domingo, 27 de março de 2011
Perdendo o seu amor por medo de perdê-lo
Temos em mente que a outra pessoa é nossa, ela nos pertence por inteiro e se essa premissa é assumida como correta, única e verdadeira, inicia-se, então, o sofrimento.
Para atingir o estágio supremo do amor incondicional, só existe uma forma: criar um relacionamento no qual o respeito, a admiração e o companheirismo sejam os tripés de sustentação.
Respeite o outro por inteiro, incluindo seus desejos e anseios pessoais e seu estágio de crescimento pessoal. Admire as atitudes do outro e sempre aprenda com elas e seja companheiro em todos os momentos.
Os pensamentos e emoções são o nosso combustível energético diário, observe-os, eles revelam tudo relativo a você. Pensamentos e emoções positivas representam equilíbrio energético e conexão com o futuro; pensamentos e emoções negativas, em excesso, representam conexão com o passado, e o passado já foi... não pode fazer parte de sua vida hoje.
Em um relacionamento, é muito importante estar sempre em contato com o que estamos sentindo para descobrir o que está motivando o nosso comportamento.
Sabe aquela pessoa muito tolerante e completamente resignada, é ela mesma a pessoa que será vítima do amor, pois ela não está de fato demonstrando o que está sentindo nem tão pouco ouvindo suas emoções.
É por medo de perder o seu amor que acaba perdendo... Se isto não acontecer em um primeiro momento, neste caso, a pessoa passará a se tornar a segunda ou terceira pessoa da vida deste alguém. Só podemos nos colocar e nos posicionarmos na vida de outra pessoa se criarmos o espaço necessário para isso. Ninguém enxerga quem está de joelhos aos seus pés, pois sempre olhamos para a frente.
Uma outra reação inerente ao ser humano é a seguinte: se não conseguimos em nossa vida o que desejamos, reagimos com raiva e ressentimento.
O início de toda cura energética se estabelece quando descobrimos o bloqueio original que está desencadeando tal situação. Isto se faz através da mesa radiônica quântica, tanto a identificação como a eliminação de tal bloqueio.
Outro ponto importante a ser colocado, é que temos que ser donos de nossa própria vida e nunca dependentes emocionais de alguém. Quando acreditamos que a felicidade está na mão do outro ou que as nossas carências podem ser satisfeitas pelo outro, temos medo de revelar-lhe o que realmente pensamos, temos medo ainda nesta fase de expressar nossos sentimentos mais profundos, e sabe por quê? Porque temos medo de perder o outro e, então, ficar sem a muleta emocional que tanto precisávamos para caminhar. Nesse exato momento, nossa auto-estima desaba e nosso amor-próprio vai por água a baixo.
Uma coisa é como de fato sentimos o amor e outra é como nos foi colocado ao longo do tempo que as coisas deveriam ser... Muitas vezes, projetamos em nossos relacionamentos situações que nunca vão ocorrer porque o outro não tem condições emocionais de corresponder ao que estamos projetando como o ideal de vida.
O amor não se molda a nenhum conceito ou comportamento pré-estabelecido, ele é a experiência de nos mostrarmos como realmente somos.
Tentar sufocar o outro com controles exagerados, excesso de ciúmes e suposições infundados somente fará com que o outro tente a todo custo se manter cada vez mais de longe de você!
A decisão de mudar é um excelente passo, pois lhe fará perceber o que há por trás de um relacionamento doentio; o outro, com suas atitudes, irá sempre lhe mostrar como você se trata. Que dura realidade a ser percebida!
Se o outro não lhe dá amor, se a trata com desdém e lhe coloca em segundo plano, será que não é isso que ao longo do tempo você fez com você mesmo?
Temos que, neste momento de descoberta, procurar ajudar e tentar entender o porquê de vivermos determinadas situações que não podem fazer parte da vida de ninguém... nunca se sinta a segunda pessoa na vida de ninguém. Você é muito importante para ser colocada em segundo plano.
Você age com você como quer que a outra pessoa haja; você é a companhia que deseja, você é o seu complemento, seu melhor confidente. Como anda nesse momento a sua relação consigo mesmo? Analisando a resposta que ficou dentro de você... poderá neste momento decidir modificar a sua vida e o seu relacionamento.
Há alguns anos, atendi uma pessoa, que reclamava sobre o seu relacionamento, sentia-se deixada de lado e achava até que o marido tinha outra pessoa.
Disse, então, a ela tudo que coloquei acima... que o problema era ela! Num primeiro momento, ela se assustou e até se espantou, pois achava que o marido é que não prestava, segundo suas palavras. Eu tentei, antes de iniciar o trabalho de equilíbrio pessoal, mostrar-lhe que em algum momento seu de vida ela havia mudado o seu comportamento e, portanto, tudo que estava ocorrendo era reflexo disso.
Iniciamos, então, o atendimento fazendo todo o equilíbrio de frequências energéticas e depois a completa verificação dos possíveis bloqueios que deram origem a tal situação.
