilidade significava que eu sou responsável pelo que penso e faço.
O que estiver além, está fora de minhas mãos.
Acho que a maior parte das pessoas pensa o mesmo sobre a responsabilidade.
Somos responsáveis pelo que fazemos e não pelo que fazem os outros.
O terapeuta havaiano que curou essas pessoas mentalmente enfermas me ensinaria uma nova perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade. Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len.

Passamos, provavelmente, uma hora falando em nossa primeira conversa telefônica.
Pedi-lhe que me contasse toda a história de seu trabalho como terapeuta. Ele explicou-me que havia trabalhado no Hospital do Estado do Havaí durante quatro anos. O pavilhão onde encerravam os loucos criminais era perigoso. Em regra geral, os psicólogos se demitiam após um mês de trabalho ali. A maior parte do pessoal do hospital ficava doente ou se demitia.

As pessoas que passavam por aquele pavilhão simplesmente caminhavam com as costas contra a parede com medo de serem atacadas pelos pacientes. Não era um lugar bom para viver, nem para trabalhar, nem para visitar. O Dr. Len disse-me que nunca viu os pacientes. Assinou um acordo para ter uma sala no hospital e revisar os seus prontuários médicos. Enquanto lia os
prontuários médicos, ele trabalhava sobre si mesmo. Enquanto ele trabalhava sobre si mesmo, os pacientes começaram a curar-se. “Depois de poucos meses, os pacientes que estavam acorrentados receberam a permissão para caminharem livremente”, me disse. “Outros, que tinham que ficar fortemente medicados, começaram a ter suas medicações reduzidas. E aqueles, que não tinham jamais qualquer possibilidade de serem liberados, receberam alta”. Eu estava assombrado.
“Não foi somente isso”, continuou, “até o pessoal começou a gostar de ir trabalhar. O absenteísmo e as mudanças de pessoal desapareceram. Terminamos com mais funcionários do que necessitávamos porque os pacientes eram liberados e todo o pessoal vinha trabalhar. Hoje, aquele
pavilhão do hospital está fechado.”
Foi neste momento que eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares:
“O que foi que o senhor fez a si mesmo para ocasionar tal mudança nessas pessoas?”
“Eu simplesmente estava curando aquela parte em mim que os havia criado”, disse ele.
Não entendi. O Dr. Len explicou-me, então, que entendia que a total responsabilidade por nossa vida implica em tudo o que está na nossa vida, pelo simples fato de estar em nossa vida e ser, por esta razão, de nossa responsabilidade. Num sentido literal, o mundo todo é criação nossa.
Uau! Mas isso é duro de engolir. Ser responsável pelo o que digo e faço é uma coisa. Ser responsável pelo que diz e faz outra pessoa que está na minha vida é muito diferente.
Apesar disso, a verdade é essa: se você assume completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você olha, escuta, saboreia, toca ou experimenta de qualquer forma é a sua responsabilidade, porque está em sua vida.
Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia ou qualquer coisa que você experimenta e não gosta, está ali para que você a cure.
Tudo isto não existe, digamos, exceto como projeções que saem do seu interior.
O problema não está neles, está em você, e, para mudá-lo, você é quem tem que mudar.

Sei que isto é difícil de entender, muito menos de aceitar ou de realmente vivenciar. Colocar a culpa em outra pessoa é muito mais fácil que assumir a total responsabilidade mas, enquanto conversava com o Dr. Len, comecei a compreender essa cura dele, e que o Ho’oponopono significa amar-se a si mesmo. Se você deseja melhorar sua vida, você deve curar sua vida. Se você
deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, você o faz curando a si mesmo.

Perguntei ao Dr. Len como ele curava a si mesmo. O que era, exatamente, que ele fazia, quando olhava os prontuários daqueles pacientes.
“Eu, simplesmente, permanecia dizendo ‘Eu sinto muito’ e ‘Te amo’, uma vez após outra” explicou-me.
“Só isso?”
“Só isso! Acontece que amar-se a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo e, à medida que você melhora a si mesmo, melhora o seu mundo”

Do website www.zerolimits.info © Joe Vitale

Revisão de várias traduções e a partir do original: Fábio Takashi e Al McAllister

Ho’oponopono significa “corrigir um erro” ou “tornar certo” na língua original dos havaianos. Embora não muito conhecido no Brasil, o Ho’oponopono tradicional faz parte do sistema de cura Huna. É o nome que o empresário/pesquisador americano Max Freedom Long deu à sua versão do
espiritualismo dos povos antigos do Havaí.