O primeiro bloqueio que identifiquei foi um enorme processo de rejeição, em sua infância, gerando carência afetiva e tentativa de a qualquer custo ser amada pelo outro, chegando a sufocá-lo. N um segundo momento, identifiquei como bloqueio a perda de seu pai, que representava a ela todo tipo de segurança, mesmo que não a utilizasse incluindo a parte material e emocional.
A partir disso, ela começou a largar a sua auto-estima de lado e tornar-se uma pessoa possessiva e descontrolada; ninguém suportava ficar ao seu lado. Outra fuga encontrada foram os remédios para se acalmar e para dormir.
Fizemos toda a cura pela mesa radiônica e o resultado foi o desabrochar de uma nova mulher repleta de beleza, segurança e autoconfiança, além de independência pessoal. Hoje, tenho dúvidas se não é o marido que está tentando sufocá-la por medo de perdê-la...
Esta minha última colocação foi somente uma brincadeira... a fim de expor o quanto a diferença em seu comportamento ficou marcante.
Ela decidiu curar-se e modificar o seu comportamento com o objetivo de reconquistar seu grande amor!
:: Maria Isabel Carapinha ::
Criando o próprio caminho
Uma das piores coisas que pode acontecer a um ser humano é não acreditar em seu poder de discernimento. É natural que na infância não tenhamos condições de agir por conta própria, por não termos ainda a maturidade necessária para tomar decisões.
Entretanto, uma educação adequada, deveria nos direcionar para, aos poucos, sermos capazes de encontrar as soluções para cada situação da vida, por nossa conta e risco. E isto dificilmente acontece. Por querer evitar que os filhos sofram, ou motivados pelo apego, muitos pais evitam estimular a sua independência.
Assim, geram seres inseguros que sempre buscarão soluções prontas para seus conflitos, seguindo as crenças ditadas pelo mundo exterior. Ocorre que cada ser humano é uma individualidade, um universo em si mesmo, e, portanto, deveria procurar soluções únicas e pessoais para seus questionamentos.
Quanto mais dependentes nos tornarmos dos valores e crenças impostas pela sociedade e as religiões já estabelecidas, maiores serão as chances de que cultivemos culpas e, consequentemente, angústia e infelicidade.
Confiar em nossa sabedoria interior, e escolher a cada situação, a resposta mais adequada para aquele momento, não nos livrará de cometer enganos. Mas certamente vai nos permitir aprender com nossos erros.
E este aprendizado nos concederá uma nova qualidade de ser, aquela em que a segurança vem de nossa própria vivência e torna-se, portanto, um saber definitivo, que nenhuma outra fonte poderá nos proporcionar.
"Minha visão sobre o homem é que ele não precisa de organização. Ele precisa de liberdade de todas as organizações. Todas as organizações irão aleijá-lo, cegá-lo, destruí-lo. A vida da organização é a morte do indivíduo.
A organização demanda obediência. Não é uma questão de certo e errado. A questão é que deve obedecer ao que está escrito nas escrituras, o que é antigo, o que tem sido sempre seguido. Você não deve questionar.
Minha proposta é justamente o oposto: você deve questionar tudo. É a sua vida.... Eu sou pelo saber, e eu sou absolutamente contrário à crença. Porque a crença impede as pessoas de saber. Quando você já acredita, sua instrução para, ela não é necessária. Gautama Buda conheceu... isso é o suficiente. O que mais você pode fazer? Basta acreditar nele, adorá-lo.
Mas lembre-se de uma coisa: quando você está com sede, então, você nunca pensa que Gautama Buda bebeu água o suficiente - que não há nenhuma necessidade de você beber.
... Quando você estiver com fome, você está com fome e você precisa de alimento. Gautama Buda pode ter comido - oitenta anos que viveu - que não faz qualquer diferença para a sua fome. Se a nível físico, não é possível, como é possível no nível espiritual? Buda pode ter conhecido. Isso não pode tornar você iluminado. Você tem que conhecer por si mesmo.
Cada indivíduo tem de percorrer o caminho. Ninguém mais pode percorrer o caminho em seu nome....O que é bom hoje, pode não ser bom amanhã. O que é bom para mim, pode não ser bom para você.
Cada indivíduo tem de estar consciente, alerta, atento, experimentar com a vida. E descobrir o que é bom para ele. O que lhe dá paz, o que o faz feliz, o que lhe dá serenidade, o que lhe traz mais perto da existência e sua harmonia imensa, é bom.
...E o que quer que crie conflito em você, miséria em você, dor em você, está errado.
Ninguém mais pode decidir isso por você - pois cada indivíduo tem seu próprio mundo, sua própria sensibilidade. Ele é único. Então, fórmulas mortas não vão funcionar. Elas não funcionaram. O mundo inteiro é uma prova disso.