No sistema Huna o processo de cura Ho’oponopono é inter-pessoal, requer a participação de todos no processo de reconciliação, de solução de problemas. Este novo Ho’oponopono, o Ho’oponopono Identidade Própria é um processo intrapessoal, é você em comunicação com a Divindade. Foi desenvolvido pela Kahuna Morrnah Nalamaku Simeona que o ensinou ao Dr. Ihaleakala Hew Len.

Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, a Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa.
No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço vagado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa,
nem sua origem. No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:
“Divindade, limpe em mim o que está contribuindo para este problema.”
Então use as frases desta seqüência:
“Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar. Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo. Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudara se perdoar. “Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino. “Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.

A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta quando completamente limpo.
Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade.
Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

Não existe regra em relação à ordem das frases. Use a seqüência com a qual se sentir melhor, a que estiver mais em sintonia com o seu momento. Pode usar uma ou duas, geralmente só “Te amo” já resolve. O aspecto principal é que estamos aprendendo a nos relacionar com nossa Mente Subconsciente.

O importante é saber que nos integramos com a nossa Mente Subconsciente ao pedir a Divindade para limpar as memórias que se repetem, que geram os conflitos, os problemas, os bloqueios de energia, que resultam em doenças, psíquicas e físicas.
Pense as frases em todos os momentos no seu dia a dia, isso o manterá com uma atitude vibrante de bem-estar e compreensão, em relação á qualquer coisa que se manifestar para você.

Agora chegamos ao que para muitos é controverso, em função da necessidade que o intelecto, o ego, sente de ter o aparente domínio sobre situações. De poder controlar, direcionar e obter resultados, a partir do planejamento de metas específicas. Aqui entramos na questão do mérito, ou não, do poder da mente, das afirmações, do pensamento positivo, e assim por diante. Este é o divisor das águas em relação à tradição original. A diferença entre o Ho’oponopono Huna e o Ho’oponopono da Identidade Própria.
Em uma entrevista ao Saul Maraney, da África do Sul, o Dr. Len fez estas observações:
O Dr. Len afirma que limpar visando um resultado não funciona. Mas quando você limpa por limpar, você pode ser agradavelmente surpreendido pelo o que a Divindade escolher como resultado para você. Isso libera a Mente Consciente de ter que decidir o que deve ou não ser limpo.

Portanto a necessidade de consertar o próximo, de fazer alguém entender nosso ponto de vista, de convencer, justificar, convencer, converter, curar, são jogos mentais da Mente Consciente querendo controlar resultados.

Dr. Len: “Ser 100% responsável é uma estrada difícil de viajar, porque o intelecto é tão insistente. Quando um problema nos aparece, o intelecto sempre busca alguém ou alguma coisa para culpar. Nós continuamos procurando lá fora (de nós) a origem dos nossos problemas. Não percebemos que a origem está sempre dentro de nós.”.
A professora do Dr. Len, Morrnah Simeona, ensinava que “Nós estamos aqui somente para trazermos paz para nossa própria vida, e se trazemos paz para nossa própria vida, tudo em nossa volta encontra seu próprio lugar, seu próprio ritmo e paz,” e isso é tudo que é o Ho’oponopono.

Dr. Len: “A definição de Ho’oponopono é corrigir um erro, e o erro é corrigido ao se dizer ‘Te amo, Sinto Muito, Me perdoe, e Sou grato’ ao Divino, para se permitir que o Divino vague e cancele os dados (as memórias na Mente Subconsciente) que experimentamos como problemas.

Se alguém aparece com raiva em minha experiência, eu assumo 100% de responsabilidade me perguntando: ‘O que há em mim, que eu preciso liberar, que está fazendo aparecer esta experiência?’ Eu olho para qual problema (memórias) em mim está causando a situação, que eu posso oferecer para a Divindade cancelar.

Dr. Len destaca que a profunda palavra havaiana “Aloha” significa: Estar na presença (Alo) do Divino (Ha). Ele diz que quando dizemos Aloha para alguém, estamos reconhecendo que aquela pessoa é o Divino personificado.

“Tentar ajudar as pessoas falando a elas, não ajuda. Com o Ho’oponopono eu trago a paz para mim mesmo, assim todos em minha volta podem ter a paz para si.”.

Limpar significa pedir a Divindade para colher nossas recordações (as memórias se repetindo no subconsciente) e transmutá-las em pura luz, neutralizando seus efeitos – que são os problemas na vida. Fazendo com que a Inspiração venha nos guiar ocupando o espaço vago pelas memórias na
nossa Mente Subconsciente.

O principal é o uso das frases: Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.

O Ho’oponopono incessante do qual o Dr. Len fala, é mentalmente dizer estas frases, ou frase, antes e durante tudo o que se faz, e lugar que se vai. Ao reparar sentimentos aflorando, aproveite para fazer esta limpeza. Como exemplo; a pessoa sente a necessidade de emagrecer, pela força de vontade até que consegue perder peso, mas fica sempre aquela tensão, aflição,
frustração, por ter o receio de engordar ou por ter engordado novamente.
Limpando-se em cima desses sentimentos faz-se com que o programa interno, guardado na Mente Subconsciente, responsável pela pessoa estar acima do peso seja eliminado. O mesmo para quem quer parar de fumar, toda vez que perceber a vontade de fumar faça a limpeza com as frases, ou frase, peça a Divindade para limpar as memórias/programas responsáveis por aqueles
sentimentos. Agora, não limpe visando o resultado de perder peso ou parar de fumar. Peça a Divindade para limpar o sentimento desconfortável em relação a aquela condição ou hábito. Isto sim. Deixe a Divindade lhe proporcionar o bem.

Importante: Você não está limpando para obter resultados. Não é para ter dinheiro para pagar as contas, para conseguir aquele emprego, ou aquela promoção. Você não está limpando para conseguir com que fulana, ou fulano, passe a reparar você, nada disso.

Você está pedindo a Divindade para limpar as memórias em você que, no momento, estão produzindo os problemas em sua vida, as ansiedades, Conflitos, receios, o que seja. Não importa saber de onde vem o problema, aparentemente de quem, ou por que. Isso é difícil do intelecto abrir mão, mas com a prática do Ho’oponopono serás testemunha de que Deus sabe muito melhor do que você qual é a solução. E pode lhe proporcionar a resposta e benção que você nunca poderia imaginar ser possível!

Ho’oponopono significa simplesmente “acertar o passo” ou “corrigir o erro”. De acordo com os antigos havaianos, o erro provém de pensamentos contaminados por memórias dolorosas advindas do passado. Ho'oponopono oferece uma forma de liberar a energia desses pensamentos dolorosos, ou erros, os quais causam desequilíbrio e enfermidades.

“Toda terapia é uma forma de manipulação.”

Ihaleakala: A manipulação acontece quando eu (o terapeuta) chego com a idéia de que você está doente e eu vou trabalhar em você. Coisa muito diferente é quando acredito que você veio até mim para me trazer uma oportunidade de olhar o que está acontecendo comigo. Nesse caso não acontece a manipulação.
Se a terapia for baseada em sua crença de que você está ali para salvar o outro, curar o outro ou orientar o outro, a informação que você traz emerge do intelecto, da mente consciente. Mas o intelecto não é habilitado para entender e abordar problemas. O intelecto não tem a menor condição de solucionar problemas! Ele é incapaz de compreender que, quando uma situação problemática é solucionada por transmutação (como no caso de Ho'oponopono e outros processos semelhantes), não só a situação fica resolvida, mas tudo o que estiver relacionado com ela, atingindo níveis microscópicos e estendendo-se até o início dos tempos.

Ihaleakala: Sim. Por exemplo, outro dia recebi um telefonema de uma mulher, cuja mãe estava com 92 anos. Ela disse: “Minha mãe está com uma horrível dor nos quadris já faz muitas semanas.” Enquanto a mulher falava comigo, eu fazia a seguinte pergunta à Divindade: “O que está acontecendo comigo para ter causado a dor nesta senhora? Como posso resolver este problema dentro de mim?” As respostas vieram e eu fiz o que me foi solicitado.
Pode ser que uma semana depois a mulher me ligue para dizer que sua mãe está melhor. Isto não significa que não haverá reincidência do problema, porque pode haver causas variadas para aquilo que parece ser o mesmo problema.