Nunca pergunte a ninguém o que é certo e o que é errado. A vida é um experimento para descobrir o que é certo e o que é errado. Às vezes você pode cometer o que está errado, mas aquilo lhe dará a experiência que irá torná-lo consciente a respeito, ou seja, que tem de ser evitado. Às vezes você pode fazer algo bom e você será imensamente beneficiado. As recompensas não são além da vida, no céu e inferno. Eles estão aqui e agora.
Cada ação traz os seus resultados imediatamente. Basta estar atento e observar. Eu chamo o homem maduro aquele que observou por si mesmo e encontrou o que é certo e o que é errado, o que é bom e o que é mau.
E por encontrá-lo por si mesmo, ele tem uma tremenda autoridade. Ele conhece absolutamente. O mundo inteiro pode dizer outra coisa, não faz diferença para ele. O mundo inteiro pode estar contra ele - não é uma questão de voto. Ele tem a sua experiência e é decisiva.
...O homem encontra a maturidade através de suas próprias experiências - e a vida dá tantas oportunidades, a cada momento elas estão disponíveis. Não perca nenhuma oportunidade. Bom ou mau, não decida de antemão. Siga através da experiência e deixe a decisão vir depois.
Deixe a experiência ser a sua conclusão... E cada caminho individual será diferente. Nunca siga ninguém. Essa é a maior calamidade que pode acontecer a um homem. Uma vez que você comece a seguir outra pessoa, você se torna uma cópia, você se torna uma imitação, você perde a originalidade".
OSHO - O último testamento
:: Elisabeth Cavalcante
domingo, 13 de março de 2011
A Doença está em sua mente. E também a Cura
Quem está acostumado a ler meus artigos sabe o quanto eu me preocupo com a área da saúde. Desde que iniciei a estudar astrologia (muitos e muitos anos atrás!) a área da Astromedicina, assim como as terapias alternativas sempre me fascinaram. Talvez isso seja causado pelo meu sol 'pisciano', que me dá uma propensão inata em querer ajudar os outros! Se eu vejo alguém doente, compadeço-me, tento ajudar, dou conselhos, forneço dicas, receito florais, enfim, tento aliviar seu sofrimento! Coisas de 'peixes'.
Na realidade, porém, tento fazer com que a pessoa perceba que a doença não é algo que vem de fora mas é principalmente um recado do seu corpo, ou seja, é algo que vem de dentro de sua cabeça! Um recado do seu Eu Interior para seu aprendizado espiritual. Comecei a estudar as terapias desde o nascimento de meu filho caçula que, nascido prematuramente, apresentava um quadro de bronquite asmática muito severa, que nenhum antibiótico resolvia. Como Deus é bom, ele me encaminhou a um amigo que me sugeriu um tratamento homeopático! Santo conselho!
É bem verdade que o encontro com esse bom pediatra homeopático me ajudou também a abrir os olhos para uma forma diferente de encarar a doença. Percebi que eu não tinha que encará-la como a um inimigo, mas precisava reequilibrar o organismo, compreender o recado intrínseco nos mal-estares que meu filho apresentava. Minha infelicidade, num casamento que não me preenchia, era a maior causa do sofrimento dele e do meu. Então, seguindo os conselhos do homeopata, comecei a recuperar o meu equilíbrio orgânico e o dele com as benditas bolinhas de açúcar!
Porém, minha curiosidade me levou além, e aos poucos, lendo e aprendendo, fui modificando o meu comportamento e minha visão em relação à doença. Reconheci também que eu estava involuntariamente, também influenciando o desequilíbrio do meu bebê! Para que ele recuperasse a saúde, eu também precisava me tratar e também erradicar a causa de meus males!
Naquele período, e já se vão quase quatro décadas, comecei a estudar mais sobre homeopatia, florais, antroposofia, e ainda sobre outras terapias alternativas que possuem uma visão holística e integrada do homem. Aquilo fazia sentido. Compreendi aos poucos, que nosso pior inimigo está dentro de nós, limitando-nos, castrando-nos e promovendo pensamentos negativos que são a causa principal de todos nossos mal-estares.
A Astrologia, na parte que estuda a relação entre os planetas e as patologias, ajudou-me a formar uma idéia bastante clara sobre as razões que levam uma pessoa a ter uma doença determinada e não outra. Ou seja, a astrologia me deu respostas para compreender que todos nós temos em nosso corpo 'pontos fracos', ou seja, pontos de canalização da energia negativa. Será sempre nestes pontos fracos que irão acender as 'lampadinhas de alarme' para nos indicar que algo não vai bem em nossa vida! Apagar a lampadinha de alarme não irá curar nossa dor! Mas é isto que fazem a maioria dos remédios alopáticos. Os médicos alopatas que me desculpem. Eu não sou contra a medicina alopática, mas creio que ela deva ser usada como último recurso possível! De fato, os remédios alopáticos simplesmente desligam a lampadinha, visam apagar o sintoma e não eliminar a causa.