No mês passado, fiz uma apresentação em Dallas. Na conversa com uma mestra em Reiki, perguntei-lhe: “Quando alguém lhe vem com um problema, onde você vai encontrá-lo?” Ela me olhou intrigada. E eu disse: “Em você. Porque foi você quem causou o problema, e o seu cliente vai lhe pagar pela cura de um problema que é seu!”.

Se a questão está ligada à outra pessoa, pergunte a si mesmo: “O que há de errado comigo que está levando esta pessoa a me incomodar?”

Sempre me lembro do que Morrnah dizia: “É um trabalho interno.” Se você quer ter sucesso, trabalhe internamente. Trabalhe em você mesmo!

Cat: Lembro-me de quando você contou sobre a época em que trabalhou como psicólogo na ala para loucos criminais no Hospital Estatal do Havaí. Disse que quando começou a trabalhar lá, havia muita violência entre os internos e que, depois de quatro anos, tudo ficou em paz.
Ihaleakala: Basicamente, assumi 100% de responsabilidade. Só trabalhei comigo mesmo.

Quando você faz Ho'oponopono, o que acontece é que a Divindade pega os pensamentos dolorosos e os neutraliza ou os purifica. Não se trata de neutralizar ou purificar a pessoa, o lugar ou a coisa. Você neutraliza a energia que você associa com aquela pessoa, lugar ou coisa. Portanto, o primeiro estágio de Ho'oponopono é a purificação da energia.

Esta entrevista foi originalmente publicada por The New Times, em Setembro de 1997.

Tradução apresentada por http://danielcaixao.multiply.com/journal/item/239

Problemas podem ser resolvidos sem a necessidade de se saber o porquê deles! Perceber e apreciar isso é um alívio e alegria absolutos para mim.
Solucionar Problemas, parte do propósito da existência, é do que trata o Ho’oponopono Identidade Própria. Para solucionar problemas, duas questões devem ser respondidas: Quem sou eu? Quem tem o comando?

O Vazio (o estado Zero, que também pode ser chamado de Vácuo) é o alicerce da Identidade Própria, da Mente, do Cosmos. É o estado precursor da infusão de Inspirações da Inteligência Divina para o interior da Mente Subconsciente.

“Tudo que os cientistas sabem é que o Cosmos foi gerado do nada, e retornará para o nada, para o lugar de onde veio. O Universo começa e termina no zero.”
Charles Seife, “Zero: A Biografia de Uma Idéia Perigosa”

Ho’oponopono Identidade Própria é uma versão atualizada do antigo processo Havaiano de solução de problemas pelo arrependimento, perdão e transmutação.

O Vazio é o lugar comum, o meio equalizador de todas as Identidades Próprias, “animadas” e “inanimadas”. É a fundação, o alicerce eterno e indestrutível de todo Cosmos, visível e invisível.

Água Solar Azul: Beber muita água é uma maravilhosa prática para a solução de problemas, particularmente se for Água Solar Azul. Adquira um recipiente de vidro azul com uma tampa não-metálica. Verta água de torneira (aqui no Brasil é melhor água filtrada) no recipiente. Coloque o recipiente azul no sol ou sob uma luz incandescente (não lâmpada fluorescente) durante pelo
menos uma hora. Depois que a água está solarizada (alterada por exposição à luz solar), pode ser usada de vários modos. Beba-a. Cozinhe com ela. No enxágüe após o banho. Frutas e legumes amam serem lavados em Água Solar Azul! Assim como os processos "Te amo" e "Sou grato”, a Água Solar Azul esvazia problemas de recordações na Mente Subconsciente. Assim, beba sempre!

Traduzido por: Roberto Gasi, revisão Al McAllister
Consta no site www.luzdegaia.org de Pedro Coelho
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O CAMINHO MAIS FÁCIL – HO’OPONOPONO (A CURA HAWAIANA)
MABEL KATZ

Ho’oponopono, uma arte hawaiana muito antiga que nos ensina a resolver nossos problemas. Graças a essa arte descobri que a vida pode ser fácil, muito mais fácil do que jamais tinha imaginado.

Eckhart Tolle, em seu livro O Poder do Agora diz que o ego se identifica com as posses, o trabalho, o nível social, o conhecimento, a fama, mas nenhuma delas é você. Você acha isso
aterrador ou é um alívio sabe-lo? Cedo ou tarde você terá que renunciar a todas essas coisas, e saberá que isso irá ocorrer quando a morte se aproximar. A morte é despir-se de tudo que você
não é. O segredo da vida é morrer antes de morrer e descobrir que a morte não existe.

O Ho’oponopono é um processo de perdão, arrependimento e transmutação. Cada vez que utilizamos qualquer de suas ferramentas, estamos assumindo 100% da responsabilidade sob nós mesmos e pedindo perdão (a nós mesmos). Aprendemos que tudo o que acontece em nossas vidas é projeção de nossa programação mental. Podemos escolher nos posicionar como um observador, observar nossos pensamentos, nossa programação e então libera-la para que se vá. Ou então podemos reagir e nos prender a elas. Todos nós temos um rascunho incorporado e a tecla de deletar, mas nos esquecemos
como usa-la.
O Ho’oponopono nos ajuda a recordar o poder que temos de escolher entre apagar (soltar) ou reagir, ser feliz ou sofrer.

Quando menciono os ensinamentos de Jesus, tampouco o faço em um contexto religioso. O propósito é recordar ao leitor que sempre tivemos mestres que vieram nos despertar para a verdade como, por exemplo, Jesus que falava em dar a outra face, um conceito até hoje difícil de entender. Entretanto quando apagamos em vez de reagir estamos dando a outra face, a face do amor. O liberar em vez de reter e reagir é dar a outra face.

Disseram-nos que somos seres humanos e nos acreditamos isso. Se pensarmos que somos seres indefesos e sem nenhum poder, isso é o que vamos manifestar na vida. Somos os reis de nosso próprio império e podemos construir e manifestar tudo o que nos quisermos em nossas vidas. Não depende de ninguém mais, somente de nós.

O QUE É UM PROBLEMA?
Um problema só é um problema se dissermos que o é.
E o problema não é o problema, mas nossa reação quanto ao problema é que é o problema.
Dr. Ihaleakalá Hew len

Nada é o que realmente parece. O intelecto não pode saber, pois seu conhecimento é limitado. Entretanto, há uma parte nossa que sempre sabe. A diferença entre o conhecimento intelectual e essa sabedoria inata que temos é similar a que existe entre subir numa cadeira, olhar ao redor e pensar que estamos vendo tudo e subir ao topo da montanha e ver o panorama completo.
Preferimos falar com nossos psicólogos ou com os vizinhos em vez de falar com Deus. Temos acesso permanente a todo este saber, a toda esta sabedoria que está dentro de nós, mas preferimos subir na cadeira e dar opiniões, emitir julgamentos e expressar nossos pontos de vista porque é o que aprendemos a fazer. Estamos viciados neste modo ser e agir. Entretanto, sempre podemos escolher o que fazer e como reagir quando aparece uma situação que consideramos problemática.

A seguinte historia ilustra belamente este conceito:
“Um dia o asno de um camponês caiu ao fundo de um poço. O animal se queixou durante horas enquanto o camponês tentava encontrar uma forma de tirá-lo. Finalmente, o camponês decidiu que o animal era velho, que os esforços para salva-lo estavam sendo inúteis, e decidiu soterrá-lo no poço. Então, o camponês pediu ajuda aos vizinhos, e todos pegaram pás começaram a atirar terra adentro do poço. No começo quando o asno se deu conta do que estava acontecendo, gemeu horrivelmente, mas depois de um momento para surpresa de todos, acalmou-se. Depois de várias pazadas de terra, o camponês finalmente decidiu olhar dentro do poço, e o que viu o deixou
estupefato. Com cada pazada de terra que caía sobre suas costas,o asno fazia algo assombroso. Sacudia as costas, a terra caía e se amontoava sob suas patas, e desse modo com cada pazada o asno dava um passo para cima. À medida que os vizinhos do camponês continuavam jogando terra sobre o animal, ele mesmo se sacudia e subia mais. Logo o asno chegou à borda do poço e saiu trotando”.
A vida joga todo tipo de terra em de nós. A solução para sair do poço é sacudir a terra e dar um passo para cima. Cada um de nossos problemas é como um degrau para a liberdade.
Depende só de nós se o usarmos como tal.