Muitas vezes até trocam a 'lampadinha queimada', mas não curam o curto circuito que causou a pane inicial. Por essa razão, nos tornamos dependentes dos remédios que consideramos os verdadeiros 'curadores' de nossos males! Tem remédio para tudo. Pílulas para dores de todo tipo! Com que facilidade nos viciamos neste ou naquele remédio que consideramos milagroso. Esse raciocínio acaba causando dependência e torna crônicas nossas doenças.
Vocês já perceberam que depois, aquelas dores voltam? Aquela doença se arrasta? Aquele mal-estar volta a nos atazanar?
Se com a mesma tenacidade com que nos agarramos a estes remédios, nos agarrássemos às terapias alternativas, certamente conseguiríamos viver melhor. Muitas pessoas me dizem: "Eu não tenho paciência para usar a homeopatia". "As terapias alternativas não fazem nada para mim". Mas não é de paciência que você precisa, respondo, é de determinação! Você quer ou não quer sarar? Sarar quer dizer não voltar a sofrer novamente! A menos que você goste de estar doente... A menos que você use a doença como forma de chamar atenção... A menos que você use a doença como muleta... como desculpa!
Então, vou insistir neste ponto: você quer encontrar uma forma para viver em equilíbrio, mais integrado e feliz? Conheça-te a ti mesmo! Vá fundo, leia, aprenda. Somente a nossa própria determinação nos dará essa oportunidade! Tudo está na Mente.
A astrologia relaciona com o planeta Mercúrio nossa forma de pensar. Mercúrio, mensageiro dos Deuses na mitologia romana (Hermes para os gregos), era um Deus esperto, inteligente e curioso, Mensageiro dos Deuses, era chamado. Analogicamente, o pensamento, nossa forma de expressão e nosso raciocínio, são relacionados com este Deus na astrologia.
Ok, dirá você, mas o que isto tem a ver? Tem tudo a ver, pois são nossos pensamentos que criam nossa realidade e determinam nossas escolhas. Assim, cada um de nós, conforme sua personalidade própria (Mercúrio e seus aspectos no mapa natal) tem uma forma de pensar e conseqüentemente uma forma de agir.
Se quisermos viver uma vida mais equilibrada e feliz precisamos 'controlar nossos pensamentos' e, sobretudo, precisamos fazer com que eles não sejam nossos próprios sabotadores. Aquelas palavrinhas: eu não consigo, eu não posso, eu não mereço, são os nossos piores inimigos!
Quantas vezes elas viram e reviram em nossas cabecinhas! As limitações que temos gravadas como etiquetas no subconsciente são condicionamentos recebidos na pequena infância e são relacionados com os aspectos lunares no nosso mapa. Quando Mercúrio e a Lua 'conversam' entre si de forma negativa eles criam a condição ideal para que se instalem doenças, dores, fobias, traumas e todas as limitações em nossa vida! Por que não podemos ser felizes? Quem disse isso? Vamos modificar nossos pensamentos, então.
Se os pensamentos negativos interrompem o fluxo das energias em nosso corpo e causam bloqueios (dores, doenças, fobias, medos), temos uma arma poderosa em nossas mãos! Na ponta de nossos dedos, com pequenas batidas repetidas nos pontos principais da acupuntura, podemos iniciar o desbloqueio desta energia e com a ajuda de frases neutralizadoras podemos 'calar a boca' definitivamente a esses pensamentos negativos que impedem nossa realização completa e nossa felicidade!
Creiam-me, meus caros internautas, o método é tão simples e fácil que parece 'milagroso'! Talvez seja por isso mesmo que ele enfrenta descrédito. Mas não foi assim no passado com todas as terapias alternativas? Até mesmo a psicologia e a psicanálise foram duramente criticadas no século passado! Para não falar das várias terapias alternativas.
Graziella Marraccini
sábado, 5 de março de 2011
Força que guia os seus passos
Uma mensagem de Maria de Todos para as mulheres
Nunca se esqueça que do seu ventre nasce a vida e jamais deixe de lado a luz que lhe guia que é a luz de ser progenitora da humanidade encarnada.
O exercício da maternidade é a arte de "ser Deus" em vida, criando e recriando cada ato de justiça de amor. Deus sempre sabe o que é melhor para cada um dos seus filhos, não é mesmo? Isso porque Ele nos criou e Nos deu vida!
Então, pense em uma mãe. Ela dá a luz a um espírito sagrado, que nasce em seu ventre. Sua responsabilidade, sua obra, não é apenas criar, mas manter também. Você mãe é a enviada do Cristo para dar harmonia a vida planetária, dar continuidade aos projetos celestes de luz e amor.
A vida se desenvolve a partir de você! O amor se molda com base nos seus atos! A luz cósmica é refletida pelo brilho vivo da sua face! Mas como conseguir servir a Deus se você não se lembrar de quem você é?
Não importa quantos filhos venha do seu ventre, não importa também se esse rito de passagem ainda não lhe foi ofertado. Você é mulher e toda mulher é mãe, mesmo que em vida não tenha dado a luz. Mãe é guardiã! Guardiã da vida e do equilíbrio universal. Tudo que você precisa encontrar já vive harmoniosamente dentro de você. É essa a luz que deve guiar seus passos, a luz da consciência da sua missão de zeladora da harmonia do universo.
Quando você se futiliza e se aliena com os enganos e vaidades mundanas, você se deforma, sua alma derrete aos poucos. Como a geada da fria manhã que se derrete ao nascer do sol, sua alma se esvaia e se desvia da sua essência. A alienação é como o ferro quente que marca o gado e queima fundo com a incandescência dos erros mundanos, a alma da mulher.
Não haverá consertos de paz em seu coração se você não assumir o seu papel. A sua luz precisa brilhar para iluminar o caminho dos que vem à seguir. É você quem segura o candeeiro da esperança! É você quem dá a direção do caminho a trilhar!
Quando você assume seu honrado compromisso de ser a sua essência, você se torna a Estrela Guia que orienta os próximos passos da humanidade.
Mensagem de Maria de Todos, recebida espiritualmente por Bruno J. Gimenes
QUEM É MARIA DE TODOS?
É uma consciência coletiva que mostra-se fraternalmente como uma mãe amorosa e dedicada a seus filhos: a humanidade.
É a Mãe da vida, a Mãe Terra personificada, que vive no coração da Virgem Maria e de todas as manifestações da Mãe Divina como Kuan-Yin, Pachamama, Yemanjá, Tara, entre outras.
Sou Gota em um Rio
Como pequenas gotas d'água, fazemos parte de um rio que está sempre a fluir... A cada fração de segundo se transforma, sempre diferente, unidas às outras gotas semelhantes a nós, com essências iguais, mas diversas se forem analisadas com atenção. Somos parte de um Todo e em nós temos este Todo.
Tendo a consciência deste pertencimento a algo muito maior do que nós, se nos entregamos ao fluxo deste grande rio, sem medos, se não lutamos contra a correnteza, mas nos deixamos levar com confiança, seguimos adiante sem tantos problemas.
Temos que ultrapassar obstáculos que surgem, a todo instante, pedras, reentrâncias da margem, troncos que bóiam, mas não estamos sós, se nos entregamos ao fluxo poderoso da Vida que nos vai conduzindo... Para onde? Para o Grande Mar, que é onde desembocam as águas de todos os rios deste planeta, não importando o tamanho de cada um deles.
Neste fluir, muito aprendemos, principalmente treinando a paciência e a aceitação. Sendo pequenas gotinhas d'água, nem tudo compreendemos e quase nada podemos controlar! Vamos sendo levadas pela Vida, que sincronicamente e com muita harmonia, nos conduz, sempre pra frente, e nunca sós. Somos importantes porque fazemos parte das águas caudalosas deste rio, que quando para de fluir, adoece... Pra frente é que ele precisa andar. Sempre... Quando chegaremos ao Mar? Não sabemos, mas isto pouco importa - é preciso cooperar com o fluxo e ir indo, da forma mais confiante possível.
Uma gotinha sozinha muito pouco representa, mas quando se mistura às outras, produz movimento, cresce, vai em frente.
Esta imagem forte que me chegou me dá a idéia da importância de nos entregarmos à Vida, a Deus, ou ao Amor (usemos o nome que mais nos toque o coração), pois existe um caminho muito sábio, muito bonito, mesmo quando nos faz tropeçar, retroceder para avançar, que Alguém traçou pra nós e que se nEle confiarmos, chegaremos a um local muito doce e ao mesmo tempo muito poderoso, pleno de paz, que está em cada um de nós, onde estaremos felizes, num silêncio sem palavras, mas cheio de significado.
Quando temos a ilusão de querer controlar a nossa vida, muitas vezes saímos do curso deste rio e - sozinhos - tentamos ir contra a correnteza da Vida. E nos ferimos muito, atrasando também a nossa chegada.
Ter fé em Deus é ter fé na Vida, em seu fluxo, pois Deus está em tudo e em todos e nos fala a todo instante. Das formas mais variadas, discretamente ou em altos brados, em todos os locais em que estivermos. Somos gotas de um rio que precisa de cada um para ser o que é. É preciso que nos demos as mãos, que nos unamos, que busquemos redirecionar as gotas que teimam em não se colocar neste local de aconchego, de amor partilhado, que é a vida, quando nos reconhecemos Amor e percebemos o mesmo no outro, seja ele nosso conhecido, ou não.
Se como gota ficarmos isoladas do rio, vamos nos aniquilar, pois os raios solares nos secarão bem rapidamente. Só unidos aos outros irmãos, venceremos e teremos a confiança de transpor qualquer dificuldade que nos surja no caminho. Há um ditado popular - e como são sábios - que diz que a união faz a força!