Os pássaros voam despreocupadamente sabendo que encontrarão o que necessitam para comer, bem perto do lugar onde se encontram.
Manifestar aquilo que desejamos requer muita FÉ e uma grande CONFIANÇA. O universo só precisa que demos esse primeiro passo. Se confiarmos e dermos nossa permissão, tudo o que precisarmos virá até nós.

Alguém alguma vez me contou a seguinte historia:
Uma mulher encontrou na porta de casa três velhos, e pensando que estivessem com fome convidou-os a entrar e ceiar. Um deles respondeu: “Não podemos entrar os três na sua casa. Somente um pode ser convidado. Eu me chamo Amor, os outros se chamam Riqueza e Sucesso. Entre e discuta com sua família qual de nós três será convidado a entrar.” A mulher entrou e contou a história a seu marido e sua filha. O marido disse: “Vamos convidar a riqueza, e teremos abundancia em nossa casa”. A mulher porém retrucou: “e porque não chamar o Sucesso?” A filha que ouvia tudo deu sua opinião: “Acho que deveríamos convidar o Amor”.
Decidiram então seguir o palpite da menina. A mulher saiu e convidou o Amor a entrar e partilhar da mesa. O Amor levantou e acompanhou a dona da casa. A riqueza e o Sucesso também se levantaram e seguiram o Amor. A mulher estranhou: “Mas eu convidei somente o Amor. Vocês não disseram que somente um seria convidado?” o Sucesso respondeu: “Se vocês tivessem convidado um de nós, os outros ficariam de fora, mas como convidaram o Amor, nós vamos juntos. Onde vai o Amor, o Sucesso e a Riqueza vão juntos.”

O dinheiro não é mau, ao contrário, o mal é lhe dar prioridade. Quando fazemos as coisas por dinheiro, tudo parece difícil, o dinheiro que vem parece nos escapar rapidamente das mãos. Devemos encontrar aquilo que amamos fazer, algo que faríamos com mesmo que não recebêssemos por isso.

Todos nós sentimos um grande medo do NÃO, um enorme medo da rejeição. Se não nos arriscarmos a receber um NÃO, nunca receberemos os SIM.

Queremos definir e entender tudo com nossa mente racional, e queremos que esse entendimento seja
verbalizado. Mas nossa mente racional não pode entender o amor porque ele não tem nada a ver com o pensamento. O amor não é para ser entendido, é para ser sentido. Devemos esquecer de querer transformar tudo num conceito mental e simplesmente sentir.

Outro grande engano que comumente cometemos é o de pensar que somente seremos felizes se tivermos alguém, se formos um casal. Acreditamos que o outro vai nos dar a felicidade
que tanto desejamos. Porém mesmo quando conseguimos ser amados pelo outro não seremos felizes se não estivermos completos em nós mesmos. Queremos achar no outro aquilo que nos falta, o que é uma perda de tempo. Primeiro é preciso amar-se, sentir-se bem consigo mesmo e completo, pois dessa forma descobrimos que não precisamos de ninguém. Então poderemos procurar alguém porque desejamos, e escolheremos esse alguém com liberdade, por opção, e não por necessidade.

Temos sempre a possibilidade de escolher a não reação. Podemos dar a outra face, a face do amor. Cientes dessa possibilidade nos tornamos mais conscientes e responsáveis. Por exemplo, se tivermos problemas com os filhos, o melhor é lhes falar enquanto dormem. Mas é necessário que digamos somente que os amamos e que somos gratos por estarem em nossas vidas. Não é apropriado que tentemos lhes incutir nossos pontos de vistas, a menos que eles peçam. Tampouco devemos tentar convencê-los de que temos razão e eles não. Já é tão difícil saber o que é bom para
nós, como podemos saber o que é bom para os outros?

Descobri principalmente que não dependo de nenhum guru e que posso realizar todo o processo sozinha, pois me comunico diretamente com a divindade, sem intermediários. É necessário somente que eu esteja liberando (sentimentos negativos) e perdoando (para não abrigar novos sentimentos negativos), e todo o resto fica nas mãos de Deus. Enquanto estiver liberando e perdoando não terei com que me preocupar. Deus se encarrega de me colocar no lugar certo na hora certa. Enquanto eu estiver liberando, algo maior estará cuidando de mim, e eu não preciso temer.

Neste capítulo final, desejo resumir os pontos principais do Ho’oponopono, a sábia doutrina ancestral que proporcionou as ferramentas que mudaram minha vida. Estes conceitos são muito
simples. Tudo o que a divindade nos pede é que assumamos plena responsabilidade, peçamos perdão e cuidemos muito bem de nós mesmos. Isso é tudo!
Assumir 100% da responsabilidade é o caminho mais curto. Quando nos damos conta de que é somente nossa programação mental que nos impede de enxergar as coisas com clareza, paramos de culpar fatores externos e decidimos assumir a responsabilidade. Então as portas do paraíso se abrem para nós e alcançamos um estado de infinitas possibilidades.

Em primeiro lugar é necessário assumir total responsabilidade sobre nossas vidas. Devemos aprender a dizer: “sinto muito, me perdoe pelo que está em mim e que criou essa situação”. Dessa
forma assumimos a responsabilidade ao mesmo tempo em que perdoamos a nós mesmos.

Para nossa sorte, ao praticarmos a limpeza apagamos essas gravações dando assim permissão para que apareçam idéias e oportunidades novas em nossa vida. Muitas vezes essas oportunidades virão de lugares e pessoas mais inesperadas.

É essencial não ter expectativas. O segredo é estar aberto e flexível porque nunca sabemos de onde vai vir o que iremos receber. Devemos ter a confiança de que virá o que for melhor para nós, sempre. Talvez não seja o que esperamos, mas será o apropriado.

Devemos nos permitir ser surpreendidos pelo universo, pois desse modo receberemos coisas além de nossa imaginação.
A lei do universo determina que quando pedimos algo, recebemos. O universo sempre responde, mas é necessário pedir e dar permissão. Uma forma de pedir é utilizando as ferramentas Ho’oponopono, mas devemos nos desapegar dos resultados.
Conseguimos isso sabendo e confiando que receberemos aquilo que for correto e perfeito para nós.

 http://maisdemilfrasesdeefeito.blogspot.com.br/2012/01/vida-nova-com-hooponopono.html

Alimentos x Emoções


 


 
Banana:contra a ansiedade Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais. Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.
Quanto consumir: 2 unidades por dia

Mel: pura alegria Triste sem motivo? De novo a causa pode ser a serotonina de menos. Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua. Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal. Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina. Surpresa? Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.
Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.
Abacate: amigo do sono
Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios. Tem noite que o sono não vem? Põe fé no abacate. Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa. E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor no travesseiro. A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono. Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.
Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x / semana
.
Salmão: levanta o astral
Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato. O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão. Mas existem outros peixes (atum, arenque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima. O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar. Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.
Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.
Lentilha: afasta o medo
Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio. Essa dupla atua no balanceamento das sensações. Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranqüiliza e conforta. Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.
Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.

Nozes: mantém você concentrada São muitos os nutrientes das nozes. Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.
Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana
.
Chá verde: espanta o estresse Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo. O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.
Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.
Brócolis: deixa a mente esperta É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone? Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória. Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.
Quanto consumir: 1 pires / dia.
Clorela: controla a preocupação Comportamento obsessivo pode ser sinal de que as células do organismo estão desvitalizadas. A alga clorela funciona como um poderosíssimo reparador celular, melhorando as funções fisiológicas e o sistema imunológico. E mais: contém vitaminas (B3, B6, B12 e E) e minerais (cálcio, magnésio e fósforo) e aminoácidos (triptofano) que ajudam a estabilizar os circuitos nervosos, acabando com a aflição e aumentando a sensação de conforto.
Quanto consumir: de 2 a 4g / dia (cápsula
)
Óleo de linhaça: dribla o apetite voraz
O óleo extraído da semente de linhaça e prensado à frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9. Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas. Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável. Com isso, a ansiedade perde espaço e a compulsão à comida fica bem menor.
Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.
Gérmen de trigo: acaba com a irritação
Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.
Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.
Tofu: espanta o desânimo O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio. Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia). Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo. Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.
Quanto consumir: 1 fatia média / dia
.

Dr. Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista
Nut. Gabriela Zanatta Port - Nutricionista
Clínica Nutrissoma: Rua Marquês do Pombal, 1824 Conj. 303 - Fone (0xx5l) 3361-4012 - Porto Alegre-RS