O momento é de união. De olharmos amorosamente quem nos observa ou caminha ao nosso lado, no ônibus, na rua, no avião, aonde for. Vamos demonstrar aos que nos encontram - nunca por acaso - que o reconhecemos como gota do mesmo rio do qual fazemos parte! Ele vai nos entender, mesmo que não verbalize isto. E nosso exemplo lhe dará um roteiro para que faça o mesmo, pois gentileza gera gentileza... já nos dizia um poeta de rua, que nada de material possuía.
A sensação de fazer parte de um rio me dá serenidade e me torna forte para continuar. Também me ensina que nunca há um momento igual ao outro, pois as águas não param de correr, de fluir... O tempo está passando muito rápido, vamos nos dar as mãos e vamos confiantes ao encontro do Mar, que é Amor e Paz.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Quer ser feliz? Confronte-se com acolhimento
Quer ser feliz? Confronte-se com acolhimento
Temos tanto medo de nos confrontarmos com nossa realidade interior, que vivemos buscando respostas para nossos problemas e angústias fora de nós. Culpamos e julgamos todas as pessoas com quem convivemos, acreditamos que somos vítimas da má sorte e que Deus nos esqueceu, como uma forma de colocarmos em algum lugar externa, as responsabilidades por todas as nossas dificuldades e dissabores. Algumas vezes, em momentos de dor mais intensa, entramos em um processo de muito medo, e acabamos nos rendendo às evidências do desequilíbrio, e não vemos outra saída, a não ser buscar ajuda exterior.
Porém, quando finalmente nos encontramos diante de um profissional que possa nos ajudar a reencontrar o equilibrio, nossa intenção é no sentido de fazer com que ele acredite em nossa condição de vítima. Contamos nossa história, nossos dissabores, temores e angústias, mas o tempo todo estamos tentando fazer com que esse profissional nos dê uma fórmula mágica a qual fará com que nossos problemas se dissipem e, o que mais desejamos, é que ele nos mostre um meio de mantermos nossa vida, atitudes e personalidade do jeito exato em que se encontra, sem que precisemos mudar qualquer condição interna em nós. Nossa tentativa é no sentido de encontrarmos meios de sairmos da dor e do medo, reassumindo o controle, e meios de mudarmos as pessoas que "nos ferem e prejudicam", como se toda a culpa fosse delas.
Não queremos que ele nos faça sugestões de promovermos mudanças internas, mesmo porque não gostamos nada da idéia de que ele nos aponte os nossos erros, nossas atitudes incorretas, nossa responsabilidade dentro do que nos acontece. Quando ele faz esse papel, de nos mostrar aquilo que está oculto em nosso inconsciente e que não queremos ver, e de nos mostrar o que em nós precisa ser modificado para que nossa interação com as pessoas e circunstâncias possam ser mais equilibradas, nossa reação é de recusa e de negação. Nos fechamos de forma a impedir que o terapeuta nos mostre além daquilo que estamos dispostos a ouvir e conhecer a nosso respeito.
Nosso pensamento é: não vim aqui para ser acusado, mas para que ele me ajude a provar, a mim mesmo e a todos, que estou certo e que sou a parte injustiçada e prejudicada, portanto, não quero ser responsável por nada do que me ocorre, mas quero encontrar uma forma de me fortalecer para vencer os problemas e as pessoas envolvidas nele, e para que possa encontrar meios de provar a essas pessoas o quanto elas estão erradas e precisam mudar. Elas sim precisam mudar, pois estou certo e convicto de que meus pensamentos, sentimentos e atitudes estão perfeitamente corretos.
Enquanto o terapeuta nos mostra a responsabilidade dos outros e nos acolhe em nossas dores, nos entregamos ao processo, mas basta que ele passe a nos apontar nossos defeitos e negatividades que nos trancamos internamente, na tentativa de não deixarmos que ele nos invada.
É aqui que nos prejudicamos, pois nessa atitude teimosa, arrogante, prepotente e defensiva, estamos perdendo a oportunidade de voltarmos o olhar para dentro de nós, com humildade e honestidade, para encontrarmos com nossos verdadeiros "inimigos", aqueles que são os únicos responsáveis por nossos fracassos, dores e temores - nossos medos, crenças antigas, mecanismos de auto-sabotagem, ódio, instinto de vingança, arrogância, dentre muitos outros - os quais mantemos tão habilmente trancafiados em nosso inconsciente para que ninguém, nem mesmo nós, possamos descobrir e para que evitemos entrar em contato com a dura realidade: somente nós somos os responsáveis por tudo o que nos acontece.
Somos responsáveis quando manipulamos as pessoas; quando nos omitimos em determinadas situações que pedem um posicionamento firme; quando permitimos que as pessoas nos prejudiquem ao invés de interditá-las, e nos fazemos de vítimas; quando nos deixamos manipular e envolver por hábeis tiranos, mesmo tendo consciência dessa interação; quando abrimos mão de nosso poder pessoal, ao invés de mantermos as rédeas de nossa vida em nossas mãos.
Portanto, fica claro que quanto mais insistimos em nos colocarmos em posição de infelizes vítimas da vida, ao invés de nos voltarmos para dentro de nós na intenção de descobrirmos quem somos de verdade, mais estamos resistindo ao processo que nos levará a uma liberdade verdadeira, em que nos libertaremos dos grilhões que nós mesmos nos impusemos inconscientemente. Quando atravessamos a densa camada de nossa negatividade, com consciência e determinação, encontraremos, oculta por essa camada, nossa verdadeira identidade, nossa essência divina. Portanto, quanto mais mergulhamos em nós, mais de nossa Luz libertamos.
Quando resolvemos nos confrontar, a despeito de todo e qualquer aspecto negativo que venhamos a descobrir a nosso respeito, e se soubermos acolher cada um desses aspectos, com amorosidade e aceitação, somos finalmente capazes de encontrar a felicidade que buscamos.
Não existe outro caminho a não ser o do autoconhecimento. Mas se não estamos dispostos a ir até as profundezas de nosso inconsciente e tentarmos apenas olhar para a superfície dele, acreditando que com o conhecimento de meia dúzia de defeitos já será o bastante para nos libertarmos, nunca nos sentiremos seres íntegros e equilibrados. Se resistirmos e nos enganarmos, por preguiça, medo ou covardia - também devemos descobrir esta verdade oculta -, nosso Ego reassumirá o poder, e tentará, a todo custo, nos fazer acreditar que o caminho do autoconfronto é perigoso e que fará com que nos percamos de nós mesmos. Se nos perdermos, será do nosso próprio Ego, se sentirmos a sensação de confusão e de perda de identidade é porque estaremos nos desidentificando com nosso Ego, o que é ótimo, para que possamos ter a liberdade de descobrir nossa negatividade oculta, o que nos levará a descobrir nossa identidade Real.
Porém, poderemos nos equivocar e passarmos a nos identificar com nossos aspectos negativos, acreditando que somos essa parte horrível de nós. Era justamente pelo medo que tínhamos de descobrir essa realidade, que nos deixávamos guiar por nosso Ego, para que o mundo não viesse a descobrir o ser abominável que somos. Mas se perseverarmos, conseguiremos nos libertar novamente das garras do Ego manipulador e nos entregaremos novamente ao processo, que nos levará a descobrir tudo o que há de pior em nós, sem acreditarmos que somos esses aspectos negativos, mas que apenas os contemos. Conseguiremos compreender, que nossa negatividade é proveniente da mesma corrente de energia positiva, que faz parte da Luz de nosso Ser Real, a qual apenas se negativou, mas continua sendo luz.
Isto nos trará serenidade para passarmos a nos confrontar cada vez mais profundamente e, a cada descoberta de negatividade, saberemos que ela apenas faz parte de nós na dualidade e que não é nossa realidade final. E tudo de negativo que faz parte de nós na dualidade, deve ser acolhido e aceito, para ser "educado e orientado", para que encontre o caminho de volta à nossa luz, o caminho da reconversão e reintegração com nossa essência divina.
por Teresa Cristina Pascotto - crispascotto@hotmail.com
domingo, 13 de fevereiro de 2011
A crença do não-merecimento
A crença do não-merecimento
Imagine que você adota um cãozinho vira-lata. Você o leva para a sua casa, alimenta, dá banho, trata, leva ao veterinário e o enche de carinho. Será que esse cãozinho iria pensar "eu não mereço nada disso, meus amigos na rua passando fome e eu aqui com esse luxo todo..."
Imagine tudo isso sendo falado em um tom dramático de culpa e "humildade". Imagine o cãozinho se sabotando. Não come mais a ração e pede para o dono comprar outra mais baratinha. Diz também que não precisa de tanto assim. Pra que tanto conforto? E os colegas da rua que não têm nada disso? E o que ele fez para merecer tudo de bom? Por que outros não tem acesso às mesmas coisas? É claro que um cachorro jamais agiria dessa forma.
Ele apenas aceita e aproveita tudo que lhe é ofertado. O animal não precisa de razões para justificar ter uma vida boa. Já nós, seres humanos, temos uma tendência de precisar encontrar motivos que justifiquem as coisas que temos ou ganhamos: só me sinto confortável em ter muito se eu trabalhar muito; só consigo me sentir bem em ter uma vida boa se eu disser que passei muitos anos estudando e trabalhando para conquistar esse resultado; se eu não me sacrifico, não me sinto no direito às melhores coisas; só posso me permitir cobrar um preço mais alto se eu estudar tantos anos a mais.
Quando a criança nasce, ela não questiona se merece ou não o que recebe. No entanto, quando o pensamento vai se desenvolvendo e torna a estrutura do ego mais complexa, a mente começa a comparar, julgar e vão surgindo, em uma idade ainda muito tenra, os pensamentos de não merecimento e culpa. Inicialmente, a criança vai se comparar com os irmãos, observando se eles têm mais ou menos, se são felizes ou infelizes. Irá também começar a observar o sofrimento dos pais.
E conforme for a situação familiar, quanto maior for o sofrimento, maior a tendência de se desenvolver sentimentos de culpa em ser feliz, culpa em ter, culpa em receber. Ao crescer um pouco mais, a criança irá também começar a ter contato com as pessoas do mundo exterior e seus sofrimentos, o que poderá alimentar ainda mais a sensação de culpa e não merecimento em ter uma vida melhor do que a média.
Uma infância pobre onde a criança não teve as necessidades básicas plenamente satisfeitas (alimentação, roupas, lazer e etc.) pode ser também bastante prejudicial. De tanto ouvir: Não pode; não temos; não dá; não é pra você; não é para nós (e as vezes até 'quem você pensa que é pra querer isso ou aquilo, pensa que é melhor que os outros, pensa que é rico?) a criança cresce e vai internalizando cada vez mais que ela não pode e não merece acesso a certas coisas.
Atendi uma mulher com um intenso sentimento de não conseguir receber. Por ter um problema de saúde que exigia um gasto considerável, foi entregue para ser criada muito pequena para uma tia que tinha melhores condições. Recebeu os cuidados materiais necessários mas a parte emocional ficou muito prejudicada. Ouvia sempre a tia falar sobre os gastos necessários para mantê-la, além de outras situações emocionalmente desagradáveis. Assim ela foi desenvolvendo a sensação de se sentir um peso. Receber tudo aquilo tinha um preço bem alto.
Uma parte do preço foi ter ficado afastada dos pais, o que a privou de uma criação com mais afetividade. A outra parte do preço foi ter desenvolvido o sentimento de culpa e uma sensação de ter uma dívida impagável com a tia.
Ela começou a sentir que receber algo era é o mesmo que ficar devendo. Sempre que recebia algo, tinha que retribuir na hora para aliviar o desconforto. Imagine os prejuízos que esse padrão pode causar nos relacionamentos e na vida profissional de alguém.
Avalie a si próprio. Sente dificuldade em receber presentes? Precisa presentear ou fazer algo de volta pela pessoa para ficar em paz? Consegue receber elogios de forma natural ou precisa minimizá-los ou retribuí-los na mesma hora? Quando há uma possibilidade de ganhar algo de bom (um sorteio, uma promoção no trabalho, uma viagem...) tem uma tendência de deixar para outras pessoas ou você também quer ganhar e aproveitar? Se você conquista uma situação melhor (maior salário, vida mais confortável) precisa justificar pra você mesmo ou para os outros o tanto que você trabalhou para conquistar aquilo?
Quando adquire algum bem (carro, casa, roupas) você precisa pensar e justificar para você mesmo ou para os outros que esforçou bastante para se sentir bem com o que adquiriu? Se algo vier muito fácil, você aceita e usufrui tranquilamente, ou aproveita mas com sentimento de culpa?
Existe ainda a crença do merecimento ligada a questões espiritualistas e religiosas. "Fulano não teve o merecimento para se curar de tal doença". "Eu não tive o merecimento para sair da situação financeira difícil que vem desde a infância." "Se for do merecimento de fulano, ele irá conseguir". "Se você não saiu ainda dessa situação é porque não é do seu merecimento".
Fica simples e conformista demais uma justificativa dessa forma. Desenvolve-se um sentimento de que, se tem algo negativo, é porque essa pessoa "merece" passar por aquilo, até quando ninguém sabe. Por muitas vezes isso acaba gerando uma perpetuação do sofrimento por culpa e auto punição. As vezes as pessoas se tornam passivas e deixam de compreender mais profundamente as razões daquele sofrimento, perdendo também a chance transformá-lo.
Deveríamos aproveitar o exemplo dos animais que não questionam se merecem algo ou não. Eles sempre aproveitam a abundância. E quando passam por dificuldades fazem o melhor que podem para sair delas, sem se preocupar ou sentir culpa se fizeram ou deixaram de fazer algo para passar por aquilo.
Declare-se merecedor, e vá em busca do que você deseja. Seja persistente até alcançar o que deseja. Se a solução vier rápida e facilmente, aceite e aproveite. Não compre o título que alguém tente lhe passar de 'não merecedor pois isso acaba apenas criando passividade e culpa. Acredito que todos nós, de forma consciente ou inconsciente demos causa ao nosso sofrimento, ou atraímos ou pelo menos contribuímos para ele. Ainda assim, todos merecem se libertar do sofrimento.
Como todo e qualquer pensamento, sentimento e crença negativa, podemos usar a *EFT (técnica para auto-limpeza emocional, veja como receber um manual gratuito no final do artigo) para limpar profundamente esta crença de forma a nos libertar da sensação de não sermos merecedores de qualquer coisa que seja.
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